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Lançamento: “A Casa do Céu”, de Amanda Lindhout

Mais um dos lançamentos de novembro da Editora Novo Conceito que merece (e tem!) destaque é o livro “A Casa do Céu”, a história real do sequestro traumático da jornalista Amanda Lindhout, jornalista canadense, que vocês podem conhecer melhor conferindo o post sobre ela AQUI.

A Casa do Céu - Amanda Lindhout, Sara Corbett
Trabalhando como garçonete, a jovem Amanda Lindhout economizou o dinheiro das gorjetas para conhecer o mundo. Viajou como mochileira pela América Latina, Laos, Bangladesh e Índia, além de outros países distantes. Em países castigados pela guerra, como o Afeganistão e o Iraque, ela iniciou uma carreira como repórter de televisão. Até que, em agosto de 2008, Amanda chegou à Somália — “o país mais perigoso do mundo” —, onde ela é sequestrada em uma estrada de terra por um bando de homens mascarados.
Mantida em cativeiro por 460 dias, Amanda se converteu ao islamismo como tática de sobrevivência, recebeu “lições sobre como ser uma boa esposa” e se arriscou em uma fuga ousada. Fugir ou morrer pareciam as únicas alternativas possíveis para se livrar da dor, do medo e da humilhação.
O relato dramático e libertador de uma mulher cuja curiosidade a levou até os lugares mais bonitos e remotos do mundo, seus países mais instáveis e perigosos, e também a passar quinze meses em um angustiante cativeiro — uma história de coragem, resiliência e beleza.
A casa do céu é a história íntima e dramática de uma jovem intrépida e de sua busca por compaixão em meio a uma adversidade inimaginável. Relatando a experiência real e traumática de quem viveu o pior lado da guerra civil, o livro fala sobre opressão, esperança e, sobretudo, perdão.
Relatos de escritores famosos sobre a obra
 “Este é um dos livros mais marcantes que eu já li. Angustiante, esperançoso, belo, libertador e verdadeiro, ele fala sobre desumanidade e humanidade, algo que, de algum modo, parece ser profundamente antigo e completamente moderno. É bonito, devastador e heroico — um grito de rebeldia, ao mesmo tempo em que é um humilde chamado à oração.” Elizabeth Gilbert, autora de Comer, Rezar e Amar e The Signature of All Things
“A Casa do Céu é a história dramática, contada de maneira magistral, sobre a busca incessante de uma jovem para criar uma vida grandiosa, contra todas as expectativas. A jornada de Amanda Lindhout é única, uma aventura épica que vai do pitoresco ao contundente, onde o que está em jogo é absolutamente tudo. Com uma clareza e uma honestidade incríveis, Lindhout e Corbett confirmam duas coisas: ninguém será capaz de esquecer este livro — ou de fechá-lo antes de chegar ao fim.” Susan Casey, autora de A Onda
“Um livro maravilhoso e marcante, que mostra o terrorismo internacional num nível extremamente pessoal. A perseverança de Lindhout se faz brilhar em cada página.” Jane Mayer, autora de The Dark Side
“Neste livro lírico e inspirador, Amanda Lindhout descreve a capacidade do ser humano para cometer crueldades. Mesmo assim, ela também traz à vida a compaixão profunda e a coragem que residem em todos nós. Uma história de beleza, inteligência e tenacidade, A Casa do Céu nos mostra o poder e a importância da perseverança, esperança e perdão.” David Rhode, colunista da Reuters e vencedor do prêmio Pulitzer, autor de A Rope and a Prayer e Beyond War
“Um relato vívido e emocionante sobre como Amanda manteve viva a luz interior e o espírito do perdão, mesmo quando se encontrava no coração das trevas.” Eckhart Tolle, autor de O Poder do Agora e Um Novo Mundo: o despertar de uma nova consciência
“A Casa do Céu é uma história impressionante de força e sobrevivência. Às vezes é brutal, mas é sempre bela, conforme Amanda Lindhout descobre que, na luta pela própria vida, suas armas mais poderosas são a esperança e a compaixão.” Jeannette Walls, autora de O Castelo de Vidro e The Silver Star.
>> A Casa do Céu, livro que relata toda a trajetória da jornalista nos seus 460 dias de cativeiro, é um dos lançamentos de não ficção da Novo Conceito de novembro.


Conhecendo a autora: Amanda Lindhout

Amanda Lindhout viveu em um lar violento em sua infância e o único meio de escapar dessa realidade era folheando revistas da National Geographic, se imaginando em lugares exóticos. Quando tinha 19 anos ela juntava suas altas gorjetas que conseguia trabalhando como garçonete em baladas de luxo no Canadá, até completar 24 e conseguir a quantia necessária para financiar viagens a várias zonas de conflito em todo o mundo relatando tudo o que presenciava. Amanda fez mochilão por vários lugares do mundo, passando pela América Latina, Laos, Bangladesh e Índia, e em outra oportunidade passou pelo Sudão, Síria, Etiópia e Paquistão.
No Afeganistão, ela começou sua carreira de jornalista e, em janeiro de 2008 foi para uma missão em Bagdá, no Iraque, e conseguiu construir carreira como repórter de televisão trabalhando como freelancer para a TV Iraniana Press. Ainda no Iraque Lindhout foi sequestrada e mantida presa por horas até pagar resgate aos seus sequestradores. Depois disso, ela foi para a Somália junto com um tradutor, um guia e seu ex-namorado, o fotógrafo australiano Nigel Brennan, onde visitou um campo de refugiados e conseguiu entrevistar uma médica reconhecida pelo trabalho humanitário.
Lá eles foram sequestrados por rebeldes que faziam parte de um grupo fundamentalista, e foram mantidos reféns. Amanda e Nigel ficaram em cativeiro por quinze meses, onde passaram fome, foram espancados e Amanda era constantemente estuprada, até serem soltos no final de 2009, após pagamento de alta quantia de resgate. É sobre essa experiência traumática que passou em cativeiro que ela relata em seu livro, lançamento da Novo Conceito de novembro, A Casa do Céu.
Logo após o ocorrido, começou uma carreira filantrópica, criando uma organização dedicada a propiciar mudanças positivas na Somália, que já ajudou a fornecer educação e apoio a mais de 300 mil pessoas de todos os sexos e idades, desde sua criação até hoje.
Com o lançamento do livro no Brasil, a jornalista voltará ao país pela segunda vez, e visitará algumas capitais na primeira semana de dezembro.