Mostrando postagens com marcador Especial Editora Aleph. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Especial Editora Aleph. Mostrar todas as postagens

Resultado de Promoção – Editora Aleph


Oii, gente! Tudo bem? Hoje vou falar sobre os ganhadores do sorteio que fizemos no Especial Editora Aleph aqui no blog. Sei que a promoção acabou se estendendo um pouco, mas tivemos alguns problemas pessoais que nos obrigaram a modificar a data do término, e agora vim trazer o resultado.
Muito obrigada a todos que participaram! E quem não ganhou não desanime, pois estamos preparando várias promoções bem bacanas! :P
SORTEIO – COMENTÁRIOS
Ordem dos posts:
1.       Star Wars: Marcas da Guerra - Aftermatch #01 - Chuck Wendig
2.       Eu Sou a Lenda - Richard Matheson
3.       Encontro Intergaláctico - Editora Aleph
4.       Os Molambolengos - Evangeline Lilly
5.       Lançamentos de Março e Abril da Editora Aleph
6.       Star Wars: Darth Vader e Filho - Jeffrey Brown
7.       Star Wars: A Princesinha de Vader - Jeffrey Brown
8.       Lançamentos Aleph 2016 – Clássicos
9.       Como Star Wars Conquistou o Universo - Chris Taylor
10.   O Trono de Diamante - Elenium #01 - David Eddings
11.   Lançamentos Aleph 2016 – Star Wars
12.   Star Wars: Academia Jedi - Academia Jedi #01 - Jeffrey Brown
13.   Lançamentos Aleph 2016
14.   O Quinto Beatle: A História de Brian Epstein – Vivek J. Tiwary
Sorteio do Post


O Quinto Beatle: A História de Brian Epstein – Vivek J. Tiwary

Brian Epstein, gerente de uma loja de discos em Liverpool, acaba conhecendo os Beatles por puro acaso, já que um garoto foi procurar um título que eles faziam participação, mas não tinha no local e a política estrita da loja era de que encontrariam qualquer disco para qualquer cliente. Então sua vendedora indicou um local onde os garotos faziam shows ali perto e ele foi assisti-los. E foi neste momento que tudo mudou.
Impressionado com o talento e o carisma deles, Brian pediu permissão para empresariar a banda, que, depois da relutância inicial, resolveu aceitar. Com isso, Epstein estava determinado a fazê-los serem enormes, maiores do que o Elvis, e faria de tudo ao seu alcance para conseguir. Com mudanças no visual e no comportamento da banda, ele procurou meios, comprou discos, ofereceu propostas a pessoas importantes e os Beatles foram conquistando cada vez mais espaço nas listas dos melhores e mais vendidos e também no coração das pessoas.
Mas nem tudo eram flores. Tendo que viver em meio a preconceitos, perseguição e medo em sua vida pessoal, Brian acabou procurando ajuda em meios ilícitos, deixando sua saúde e sanidade de lado enquanto corria atrás de cada vez mais sucesso para os Beatles. Ele começou a desistir de sua própria vida em prol da carreira deles, deixou de lado seus sonhos e desejos para ajudá-los a conquistar os deles. Enquanto o sucesso do garotos de Liverpool crescia, Brian Epstein decaía na mesma proporção, o que foi bom por um lado, mas infinitamente triste por outro.


Não posso dizer que sou uma dessas pessoas que vivem por música ou com música o tempo inteiro. Eu gosto, claro, de ouvir diversas e em variados momentos, mas não o dia inteiro. E, por este motivo, não sou o que se pode chamar de especialista no assunto, ou mesmo alguém que tenha um vasto conhecimento. Mas, mesmo assim, eu gosto muito de música em geral e, claro, dos Beatles. Só não conheço tudo por trás da história da banda, o que tornou meu interesse por esta Graphic Novel espetacular ainda maior. Eu queria saber mais sobre Brian Epstein e o motivo de ele ter sido considerado por muitos, inclusive pelo próprio Paul, como o Quinto Beatle.


Apesar de a trama contida nesta Graphic Novel ser curta (tem menos de cento e setenta páginas), também é intensa, comovente e inspiradora. Começa pouco antes de Brian conhecer os meninos dos Beatles, em uma cena particularmente triste e angustiante, que foi um dos pontapés iniciais (talvez o mais importante) para muitos dos problemas enfrentados por ele em toda a sua breve vida. E vamos seguindo seus passos, ideias e ações ao longo dos próximos anos, quando ele conseguiu alavancar a carreira destes rapazes de uma maneira estrondosa, levando-os a um patamar tão alto quanto ele almejava desde o começo, sendo alguns dos artistas mais conhecidos mundialmente ainda nos dias atuais.


Aqui conhecemos realmente a história de Brian, não dos Beatles em si (com o foco sobre eles já existem diversas outras biografias e obras), apesar de serem parte essencial da vida de Epstein, já que tudo o que ele viveu naquele período – seus últimos anos de vida – foi voltado para construir uma carreira, um legado de amor através destes artistas tão amados até hoje.
Então, toda a carreira dos Beatles aparece como um pano de fundo para a trama principal, onde acompanhamos a ascensão deles e as ocasiões mais importantes da banda, mas não todos os momentos entre um ponto e outro, o que torna a leitura mais ágil.




Mas também não é totalmente completa e detalhada com relação à vida inteira de Epstein, já que só foca em determinados pontos, os principais, da vida dele, além dos da carreira dos Beatles. Este fato faz com que a leitura seja mais dinâmica, mais fluida, sem deixar algo sem entendimento ou mal apresentado. Claro que em alguns momentos eu desejei por mais, só que fiquei satisfeita com o apresentado, inclusive porque é uma história em quadrinhos e eu acho bacana assim.


E, infelizmente, é finalizada com uma cena completamente triste e emocionante, que faz a gente ficar com um aperto no coração, mesmo que já soubéssemos como termina, pois ela é baseada em fatos reais e não poderia ter tido um final diferente, o que é uma pena. Porque eu realmente desejei que ele pudesse ter tido mais para si mesmo da vida.


O mais desolador é pensar que se tudo isso tivesse ocorrido nos dias de hoje, talvez Brian Epstein ainda estivesse vivo, porque ele não precisaria se reprimir, se esconder atrás de fachadas e ser alguém solitário em sua vida particular por não poder ir ao público admitir quem realmente era. O mundo poderia ter conhecido inúmeras outras bandas e artistas de sucesso se ele estivesse aqui e, mais importante, Brian poderia ter tido o seu próprio final feliz.


Os traços e jogos de cores de Andrew C. Robinson e Kyle Baker são incríveis e se encaixaram perfeitamente no enredo desta história em quadrinhos. Em alguns momentos com cenas mais claras e, em outras, mais escuras, deram o tom certo de que se precisava naquele momento, de acordo com a intensidade e obscuridade ou não das cenas. Tudo muito maravilhoso!


A edição nacional ficou a cargo da Editora Aleph e está linda! A capa original foi mantida, o que eu achei ótimo porque foi assim que ela foi idealizada pelo ilustrador, Andrew C. Robinson, que teve todo um trabalho e fez diversos testes antes de definir a que ele considerou a ideal.  A versão impressa está gigante, com seus 21cm x 31,5cm e pesa mais de 1kg, devido as páginas de ótima qualidade de impressão e alta gramatura, que são em papel couché fosco (estilo folha de revista, mas muito mais grosso).




Depois da história de Brian Epstein há alguns extras na edição, como notas sobre as músicas e todas as referências utilizadas no livro, já que na versão nacional elas foram traduzidas, então ali podemos saber de onde são e quais são os originais; um posfácio do autor, Vivek, falando sobre sua experiência sobre o assunto, o que Epstein representou para ele e um pouco mais; um texto de Howard Cruse comentando sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.


Também tem a parte que eu mais gostei: algumas páginas do Sketchbook de Andrew C. Robinson, onde ele fala e, mais importante, mostra diversos desenhos que ele fez durante os anos que se dedicou a este projeto para definir todos os personagens e cenas da melhor forma possível. Eu amei me deliciar com estas páginas, principalmente porque tenho uma grande admiração por ilustradores e fiquei completamente apaixonada pelo trabalho deste tão talentoso artista. E, para finalizar, algumas folhas, novamente escritas por Tiwary, onde ele fala sobre onde conseguiu informações para desenvolver esta Graphic Novel e mostra alguns elementos como um cartão de natal assinado pelo próprio Brian, um ingresso de um show beneficente no qual os Beatles se apresentaram, entre outros.


“O Quinto Beatle: A História de Brian Epstein” é para os fãs da banda, para os que não sabem muito sobre eles, para os que curtem música, cultura pop e/ou casos de sucesso. É uma história bonita, triste e comovente, que fez com que uma grande banda conquistasse o mundo e os corações das pessoas por anos, mas com que a vida de um grande homem acabou sendo arruinada no processo. Recomendo demais!
Avaliação



Lançamentos Aleph 2016

Olá, pessoas! Para finalizar os posts sobre os lançamentos do ano da Aleph vou falar sobre todos os títulos que não comentei nos outros dois posts, Clássicos e Star Wars. Confiram as publicações mais do que especiais que eles estão trazendo para nossas listas de desejados aumentarem muito mais. Hahaha <3

Steelheart - Reckoners #01 - Brandon Sanderson
Há dez anos um evento inexplicável concedeu poderes inimagináveis a homens e mulheres por todo o mundo. Esses seres superpoderosos foram denominados Epics pela população mundial. Os Epics, no entanto, não usaram seus poderes recém adquiridos para proteger a humanidade, mas sim para dominá-la. Ninguém resiste, ninguém se rebela, à exceção dos Reckoners, um grupo de humanos normais, munidos de tecnologia de ponta que se utilizam de táticas de guerrilha para derrubar e matar o maior número possível de Epics.
David é um jovem que cresceu em um mundo já dominado pelos Epics. Seu maior sonho é se juntar aos Reckoners e destruir aquele que matou o seu pai, Steelheart, o Imperador de Newcago (a antiga Chicago) e um dos Epics mais poderosos. Steelheart é considerado invencível e invulnerável a qualquer tipo de ataque, mas no dia em que seu pai foi morto, David viu Steelheart sangrar. E ele fará tudo para ver de novo.
> É mais voltado para um público young adult. A narrativa do livro tem um ritmo acelerado tal qual um blockbuster de ação, recheado de humor e reviravoltas que deixaram o leitor de queixo caído.
O Mundo Perdido - Jurassic Park #02 - Michael Crichton
No livro, temos a volta do matemático Ian Malcolm em uma expedição de exploração à uma segunda ilha, a Isla Sorna, o centro de criação dos dinossauros que habitavam o parque instalado na Isla Nublar. A equipe formada por Malcolm, porém, não é a única interessada na ilha. A Biosyn, empresa de genética concorrente da InGen, montou a sua própria expedição para tentar roubar alguns ovos de dinossauros.
> Devido ao enorme sucesso da adaptação cinematográfica de Jurassic Park, fãs e críticos clamaram insistentemente que Crichton escrevesse uma continuação. O autor, no entanto, nunca havia feito isso e declinava todos os pedidos. Somente quando o diretor Steven Spielberg juntou-se ao clamor, O Mundo Perdido foi anunciado.

>> Confira a resenha de "Jurassic Park", primeiro volume.
Aliens - Alien #02 - Alan Dean Foster
Ellen Ripley é resgatada e desperta do sono induzido depois de 57 anos à deriva no espaço. Quando ela conta aos seus antigos empregadores da Corporação Weyland-Yutani o que aconteceu à bordo da Nostromo, eles reagem como bastante ceticismo. No entanto, quando eles perdem contato com uma colônia instalada na mesma lua onde a tripulação da Nostromo teve contato com o alien, Ripley e um esquadrão de fuzileiros são enviados para investigar o destino dos habitantes da colônia.



Justiça Ancilar - Imperial Radch #01 - Ann Leckie
A história segue a personagem Breq, também conhecida como One Esk. Ela é a uma inteligência artificial em forma de um corpo físico, a única das 20 auxiliares anexas da nave Justiça de Torren que sobreviveu a sua destruição. Ela tem uma única missão: matar o Senhor dos Radch. Uma missão que parece impossível, já que não existe somente um Senhor dos Radch, mas diversos corpos da mesma pessoa.
Narrado em primeira pessoa, Justiça Ancilar é dividido em dois períodos. O presente acontece 19 anos após a destruição da Justiça de Torren, e mostra a busca de sua única auxiliar restante, Breq, por uma arma que pode ajudá-la no assassinato do Senhor dos Radch. Os flashbacks do passado nos apresentam a nave enquanto completa, com suas vinte auxiliares, que então orbitava o planeta Shis’urna. O planeta está prestes a ser controlado totalmente pelo Império Radchaai, um império conquistador, que impõe sua cultura e moral à população dos planetas conquistados. Os acontecimentos em Shis’urna mostram, no entanto, que essas conquistas nem sempre são pacíficas.
A maneira como Leckie conta a sua história é o que a torna especial. Imagine uma cultura onde não existe distinção entre os sexos, mas todos os personagens são denominados por um único gênero, o feminino – até mesmo o Senhor dos Radch.
Imagine também um tempo onde a tecnologia é tão altamente avançada que criou naves espaciais conscientes controlando uma variedade de auxiliares, que são, na verdade, corpos de humanos mortos transformados para serem conectados à nave – e às outras auxiliares –, porém parte de uma única inteligência artificial. Agora imagine um enredo capaz de contar a visão de uma única personagem participando, ao mesmo tempo, de diálogos em cenários diferentes, onde as conversas se sobrepõem sem parecer confusas. E, por fim, imagine tudo isso apresentado pelo ponto de vista de uma personagem que, apesar de apresentar uma forma humana, e em certos momentos até exibir sentimentos humanos, não é humana, mas a única consciência restante de uma nave espacial.
> Recebeu diversos prêmios consagrados da literatura fantástica e da ficção científica, incluindo o Prêmio Hugo, o Prêmio Nebula, o British SF Award, o Arthur C. Clarke Award e o Locus Award, além de ter sido nomeado a outros prêmios da ficção científica.


Star Wars: Academia Jedi - Academia Jedi #01 - Jeffrey Brown

Roan Novachez vive em Tatooine com sua família e sonha em seguir os passos de seu pai e de seu irmão mais velho e entrar na Academia de Pilotos para voar pelo espaço depois de terminados seus estudos na escola primária. Só que as coisas não saem exatamente como espera, já que ele acaba sendo rejeitado pela mesma, mesmo sendo muito difícil de isso acontecer. Ele fica arrasado, claro. Principalmente porque sabe que vai ter que ir para a Academia de Agricultura, mas ele é simplesmente péssimo em cuidar de plantas e afins e não tem a mínima vontade de fazer isso.
Mas, nem tudo está perdido! Eis que Roan recebe uma carta do Diretor Mar para, em nome de ninguém menos do que Mestre Yoda, convidá-lo para frequentar a Academia Jedi. E é para lá que o menino decide ir. Agora ele estuda com seres bem diferentes, como aliens e robôs, e todos podem usar sabres de luz e treinam para fazer coisas com a mente! Roan se sente um pouco intimidado porque precisará “competir” com todos aqueles padawans, que frequentam o local há muito mais tempo, mas ele vai mesmo assim, porque treinar para ser um Jedi começa a ser muito atraente.
Eu não sei muito sobre Star Wars, inclusive porque não li nenhum livro ainda, e já assisti aos filmes há bastante tempo e não me lembro de quase nada, mas achei bem interessante essa HQ, porque faz com que os iniciantes no assunto consigam entender diversos termos e conhecer vários personagens consagrados, que foi o que aconteceu comigo. Tudo isso de uma forma leve, descontraída e muito divertida.


Roan é encantador, engraçado, esforçado, inteligente, dono de um grande talento artístico e muita criatividade, e muito cativante. Adorei conhecê-lo mais a fundo e também todos os seus amigos, com destaque para Pasha e Gaiana. Só que nem tudo são flores e nosso protagonista também enfrenta bullying na escola, mas não se deixa afetar pelo que os outros fazem e já está até mesmo aprendendo a lidar melhor com eles.
Diverti-me muito com o personagem principal, suas peripécias e confusões na Academia Jedi. E foi maravilhoso e divertido acompanhar seu dia a dia, sua tentativa de entender tudo o que Yoda dizia (até agora ele ainda não tem certeza de tudo) – seus comentários sobre o Mestre eram ótimos, sua tentativa de usar a Força, seus treinamentos com o sabre de luz, e até o início de um romance, entre muitas outras coisas.


A linguagem de Brown é uma delícia, flui muito bem, é voltada para o público a que se destina, de um jeito leve e descontraído que chama a atenção e diverte o leitor ao mesmo tempo, e as referências ao universo de Star Wars são ótimas. As ilustrações são incríveis e servem para complementar o texto, deixando tudo ainda melhor.
Este exemplar é como se fosse um diário de Roan, antes de iniciar na Academia Jedi, quando ainda desejava entrar para a Academia de Pilotos, até o final do primeiro ano escolar como padawan. Então ele conta os pedaços mais importantes/emocionantes de sua vida, faz diversos desenhos e “cola” fotos e materiais, como trabalhos, boletins e afins. Segue bem a linha de “O Diário de um Banana”, só que muito mais fofo e geek, sem as partes nojentas, e com personagens e pano de fundo de Star Wars. Depois de terminado o seu diário, há uma página ensinando o leitor a fazer seu próprio diário, muito bacana, pois também inspira os pequenos e incentiva a criatividade e muitas coisas mais.


Este volume pertence a uma trilogia homônima, só que até o momento apenas o primeiro chegou ao Brasil. Mas a Editora Aleph já anunciou a publicação da continuação, “O Retorno de Padawan”, ainda para 2016 e já tem até capa oficial (confira no post de lançamentos do ano). Estou curiosíssima para ler o que mais Roan vai aprontar na “Academia Jedi”, principalmente depois do gostinho que tem no final deste exemplar, com algumas páginas do próximo.


Já quero ter todos os livros de Jeffrey Brown na minha estante! De Star Wars, além desta trilogia, ele escreveu uma coleção de quatro títulos independentes até o momento, todos voltados para o público infantil. Aqui no Brasil somente dois deles foram publicados, "A Princesinha de Vader" e "Darth Vader e Filho" (clique nos títulos para conferir as resenhas), mas "Goodnight Darth Vader" e "Darth Vader and Friends" também vão chegar por aqui, só não têm data certa ainda.


A edição nacional está uma coisa linda! A capa é dura, o título está com uma laminação azul brilhosa fosca, as ilustrações da capa e da quarta capa possuem verniz localizado, as páginas são amarelas e a impressão de boa qualidade. A obra é toda ilustrada em preto e branco pelo próprio Jeffrey Brown e eu adoro seus traços. O mais legal de tudo é que todo o texto foi realmente escrito à mão (!) por Giovanna Cianelli para dar mais veracidade ao material, o que, em minha opinião, deixa o livro ainda mais especial.


Quando eu tiver um filho ou uma filha vou fazer questão de lhe presentear com este livro e suas continuações, porque realmente adorei a história, a forma de escrita do autor e os personagens. Recomendo muito “Star Wars: Academia Jedi” para todos que curtem Star Wars e querem adentrar neste universo através de uma história mais leve, voltada para o público infantil, e também para todos aqueles que gostam deste tipo de livro, mesmo os que ainda não conhecem nada sobre o assunto, inclusive porque é uma ótima forma de introdução a este universo.
Avaliação



Lançamentos Aleph 2016 – Star Wars

Oii, gente! :D Voltei com mais uma parte dos lançamentos da Aleph! Hoje vamos falar dos títulos da franquia mais amada: Star Wars! Tem ótimos lançamentos na lista e já não sei mais como vou conseguir manter dinheiro na carteira. Hahaha
Como comentei nos demais posts, CLÁSSICOS e CONTEMPORÂNEOS (clique para conferi-los), estas informações foram retiradas de um post que a própria editora escreveu. Se quiserem lê-lo completo, coloquei o link lá no final. :D
Lembrando que isso é uma programação e as datas podem mudar, pois há muitas etapas para um livro chegar pronto e perfeito em nossas mãos e imprevistos acontecem, o que pode acarretar atrasos. Mas, conforme o ano vai passando, vamos divulgando as capas e sinopses oficiais destes títulos e as datas definidas também.

Star Wars: Lordes dos Sith - Paul S. Kemp (Cânone)
O cavaleiro Jedi escolhido para trazer o equilíbrio à Força foi seduzido pelo lado sombrio graças ao imperador Palpatine. Anakin Skywalker se foi e, em seu lugar, Darth Vader surgiu. No entanto, a sua conversão em Lorde Sith ainda é muito recente e dado o histórico de traições entre as suas fileiras, Palpatine ainda não confia tanto em seu novo pupilo.
No planeta Ryloth, fonte de trabalho escravo e de uma droga conhecida como “especiaria”, surge um forte movimento de rebelião contra o Império. Liderados pelo idealista Cham Syndulla, pai de Hera (de Star Wars: Rebels), e pela ex-escrava Isval, os rebeldes conseguem atrair a atenção do próprio imperador. Determinado a controlar os recursos do planeta e esmagar a rebelião, Palpatine, acompanhado por Vader, decide agir.
Syndulla e Isval, entretanto, veem uma oportunidade para atacar o centro do poder do Império e armam uma emboscada, derrubando a nave do imperador na superfície de Ryloth. Agora, sozinhos, cercados de inimigos, contando apenas com seus sabres de luz e o lado sombrio da Força, Palpatine e Darth Vader terão que confiar um no outro para sobreviver.
> “Lordes dos Sith” faz parte do novo cânone — estabelecido após a compra dos direitos autorais de STAR WARS pela Disney.
Star Wars: Discípulo Sombrio - Christie Golden (Cânone)
Ambientado no auge das Guerras Clônicas, Discípulo Sombrio foi baseado nos roteiros de oito episódios não-produzidos da série de TV Clone Wars.
Quando o líder dos separatistas, o Lorde Sith Conde Dookan, ordena a destruição de uma frota de refugiados, o Conselho Jedi decide tomar ações drásticas para dar um fim ao confronto: assassinar Dookan. Obi-wan sugere que o impetuoso Jedi Quinlan Vos seja o escolhido para tal missão. O Conselho Jedi, porém, acredita que ele precisará de ajuda e contrata a assassina, caçadora de recompensas, e ex-aprendiz de Dookan, Asajj Ventress.
Juntos, Quinlan e Assajj, são a maior esperança de acabar com a guerra. Para isso eles terão que impedir que os sentimentos que começam a surgir em relação ao outro não atrapalhem o futuro da missão.
> Discípulo Sombrio e a série Clone Wars fazem parte do novo cânone de STAR WARS.
Star Wars: Life Debt – Aftermath #02 - Chuck Wendig (Cânone)
“Life Debt” é a aguardada continuação de “Marcas da Guerra” (clique para ler a resenha), e mostra eventos que acontecem entre “O Retorno de Jedi” e “O Despertar da Força”. A sinopse e o enredo estão sendo guardados a sete chaves, e o livro deve ser publicado no mercado internacional em julho e previsão de chegar ao Brasil no final do ano.
(Capa Oficial - Foto tirada do telão no evento)

Star Wars: Canalhas - Timothy Zahn (Legends)
Por ter desempenhado um papel vital na destruição da primeira Estrela da Morte durante a Batalha de Yavin, Han Solo é agora considerado um herói. O heroísmo, porém, não se converteu em lucro, e os credores do contrabandista, principalmente o impiedoso Jabba the Hutt colocaram sua cabeça à prêmio.
Quando um estranho misterioso oferece uma fortuna em troca de suas habilidades, ele não tem outra saída a não ser aceitar. Tudo que Han tem que fazer é invadir a fortaleza de um sindicato do crime e arrombar o cofre mais inexpugnável da galáxia. Para isso ele reúne uma verdadeira equipe de trapaceiros, entre eles o seu inseparável parceiro Chewbacca e o esperto Lando Calrissian.


O Trono de Diamante - Elenium #01 - David Eddings


As vezes não me dou conta de que alguns livros foram lançados, são tantos em uma lista infinita de leitura/compras que alguns passam desapercebido como O Trono de Diamante - 1º Volume da Trilogia Elenium, do escritor americano David Eddings, da editora Aleph, até que de repente ele cai nas minhas mães e percebo que ele faz bem o meu tipo, e como faz!!!

Eosia, no reino de Elenia é abatido por maus presságios, sua legítima soberana está doente e para que ela tenha chances de cura é adormecida em um cristal. Seu coração ainda bate por conta de um feitiço, mas ele tem tempo para acabar e se a cura não for encontrada ela morrerá, e mais do que perder uma rainha o mundo estará perdido nas sombras.

Sir Sparhawk, cavaleiro da ordem Padion volta de seu exílio e percebe que algo errado cerca o reino, quando visita sua soberana percebe que precisa encontrar a cura ao mesmo tempo em que corre contra o tempo para desmanchar os planos do Primado Annias. Magia, espada e lealdade são algumas das provas desta missão, mas Sparhwak está pronto para ir até o fim, nem que isso signifique a morte.

Revigorante, emocionante, viva e empolgante são algumas das coisas que poderiam descrever a trama do livro! Eddings era fã de Tolkien, mas ao contrário da maioria não quis repetir o que o mestre fez, criou sua própria história com sua própria mitologia. O livro trabalha com diversas camadas de ação, temos em primeiro plano a doença da rainha que cria toda uma ação para sua cura. Depois a forte trama política que cria uma densa camada que atrapalha  todo o andar da busca pela cura, e devo dizer como isso é bem amarrado a cada passo! Temos ainda a magia que está em todo lugar, mas é tratada de forma diferente em cada canto deste universo.

Este mundo conta com diversas raças, costumes, e alguns seres diferentes como trolls, ogros e espectros, mas com traços de uma fantasia realista e não muito longe do possível. Deuses também existem nesse universo, assim como um Deus que é seguido pela igreja que também tem seus braços fortes em todo lugar. O discurso conhecido da igreja católica está presente na igreja e nos personagens ligados a ela, mas não em personagens como Sephrenia, uma feiticeira de mão cheia!

Sparhawk acabou de volta de seu exílio, não está muito preocupado com regras ou bom senso, é dono de uma personalidade explosiva e nada sutil, e tudo que quer é restaurar o reino com sua rainha. Não  importa que tenha que atravessar o mundo para isso (e ele o faz!) e nem que tenha que bater de frente com a igreja (e ele também o faz!). O que sente como verdadeiro e certo é seu guia.

Sephrenia é responsável por ensinar magia para os cavaleiros, e acaba como companheira de viagem e busca de Sparhawk. Não revela sua idade mas é milenar, assim tem conhecimento profundo de magia, cultura dos povos, e comportamento humano, além de tudo é o braço esquerdo do cavaleiro. Mais tarde junta-se ao grupo a jovem Flauta que é uma criança especial muito fofa!

Kurik é escudeiro de Sparhawk, e sabe décor tudo que seu patrão gosta, além de conhecer bem o seu gênio. Já está velho para o trabalho mas não consegue abandonar o trabalho. Kalten é seu amigo de infância, bom com a espada mais péssimo com a magia é engraçado e não tem medo do perigo.

Annias é o primado, um dos vilões da história, e desperta nossa raiva em suas primeiras frases. É como uma cobra que envenena tudo que morde, e suas palavras só tem um objetivo: o poder, seja em cima de sangue ou de sua própria igreja.

A quantidade de personagens que surgem na história é enorme! Cada um com sua personalidade e característica, muito bem exploradas. A narrativa em terceira pessoa é madura e contagiante, você sempre quer saber qual será o próximo passo da jornada. Tudo se desenrola de maneira inteligente, o autor não pede que você acredite na história porque ele está dizendo mas porque explica cada um dos fatos de forma lógica e ao mesmo tempo mágica.

Eddings sabe o que é fazer uma boa fantasia épica, sabe o poder e o peso de empunhar uma espada, e principalmente o que é lealdade com a verdade e o bem. A trilogia já ganhou mais um volume no Brasil, o Cavaleiro de Rubi lançado pela Aleph recentemente, que por sinal fez excelente trabalho com este primeiro volume (a capa é simplesmente linda!!! e temos muitos mapas =D!)

Avaliação







Como Star Wars Conquistou o Universo - Chris Taylor

Todo mundo sabe que Star Wars virou uma grande febre, uma franquia milionária que tem conquistado cada vez mais fãs de todas as idades, não só pelos filmes e livros, como também pelos jogos, brinquedos e muito mais. Certamente é o maior fenômeno da cultura pop e dificilmente você vai encontrar alguma pessoa que nunca tenha visto alguma imagem em algum lugar ou tenha escutado falar sobre Darth Vader ou algum dos outros personagens.
Eu sempre gostei bastante de saber mais sobre fenômenos, de entender um pouco como foi o processo que levou tal coisa a conquistar o universo. Então acho muito interessante ler sobre como uma empresa começou ou como uma determinada pessoa, marca ou filme ganhou tanto destaque. E foi isso que Chris Taylor fez, mostrando conceitos que foram utilizados no processo, sendo uma grande pesquisa que o autor realizou para mostrar para a gente tudo o que foi utilizado nesta saga tão famosa.



Vemos que Star Wars é uma mistura de vários gêneros literários como ficção científica, ação, fantasia, suspense, etc., e que todos eles foram perfeitamente encaixados na trama trazendo uma história coesa e bastante agradável para os leitores. Portanto, somos apresentados à evolução que a mesma teve durante todos esses anos, desde o seu lançamento até os dias atuais. E também sobre como várias decisões bem importantes da franquia, como, por exemplo, sobre quem é o filho de Darth Vader, foram criadas sem planejamento prévio, ou seja, foram decisões tomadas no decorrer da trama, e que muitas delas foram um tremendo sucesso, como esta que comentei, que foi uma grande reviravolta. Conseguimos aprender sobre a diferença entre ficção científica e fantasia espacial, uma coisa que antes deste volume eu não entendia muito bem.


Este livro contém uma narrativa rápida e fluida, conseguindo nos mostrar vários conteúdos de forma que eles não deixam a leitura cansativa, sendo uma obra para ser lida por todos, já que não só nos ensina sobre a franquia, mas também sobre roteiro, criação de histórias, criatividade, marketing, entre outras coisas que você certamente pode usar em sua vida pessoal, já que com esse título entendemos um pouco mais sobre esse fenômeno e curiosidades que eu nunca imaginaria sobre a cultura pop.


A edição nacional, publicada pela Aleph, está incrível. A capa é muito bonita, com esta silhueta de Darth Vader, a lombada e a quarta capa possuem um tom laranja lindo, as páginas são amarelas, e entre um capítulo e outro há uma página totalmente preta para esta divisão. E ainda tem um encarte colorido em papel couché (aquele estilo folha de revista, só que muito mais grosso) no miolo com fotos em cores e também em preto e branco. A fonte do texto não é muito grande, mas não atrapalhou minha leitura.


“Como Star Wars Conquistou o Universo” não é para ser lido apenas por quem é fã da série, mas, sim, por todas as pessoas que gostam de saber um pouco mais sobre a criação das coisas, o processo criativo, além de curiosidades. Foi muito interessante descobrir fatos que eu jamais imaginaria e entender um pouco mais sobre este universo tão complexo que arrasta milhares de fãs todos os dias para as lojas, livrarias, cinemas e tudo que tem relação com essa franquia multimilionária que se chama Star Wars.


Avaliação



Lançamentos Aleph 2016 – Clássicos

Oii, gente! Tudo bem? Hoje vou falar sobre a programação de lançamentos clássicos da Aleph para 2016, e usei como fonte um post bem completo que eles fizeram no blog deles. Muitos de vocês já podem ter lido, mas eu achei bacana mostrar aqui no House também para aqueles que não viram. 
Lembrando que isso é uma programação e as datas podem mudar, pois há muitas etapas para um livro chegar pronto e perfeito em nossas mãos e imprevistos acontecem, o que pode acarretar atrasos. Mas, conforme o ano vai passando, vamos divulgando as capas e sinopses oficiais destes títulos e as datas definidas também.
(Capa Oficial - Foto tirada do telão no evento)

Estranho Numa Terra Estranha - Robert A. Heinlein
Michael Valentine Smith é um ser humano criado em Marte, recém retornado ao planeta Terra. Pela primeira vez entre os de sua própria espécie, ele sente dificuldades em entender as estranhas convenções sociais e preconceitos da natureza humana.
> Uma releitura de O Livro da Selva, de Rudyard Kipling, com a diferença de que criança seria criada por marcianos no lugar de lobos. Heinlein usa a história de Valentine Michael Smith, um humano nascido e criado em Marte, para abordar temas como individualismo, libertarismo e o amor livre, além de questionar os preconceitos e a falsa moral da nossa sociedade.

Imperador Deus de Duna - Frank Herbert
Mais de 3.500 anos se passaram desde os eventos de Duna. Apenas uma conexão com esses tempos tumultuosos sobrevive: a grotesca figura de Leto Atreides, filho do profeta Paul Muad’dib, e agora o praticamente imortal Imperador Deus de Duna
Leto Atreides realizou o sacrifício final que seu pai não conseguiu realizar, abrir mão da sua humanidade para se tornar um híbrido de humano e verme da areia, e assim, se tornar o governante tirano e imortal de Duna. Mas o que se esconde por trás de sua tirania, e quais seriam as suas reais intenções? O livro aborda a natureza do despotismo e o conceito de um governo autoritário como meio para uma sociedade melhorada.
Martian Time-Slip - Philip K. Dick
A única coisa mais importante que a água na árida colônia de Marte pode ser um garoto esquizofrênico de dez anos de idade chamado Manfred Steiner. O líder do Sindicato dos Trabalhadores da Água, Arnie Kott, suspeita que a doença de Steiner seja um janela para o futuro, e pretende usá-lo para os seus próprios fins.
> Aborda a paranoia, esquizofrenia, além de outros temas como racismo, vida familiar, ganância, autismo, e os mistérios do ser e do tempo. O autor apresenta a vida social, política e econômica de uma colônia terrestre em Marte com ecos dos processos de colonização da nossa própria história.
Pebble in the Sky - Império Galáctico #01 - Isaac Asimov
Em um instante Joseph Schwartz é um feliz alfaiate aposentado em Chicago, 1949. No seguinte, ele é um forasteiro desamparado no apogeu do primeiro Império Galáctico, centenas de milhares de anos no futuro. Incapaz de se comunicar, ele acaba se tornando cobaia de um experimento científico que lhe confere estranhos poderes, enquanto descobre o terrível futuro que aguarda o planeta Terra.
> Este é o primeiro livro de Isaac Asimov e faz parte da Trilogia do Império Galáctico junto com “The Stars Like Dust” e “The Currents of Space”, apesar de todos poderem ser lidos de forma independente. A Aleph pretende publicar os outros dois títulos da trilogia em um futuro breve.


Star Wars: A Princesinha de Vader - Jeffrey Brown

Darth Vader, Senhor Sombrio dos Sith e líder do Império Galáctico, precisa aprender a lidar com algo muito mais difícil do que tudo isso: ser pai de Leia. Tudo começa às mil maravilhas, com sua pequena garotinha sendo fofa e um doce de menina, aprontando as coisas pertinentes da idade, mas depois começam a se complicar quando ela veste roupas curtas, começa a sair com Han Solo, apresenta variadas mudanças de humor e se transforma em uma adolescente rebelde.
Este livro é bem curtinho, mas completamente fofo, adorável e, o melhor de tudo, bem engraçado. Me diverti muito em todas as suas quase setenta páginas, algumas vezes gargalhando alto. E fiquei encantada pela escrita do autor, desejando todos os seus livros na estante.
A obra segue uma ordem cronológica, com Leia criança e depois se transformando em adolescente, mas não sequencial, já que cada página apresenta uma cena totalmente diferente do quadro da página anterior. Apesar disso, algumas delas possuem ligação com outra que já foi comentada antes, o que ficou bem legal mesmo.


Tem uma pitada divertida e sarcástica e bem realística, criando uma fácil identificação nos leitores, principalmente nos que são pais de adolescentes ou de pessoas que convivem diretamente com eles. E por conta do pano de fundo ser Star Wars, faz muitas referências a este universo e a outros personagens e situações de suma importância nas histórias.


Esse exemplar na verdade faz parte de uma coleção de quatro livros até momento, todos escritos e ilustrados por Jeffrey Brown, mas os volumes não são sequenciais ou complementares, só que pertencem ao mesmo universo – Star Wars – e seguem a mesma linha de escrita, humor e edição gráfica.


No Brasil apenas dois foram publicados, este e “Darth Vader e Filho” (clique no título para conferir a resenha), mas há previsão de publicação para os próximos, "Goodnight Darth Vader" e "Darth Vader and Friends" em breve, mesmo que a data ainda não tenha sido definida. Mas já estou contando os dias para ter todos na minha estante, porque estou apaixonada!

Ainda do autor, a Editora Aleph está publicando a trilogia “Star Wars - Academia Jedi”, que também segue um projeto gráfico semelhante, além da pitada divertida, e cujos três volumes acompanham a vida do padawan Roan, em obras divertidíssimas no estilo de “O Diário de um Banana”, só que menos nojento e mais fofo e geek. Vai ter resenha do primeiro volume (único que já foi publicado no Brasil até o momento, mas o segundo tem previsão para este ano ainda) aqui no blog neste especial, depois deixo o link aqui também.


A edição nacional está um primor, a começar pelo formato quadrado de tamanho, 16.50 cm x 16.50 cm, capa dura com título em baixo relevo e verniz localizado nas ilustrações, folha de guarda espetacular, com pequenos desenhos do rosto da Leia e do Vader, miolo com ilustrações coloridas, alta qualidade de impressão e folhas grossas. Tudo realmente muito lindo.


“A Princesinha de Vader” é um livro leve, divertido e envolvente, que vai conquistar os mais diversos leitores, independente da idade. Aos pequenos, uma ótima forma de passar o tempo e se iniciar nesta tão famosa franquia. Aos adultos, uma nova maneira de curtir estes personagens tão queridos, sem deixar de lado suas essências, e mostrando uma parte mais descontraída e de clima familiar dos mesmos. Amei e recomendo demais!
Avaliação