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Durante a
semana de 06 a 10 de fevereiro de 2017, a Intrínseca convidou alguns blogs
parceiros para uma semana especial sobre o livro “Aconteceu Naquele Verão”, e
nós estamos participando. Voltem nos próximos dias para acompanhar os demais
posts especiais que estamos escrevendo! :D
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Oii, pessoas
lindas! Como vocês estão? A proposta que a editora nos deu hoje era contar uma história
interessante ou misteriosa que já aconteceu no meu verão, e acho que não existe
história melhor do que o verão em que eu conheci o meu primeiro amor. <3
Há uns anos
atrás, quando eu tinha doze anos, fui viajar para uma cidade litorânea que fica
há poucas horas de distância de onde moro. Minha família tinha uma casa em Rio
das Ostras e era para lá que nós íamos todos os verões, nos divertíamos e
fazíamos coisas juntas, e guardo ótimas lembranças daquela época. Mas aquele
ano seria um pouco diferente, e eu mal sabia disso quando cheguei.
Primeiramente
tudo parecia como sempre foi, até que não era mais. Um belo dia, estava andando
pela Praia da Tartaruga, onde, como o próprio nome sugere, podíamos ver
tartarugas nadando em alto mar, e era sempre fofo e divertido. Até que eu o vi.
Ou na verdade, foi ele quem me viu primeiro. Cauã era seu nome, e ele se
aproximou e começou a puxar papo. A eu
de doze anos primeiro se sentiu tímida conversando com aquele garoto por quem
se sentia atraída – afinal ainda não conhecia muito bem esse tipo de sentimento.
Mas ele era simpático, fazia comentários inteligentes (eu achava naquela época,
pelo menos hahaha), e tinha bastante em comum comigo. Então papo vem, papo vai,
começamos a nos divertir bastante aquele dia, até que chegou a hora de ir
embora. Claro que combinamos de nos encontrar naquela mesma praia no dia
seguinte.
E foi assim
por um tempo, nos divertíamos nas praias da região, e sempre combinávamos de
nos encontrar no dia seguinte. E eu acabei percebendo que ficava ansiosa pelo
dia seguinte, e, sempre que o via, meu coração batia mais rápido e um sorriso
logo aparecia no meu rosto. Depois, ele começou a se enturmar ainda mais com
minha família, então passamos a sair em outros horários também, íamos jogar
naquelas maquininhas de moedas (você escolhia uma fruta e apostava nela, se
acertasse, ganhava diversas moedinhas), passear no shopping, tomar sorvete,
etc.












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