Eu não sabia
muito o que esperar deste livro quando vi a capa, mas alguns dos meus amigos já
haviam me falado que era incrível e lembrava um pouco “A Guerra dos Tronos”.
Resolvi dar uma chance a essa história já que a sinopse me chamou atenção e
também por eu ter escutado tantos elogios. Então agora vim dizer o que achei
sobre este volume publicado aqui no Brasil pela editora Galera Record.
Neste título
voltamos ao século XVI, em 1558, em uma Inglaterra medieval mítica com bastante
magia. E é nesse cenário que conhecemos Elizabeth Grey, uma caçadora de bruxos
que, ao lado de Caleb, seu melhor amigo, localiza e captura reformistas,
rebeldes suspeitos de praticar feitiçaria, para que eles sejam julgados e
executados conforme manda a lei, já que o temido Inquisidor Blackwell, após uma
peste provocada pela magia, ao qual ele sobreviveu, resolveu que todos os
praticantes deveriam ser extintos para evitar uma nova peste. E essa lei foi
aceita pelo Rei, fazendo com que nossa protagonista seja uma das queridinhas de
Blackwell, por seguir as leis à risca.
Certo dia,
Elizabeth é acusada injustamente de usar magia, e assim é jogada nos calabouços
para aguardar a sua sentença e ser condenada à morte na fogueira. Caleb
prometeu que não iria abandoná-la, e que iria convencer o Inquisidor Blackwell
a voltar atrás em sua decisão, mas Elizabeth começa a ficar bastante doente,
sem ter esperanças de conseguir sair viva dessa.
Até que algo
bem inusitado acontece, e ela acaba sendo salva por Nicholas Perevil, o mago
mais caçado de toda a Ânglia, sendo temido por todos e seguido por vários praticantes,
já que é líder dos Reformistas. Agora, nossa protagonista se vê junto a tudo o
que ela sempre foi contra e combateu, ficando em dúvida sobre o que fazer:
entregar aquelas pessoas que a salvaram em troca do perdão ou continuar com
eles sendo uma fugitiva.










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