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A Garota do Calendário #08: Agosto - Audrey Carlan

Em janeiro Mia começou a trabalhar como acompanhante de luxo para poder pagar uma grande dívida em jogos de seu pai, salvar a vida dele, a de sua irmã e a sua própria no caminho. Ela conheceu diversas pessoas, visitou muitos lugares e está entrando na reta final do ano, com muitas experiências, boas lembranças e diversos novos amigos no currículo.
Agosto é o mês de ir a Dallas, quando Mia precisará fingir ser a irmã mais nova de Max, um jovem caubói magnata. Ela está preparada para passar este tempo em sua fazenda, conhecendo a família dele, mas não está exatamente pronta para todas as descobertas que vai fazer neste período. Será que sua vida vai melhorar ou piorar completamente depois de tudo isso?
E chegamos ao último livro da série que li até o momento, mas já estou com as continuações na lista de próximas leituras e não vejo a hora de recebê-las para voltar a encontrar Mia e os demais personagens da série “A Garota do Calendário”, que já virou uma queridinha na minha estante, porque é simples, leve, divertida, envolvente e, claro, viciante. Agora entendo o sucesso da série, afinal, quando a gente começa a acompanhar, não consegue mais parar e, de repente, já estamos no oitavo livro e desejando que os quatro últimos cheguem logo para sabermos como tudo termina.
Para quem tiver interesse, tem resenha dos livros anteriores aqui no blog: Janeiro, Março, Abril, Maio, Junho e Julho (clique nos títulos para ser redirecionado para cada resenha e descobrir minhas opiniões).
A vida de Mia está mudando bastante e este mês só vem confirmar isso, já que acontecem várias descobertas cruciais que envolvem ela e também outras pessoas próximas. Achei muito interessante ver como a autora trabalhou tudo isso, e ainda deixando a força e determinação de Mia em primeiro lugar, fazendo com que, mesmo com tudo dando certo e entrando nos eixos, ela ainda decida continuar sua jornada de um ano como acompanhante de luxo, porque foi isso o que se propôs a fazer no começo do ano, então se coisas ruins que apareceram em seu caminho não a fizeram mudar de ideia, as boas também não irão.
Considero que este volume tenha tido também uma grande carga emocional, tanto por coisas boas como ruins, mas na maioria do tempo felizes, apesar de no final uma grande notícia ruim tenha chegado para abalar tudo novamente, e fiquei com o coração apertado e precisando ler Setembro para descobrir o que vai acontecer. Mia teve que lidar com sentimentos variados, e isso inclui em relação a amizade, amor e família, mas considero que ela saiu bem por cima de tudo até agora.
Confesso que tinha pegado um pequeno spoiler deste livro uma vez, quando li algumas resenhas da série por aí, o que foi bem chato, já que eu não curto spoilers (a menos que eu queira muito saber de algo e eu mesma corra atrás de informações, o que não foi o caso), mas acabou não sendo assim tão ruim ter descoberto antes, já que era meio óbvio desde o começo desta leitura, devido a forma como os personagens agiam. Eu só não entendo como Mia, sempre tão inteligente e sagaz, tenha demorado tanto para perceber. Porque, mesmo sem certeza, ela poderia ter desconfiado de algo, achado algumas atitudes/comentários esquisitos ou suspeitos, o que não fez, apesar de ter achado certas coisas estranhas, mas não de um jeito revelador.
E, apesar de o mês de Julho ter sido meu livro preferido, este também foi muito bom. Principalmente porque desta vez a autora decidiu sair totalmente da zona de conforto e de sua fórmula, e Mia não ficou babando de maneira sexual pelo seu cliente no primeiro momento em que o vê (como fez com quase todos os outros – exceto o de Maio, que babou pelo modelo com quem trabalhou, e Junho, que ela babou pelo filho dele), mas isso é algo muito positivo, porque seria estranho, já que ele a contratou para fingir ser sua irmã. E Max também já era esperto e inteligente o suficiente para saber lidar sozinho com tudo ao seu redor e não precisou que Mia estivesse lá lhe dando conselhos que mudassem sua vida completamente – apesar de ter mudado mesmo assim, só que tem tudo a ver com o contexto e não com o que ela diz.