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Os Três Mosqueteiros – Alexandre Dumas

Eu sempre fui apaixonada por clássicos, até porque cresci acompanhando muitos deles, seja em histórias que foram contadas para mim, seja em desenhos e filmes que assisti, ou até mesmo em livros que eu mesma já li. Claro que a maioria das pessoas já deve ter pelo menos ouvido falar nos três mosqueteiros (que na verdade são quatro) e na sua famosa frase de um por todos e todos por um, principalmente porque é um clássico muito conhecido que saiu das páginas dos livros e ganhou diversas adaptações em vários meios diferentes (inclusive da Disney!). Sendo assim, resolvi começar esta leitura já que não havia feito ela ainda.
Em “Os Três Mosqueteiros”, este incrível romance histórico de capa e espada, conhecemos a história do jovem d’Artagnan que sai de sua cidade para tentar a vida em Paris, já que ele gostaria de entrar para a Companhia dos Mosqueteiros do Rei. Chegando lá, ele acaba se metendo em uma confusão e indo duelar contra os três mosqueteiros Athos, Porthos e Aramis. Como duelos estão proibidos e estes foram pegos duelando pelos guardas, d’Artagnan acaba se juntando aos três mosqueteiros para ajudá-los no momento em que eles não quiseram entregar as suas armas. Após os quatro conseguirem derrotar os guardas, eles viram amigos inseparáveis e companheiros de inúmeras batalhas.

Com estes quatro protagonistas, vamos acompanhando diversas aventuras e confusões, muitas paixões proibidas, vingança, ódio, busca pelo poder e batalhas de tirar o fôlego. Além disso, a história tem várias participações políticas, inclusive fala sobre a guerra entre a França e a Inglaterra. E tudo é permeado por um ritmo muito bom e agradável e muitos diálogos.


A narrativa é rápida, fluida e muito gostosa, e conta com uma história que não fica parada nem por um segundo, tendo inúmeros acontecimentos no decorrer da trama como guerra, combates, uma pitada de amor, e várias intrigas, além de muito poder e glória. Sendo assim, este é daquele tipo de livro que não conseguimos largar até chegar ao fim.  E, com ele, aprendi que a famosa frase, que citei acima, é diferente na história original.

Os personagens principais deste livro são bem construídos, além de muito carismáticos e, apesar de bem diferentes entre si, são igualmente encantadores. Me apeguei a todos! Já Milady é uma mulher que ganha bastante destaque e consegue despertar sentimentos nada agradáveis no leitor, mas também nos faz admirar sua inteligência. Algo que achei muito interessante sobre os personagens é que vários deles criados por Alexandre Dumas na verdade existiram e eram pessoas reais, mas o autor somente os utilizou como base para desenvolver os seus.

Este romance inicialmente foi publicado como folhetim para, só posteriormente, ser lançado como livro, e faz parte de uma trilogia, a Trilogia dos Mosqueteiros, mas as continuações, “Vinte Anos Depois" e "O Visconde de Bragelonne” (este último apresentou um personagem que originou “O Homem da Máscara de Ferro”) não são encontradas com facilidade no Brasil (não encontrei nenhuma versão atual) e a Zahar também não publicou ainda estes demais volumes, mas não é uma obrigação ler as continuações para entender a história, pelo contrário, todos apresentam seus próprios finais.

Esta é uma das versões mais bonitas existentes. Além de ser capa dura, contém uma ilustração belíssima que tem tudo a ver com o conteúdo do livro. A diagramação está ótima, a fonte não é muito grande, mas está em um tamanho confortável para a leitura, e apresenta um espaçamento muito bom, fazendo com que a gente leia por mais tempo sem cansar a vista, e as páginas são amarelas. Além disso, esta obra conta com ilustrações originais maravilhosas, que ajudam a completar tudo que estamos lendo durante a história. 
Esta versão que estou falando para vocês é a edição (LINDA!) comentada da Zahar, que tem 686 páginas com o texto integral e mais de cem ilustrações originais. Acho válido ler esta versão porque os textos adaptados de outras edições, por serem incompletas, podem acabar tirando o brilho real que esta história merece.

Da Zahar existe ainda uma versão de bolso de luxo, que também possui capa dura, só que com uma ilustração diferente e igualmente linda. Esta, da mesma forma da que eu li, contém o texto na íntegra e ilustrações originais no miolo. A única diferença da de bolso para esta versão que resenhei é que a minha é uma versão comentada, o que eu particularmente gosto mais, principalmente porque os comentários são um caso à parte e dão ainda mais riqueza à história. Mas se você não liga para isso, a versão de bolso, que tem um preço mais acessível, vai te agradar de todas as maneiras.

Recomendo este livro para todas as pessoas que, assim como eu, adoram clássicos, principalmente se for uma história incrível, além de muito bem escrita e desenvolvida, com personagens maravilhosos e uma narrativa que prende a gente do início ao fim com muita ação, aventura, amizade, romance, e, principalmente, muita intrigas, fazendo ser uma história de tirar o fôlego e ainda muito divertida. Acho que todos deveriam ler este clássico de Dumas, já virei fã do autor e com certeza vou ler seus outros títulos lançados.
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Os Três Mosqueteiros – Alexandre Dumas recontada por Silvana Salerno


Esse livro conta a história passada na França durante o século XVII de três mosqueteiros conhecidos como Atos, Portos e Aramis, e também do jovem D’Artagnan. Juntos viveram o lema: "Um por todos e todos por um!", trazendo assim diversas aventuras e duelos.
Ao completar 18 anos de idade D´Artagnan decidiu sair de Gasgonha, uma aldeia que nascerá e crescerá, para que pudesse, assim, ter uma oportunidade na vida, na cidade de Paris.
Devido a vontade de D´Artagnan de querer ir para Paris, seu pai lhe deu uma carta para que pudesse ser entregue ao seu amigo, o capitão dos mosqueteiros, o Senhor de Tréville. Assim, D´Artagnan partiu para o seu novo destino.
Montado em seu cavalo a caminho de Paris, parou em Meung para poder descansar. Mas chegando lá um homem começou a rir do cavalo de D´Artagnan, então como um bom dom-quixote logo começou a duelar, porém como o cara estava acompanhado, ele acabou recebendo uma surra. O dono do local o levou para dentro e cuidou dele. Esse momento me deu uma raiva do homem que riu do cavalo, não gosto nem um pouco desse tipo de coisa.
Quando D´Artagnan acordou no dia seguinte, deu conta que estava faltando a carta que seu pai havia escrito para ser entregue ao Senhor Tréville. O estalajadeiro disse que havia comentando sobre a carta com o homem da noite passada, que acabou causando um impacto nele. Mesmo com todos esses acontecimentos D´Artagnan continuou com a sua viagem.
D´Artagnan consegue conversar com o Senhor de Tréville que fala com o Rei Luís XIII que o coloca para trabalhar na guarda real. Mesmo servindo a guarda real, D´Artagnan passa a maior parte do tempo em companhia dos seus três amigos mosqueteiros e, juntos, viveram muito aventuras, num lema "Um por todos e todos por um!".
Eu gostei bastante desse livro, não somente pela história, mas também por nos remeter um pouco a infância, pelo simples fatos de ter gravuras contidas neles. 
Um ponto super positivo no livro é a AMIZADE, pois entre os quatro sempre há lealdade, um luta a favor do outro. É muito  importante termos amigos verdadeiros com quem possamos contar, estar conosco nas horas tristes e felizes, para podermos seguir sempre o nosso caminho, ter um ombro para chorar e sorrir, compartilhar todos os momentos da vida. Afinal, quem tem um amigo verdadeiro, tem um tesouro nas mãos.
D´Artagnan é um homem muito corajoso, apesar de muito novo, não tem medo de nada e faz o que for preciso e que jamais dispensa um duelo.
 Uma leitura gostosa de ser ler, que prende a nossa atenção, recomendo para todas as idades, pois uma boa aventura não tem idade.
Escrito por Bruna Campos
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