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O Rei das Cinzas - A Saga dos Jubardentes #01 - Raymond E. Feist

A primeira coisa que me chamou bastante atenção nesse volume foi a capa, que traz essa ilustração linda, despertando bastante a minha atenção para eu ler a sinopse. Quando eu li sobre o que se tratava o livro, precisei dele para ontem, já que a sinopse me encantou no momento que comecei a lê-la, e logo esse título entrou na minha pilha de leituras. Agora, venho compartilhar com vocês as minhas opiniões a respeito dessa obra publicada pela HarperCollins Brasil.
Em “O Rei das Cinzas” conhecemos um pouco mais sobre o mundo de Garn onde há Cinco Grandes Reinos que convivem em paz um com os outros, são eles: Sandura, Itrácia, Zindaros, Metros e Ilcomen. Tudo estava indo muito bem até que Lodavico, o rei de Sandura, que, aliado com outros três reis, resolve trair Steveren, rei de Itrácia, pois o seu reino era muito forte. Visando o poder com a destruição desse reino, Lodavico faz com que a família real, também conhecida como os Jubardentes, seja deposta e todos são mortos, reduzindo um reino próspero a um local em ruinas, abandonado e falido. Então o Reino das Chamas se torna cinzas.
Porém, o bebê recém-nascido da família de Itrácia acabou sobrevivendo, já que durante a batalha ele foi raptado e entregue para uma sociedade secreta conhecida como Nação Invisível, que levou o pequeno para cuidar. Daylon Dumarch, Barão e amigo do rei Steveren Langerene, se sente em dívida com o herdeiro de sangue Jubardente, já que teve uma participação na traição do seu amigo.
Com os rumores de que o filho recém-nascido do rei sobreviveu, e que foi acolhido por uma sociedade secreta, os quatros reis oferecem uma enorme recompensa pela cabeça da criança com medo  de que ele cresça com o desejo de vingança.
O herdeiro cresceu órfão, se chamando Hatushaly, também conhecido como Hatu, e foi treinado nas artes mortais da Nação Invisível junto com os seus amigos, Hava, uma menina bastante habilidosa na luta, e Donte, filho de um membro muito poderoso da Ordem. Ele cresceu sem saber do seu passado, por isso fica em conflito com os seus próprios sentimentos, pois não sabe de suas origens.
Conhecemos também Declan, outro menino órfão que foi criado por Edvalt e se tornou um mestre ferreiro em armas, que aprendeu os segredos da produção do fabuloso aço do rei. Ele vive na pequena vila de Oncon em Covenant, uma região neutra que fica entre dois reinos. As coisas mudam quando traficantes de escravos chegam a pequena vila para capturar jovens para virarem soldados em Sandura. Seu mestre então o envia para Marquensas, para que ele possa levar o seu conhecimento para o barão Daylon Dumarch, pois acredita que ele tenha forças para se opor ao Lodavico, que se aliou a Igreja do Deus Único, e, com isso, está impondo sua religião sobre a população e queimando descrentes pelo caminho.
É nesse cenário que esse primeiro volume se passa, sendo um livro mais introdutório, deixando a gente ciente de toda a história e com um ar de que os próximos terão ritmos mais frenéticos. Não é que esse primeiro volume seja parado, mas ele é mais de ambientação e preparação para os próximos.
A vida de ambos os jovens é rodeada de segredos, e isso faz com que a gente não consiga parar de ler nem por um segundo, pois sempre queremos descobrir mais coisas.