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Capas pelo Mundo – Cecelia Ahern – Parte 02

Como comentei no outro post sobre capas, adoro esta parte gráfica dos livros, então estou sempre procurando as edições lá de fora para poder compará-las às nacionais. Algumas vezes as daqui me decepcionam, mas em diversas outras eu não poderia ficar mais feliz pelas editoras brasileiras produzirem edições lindas.
Por conta deste Especial que estamos postando aqui no blog dedicado a Cecelia Ahern e seus livros já publicados no Brasil, resolvemos mostrar aos leitores como são suas capas em outras línguas. Vocês podem conferir as outras no post da Parte 01 e também AQUI, onde falamos sobre o último lançamento da autora pela Novo Conceito, “A Lista”.

Simplesmente Acontece | Resenhas: Livro / Filme (Skoob)
O que acontece quando duas pessoas que foram feitas uma para outra simplesmente não conseguem ficar juntas? Todo mundo acha que Rosie e Alex nasceram para ser um casal. Todo mundo menos eles mesmos. Grandes amigos desde criança, eles se separaram na adolescência, quando Alex se mudou com sua família para os Estados Unidos. Os dois não conseguiram mais se encontrar, mas, através dos anos, a amizade foi mantida através de emails e cartas. Mesmo sofrendo com a distância, os dois aprenderam a viver um sem o outro. Só que o destino gosta de se divertir, e já mostrou que a história deles não termina assim, de maneira tão simples.




As Suas Lembranças São Minhas | Resenha (Skoob)

Depois de perder o bebê e enfrentar uma separação, Joyce volta a viver com o pai viúvo, enquanto Justin deixa a América para lecionar numa universidade irlandesa. Ao se encontrarem, os dois sentem uma estranha conexão. Autora de P.S. Eu te amo – fenômeno de vendas na Europa e nos Estados Unidos adaptado para o cinema em 2007 com a atriz Hilary Swank –, Cecelia Ahern conta, neste livro, a história de dois adultos que enfrentam novas situações em suas vidas na cidade de Dublin, na Irlanda. Desde P.S. Eu te amo, a autora irlandesa escreveu mais cinco bestsellers, com mais de 11 milhões de exemplares vendidos, publicados em 56 países. Dela a Rocco publicou também Aqui é o melhor lugar.


Se você me visse agora | Resenha (Skoob)
Elizabeth Egan não tem tempo para amigos e muito menos para a imaginação fértil do sobrinho Luke. O menino de seis anos acaba de conhecer Ivan, um amigo imaginário. Ao notar que Elizabeth às vezes pode ouvi-lo e sentir que está por perto, Ivan resolve conhecê-la melhor e, a partir daí, começa a aparecer frequentemente em sua vida, levando-a a sair de seu ritmo normal e retilíneo. Autora de P.S. Eu te amo, que foi adaptado para o cinema, Cecelia Ahern constrói, mais uma vez, uma trama cheia de momentos surpreendentes.



Simplesmente Acontece (Cinema X Bookcase)

Como vocês puderam conferir na minha resenha do livro “Simplesmente Acontece” (clique no título para ler), eu não gostei da leitura, por achar cansativa e até sem graça em muitos momentos. Mas queria assistir ao filme para poder comparar as duas versões e ver se as mudanças tinham transformado esta história que eu tinha tantas expectativas, mas não gostei, em algo que eu curtisse mais do que o exemplar. Então esta review não é para dizer exatamente tudo o que acontece no filme, apenas comparar os dois materiais e dizer o que eu gostei e não gostei nas semelhanças e diferenças da história e a minha conclusão a respeito de ter curtido mais o livro, o filme, ou nenhum dos dois.
Quem não assistiu ao filme ou leu o livro e não gosta de spoilers, aconselho que não continue a ler esta resenha, pois, para comparar os dois, eu preciso comentar sobre as cenas de ambos, e algumas delas podem ser importantes para o desenrolar da trama.
Na adaptação cinematográfica houve algumas mudanças que não considero boas nem ruins, acho até que posso considerá-las como neutras, já que não fiquei chateada e nem aliviada com o que foi modificado. Uma delas é a forma como Rosie conhece sua melhor amiga, Ruby, pois no livro elas trabalham juntas em um escritório e há toda aquela dinâmica de troca de mensagens por conta do emprego delas, enquanto no filme elas se conhecem na farmácia e depois trabalham juntas no hotel, e isso nunca acontece no livro – só Rosie arruma empregos em hotéis. Algumas outras cenas menores também foram modificadas, mas os resultados foram semelhantes ou parecidos, então não senti muita diferença com elas.

Eu entendo algumas coisas que ficaram diferentes, já que são duas formas distintas de produzir material e como cada uma delas vai ser apresentada às pessoas. Por exemplo, achei maravilhoso alguns pequenos cortes que eram muito repetitivos na história, já que serviram para enxugar vinte anos do total, o que foi um alívio, pois foi justamente o longo período de tempo transcorrido da primeira página até a última que mais me incomodou no livro, principalmente levando em conta quanto eles demoraram a aceitar seus sentimentos e correr atrás um do outro e de suas respectivas felicidades.

Enquanto outras eu acredito que poderiam ter sido mantidas por conta da essência da história e dos personagens, inclusive porque também ficariam boas no filme. Como, por exemplo, o motivo e quando Alex se mudou de país, a dinâmica do baile de formatura e os acompanhantes (no livro só Rosie foi, com o futuro pai de sua filha), o motivo de Rosie ter ficado grávida, a maneira como Alex soube de Katie, a idade que a filha conhece o pai (criança no filme x pré-adolescente no livro) e o relacionamento que eles dois desenvolvem (no filme este praticamente não existe, visto que o pai é mais babaca). Descaracterizaram as duas esposas de Alex, que no caso do filme só casa com a segunda. Também são bem diferentes: o relacionamento de Alex com Sally, sua primeira esposa, de quem ele realmente gostou e com quem teve um filho (no filme ela o engana e nem fica grávida dele, mas, sim, de outro), o namoro dele com Bethany, inclusive a forma como voltaram a ficar juntos no futuro e o casamento dos dois com um filho, e até a “amizade” de Rosie com ela (não existe de maneira nenhuma no livro, o que eu achei mais do que ridículo no filme!). Também houve cortes de pessoas muito importantes na vida e família de Alex e Rosie.

O roteiro também teve algumas mudanças utilizando personagens para mais de um papel, ou seja, enquanto no livro duas pessoas distintas faziam algumas cenas, no filme uma das pessoas não existe e a outra faz as cenas das duas. Vou exemplificar: o garoto que tirou a virgindade de Rosie e é o pai de Katie no livro é o Brian, que inclusive fez parte da vida dos protagonistas desde novos e nenhum dos dois gosta muito dele, mas futuramente se torna muito importante. Enquanto no filme este personagem simplesmente não existe e Greg, que na obra literária é outro personagem, e é marido de Rosie em ambos, ganhou o papel de pai de Katie e responsável por tirar a virgindade de Rosie na formatura. Acontece isso em outros momentos, como quando Rosie descobre que Greg a trai, no livro é o irmão mais novo quem descobre sem querer, enquanto no filme é Ruby. Não gostei destas junções.

Um dos segredos do livro, revelado mais para a metade, acontece logo no começo do filme, mas até entendo este motivo, já que este começa com eles na adolescência, enquanto na obra eles ainda são crianças.
Apesar de o livro ter sido todo narrado em cartas e outros materiais escritos, no filme nada disto ganha importância, mas para falar a verdade não senti tanta falta assim destas coisas, já que não iriam funcionar na produção cinematográfica tão bem assim.
E eu gostei mais dos personagens de forma geral no filme também, o Alex, por exemplo, é muito melhor e até mais fofo, Katie não faz certas coisas com a mãe, e Rosie conseguiu manter sua essência, gostei dela em ambos.

Um ponto que me incomodou demais foi o uso dos mesmos atores para diversas fases da vida dos personagens. Acredito que teria ficado melhor, mais real, se tivessem pelo menos optado por outras pessoas para fazer os dois na adolescência, porque qualquer ser humano do planeta com mais de trinta anos não tem exatamente a mesma aparência que tinha aos dezessete anos. Não entendi muito bem esta dinâmica de manter os dois em todas as fases da vida dos personagens, acho que ficou feio e dá a impressão de que o tempo não passou para eles, mas foram mais de dez anos de vida acontecendo. Mais para o final, por exemplo, a Rosie tem a aparência de ser a irmã de sua filha pré-adolescente.

Em ambos os formatos, o amadurecimento de todos os personagens é bem evidente, mesmo que a história tenha tido vinte anos a menos do que no livro, provando que dava para a autora ter cortado metade de sua história e, ainda assim, teria ficado bom (para mim, muito melhor!).
O filme pode ser considerado uma comédia romântica (adoro!), o livro, apesar de ter tido seus pontos engraçados, é mais profundo, sensível e até mais dramático. Mas eu preferi a forma gostosa de como a história foi contada para os espectadores do filme, mais do que como foi contada no livro.
Uma modificação que eu achei ótima foi o final. No livro, se passam quase cinquenta anos da vida dos personagens para, enfim, eles admirem algo um para o outro, enquanto no filme isto ocorre bem mais rápido, visto que no final eles ainda estão no começo dos trinta anos. A melhor parte disto é que corta boa parte das cenas, que acabaram sendo desnecessárias, já que eram mais do mesmo, e a busca pela felicidade dos dois também ocorre mais rápido, pois ela é encontrada nesta fase da vida e não apenas vinte anos depois disso, como no livro. E o beijo! Fiquei feliz que pelo menos no filme ele aconteceu, já que no livro fiquei imensamente frustrada com a falta de envolvimento físico deles.

No geral, eu gostei mais do filme do que do livro, e talvez tivesse gostado mais ainda se não tivesse lido a obra literária, porque, ao ler, as comparações são inevitáveis e algumas coisas ficaram melhor desenvolvidas no material escrito, como era de se esperar. Porém, a versão cinematográfica ficou mais interessante exatamente porque enxugou as partes muito lentas e repetitivas da versão original. Se houvessem mais personagens no filme para cumprir as cenas deles mesmos, sem misturar as coisas, acredito que teria ficado maravilhoso, porque gostei do tempo mais ágil e a passagem de tempo menor do filme.
Concluindo, preferi assistir ao filme muito mais do que gostei de ler o livro. Isto é raro, mas simplesmente acontece.

Avaliação






Simplesmente Acontece – Cecelia Ahern

Rosie e Alex parecem ser perfeitos um para o outro. Amigos desde a infância, eles não se desgrudam nunca, nem mesmo quando ele se muda de país, indo para os EUA, e ela continua morando na Irlanda. Ou quando ela fica grávida e ele vai estudar medicina. Ou mesmo quando ambos se casam com outras pessoas, constroem famílias, arrumam empregos, novos amigos, perdem entes queridos, mudam de casa, etc. Eles ainda estão ali, um pelo outro, dia após dia, ano depois de ano. Todos ao redor percebem que eles foram feitos um para o outro e, no fundo, tanto Rosie quanto Alex também sabem disso. Mas o destino – ou a falta de comunicação – sempre os impedem de ficar juntos. Mas será que o tempo, a distância e a vida vão poder fazer com que o amor acabe? Será que algum dia, cedo ou o mais tarde que puder, eles vão, finalmente, ficar juntos? Nada poder ser tão simples, mas quando há um amor forte e verdadeiro, a felicidade pode ser encontrada no fim do arco-íris.
A história parece linda, daquele tipo que me faria suspirar e ficar encantada, com um sorriso bobo no rosto a cada página virada e um maior ainda quando finalizasse a leitura. Mas, com muita tristeza, eu digo que não aconteceu nenhuma destas coisas comigo. “Simplesmente Acontece” não me cativou e eu não gostei de ter lido.
Até um certo momento, estava curtindo bastante a leitura, porque as coisas iam se desenvolvendo de uma forma diferente do que eu tinha imaginado, com bastante reviravoltas e acontecimentos interessantes. Mas, depois que estas situações foram se repetindo de novo e de novo, mesmo que apresentadas de uma forma um pouco diferente, eu já comecei a ver a história como algo cansativo e até chato.
A narrativa é totalmente epistolar, ou seja, mesmo com suas quase quinhentas páginas, só vamos conhecer a história através de cartas, bilhetes, e-mails, bate-papos, com todos os personagens, e não apenas os protagonistas, conversando entre si e contando os acontecimentos depois de terem ocorrido, e seus sentimentos de maneira mais leve. Não temos a exata visão das coisas, somente o que e como cada um decidiu contar ao outro.
Eu geralmente gosto deste tipo de narrativa, já até li alguns livros assim que funcionaram para mim muito bem, o que não foi o caso deste, pois acho que ficou faltando um algo a mais para me conectar a estes personagens em específico, então preferia que tivesse havido interações diretas entre eles.
Achei interessante que a autora quis colocar vários anos se passando, porque assim pudemos acompanhar os amadurecimentos de todos os personagens, tanto os principais quanto de alguns com menos importância, e vimos suas vidas avançando, com situações normais, cheio de problemas e também com felicidades e coisas boas, como a vida de qualquer ser humano por fora das páginas é. Ou seja, o livro é realmente bem realista, é a vida como a vida, retratada em palavras.
Mas há reviravoltas demais, muitas desnecessárias. Quando eu achava que as coisas iam andar, vinha outro acontecimento inesperado e alterava tudo, e não de forma surpreendente e gostosa, que nos empolga para continuar adiante, mas de um jeito chato e irritante, como se, ao invés de dar um passo para frente, desse dois para trás. Fiquei com raiva em diversos momentos por conta disso.
E o modo como os protagonistas viveram me irritaram porque faltava diálogo, conversas realmente sérias e honestas entre um e outro, afinal eles eram melhores amigos desde a infância, já que a história começa com Alex e Rosie sendo apenas crianças pequenas de cinco anos, e vai avançando ao longo dos anos até depois de completarem cinquenta anos. Ambos participaram ativamente da vida um do outro, nos momentos mais importantes e também nos menos, ficando sem se falar pouquíssimas vezes em todo este tempo. Mas eu senti como se ele só falassem amenidades ou coisas que só tinham importância em parte ou que eles não fossem o foco, porque os sentimentos deles, o que cada um queria realmente dizer para o outro, não vinha nunca. Eles pensavam, falavam com outras pessoas, mas nunca um com o outro e isso foi extremamente irritante. Eu acho que diálogos devem ser feitos sempre, quando algo está incomodando principalmente. Por que levar uma vida de sofrimentos se eles poderiam ser evitados com apenas umas trocas de palavras? A sensação que fiquei é que, mesmo com tantas coisas sendo ditas, faltava comunicação, pois eles falavam sem realmente dizer o mais importante.
Vi algumas resenhas e a grande maioria das pessoas ama este exemplar, que inclusive entra na lista dos preferidos de diversos leitores pelo mundo. Antes de ter lido por conta própria, minhas expectativas estavam tão altas e minha empolgação era tão grande, que, agora, depois de finalizar a última página, eu não consigo mais olhar para ele sem sentir tristeza ou raiva. Eu queria tanto, tanto, tanto gostar desta leitura, mas simplesmente não aconteceu. E toda vez que eu me lembro do fim, não consigo não me sentir frustrada e irritada, afinal, o que eu mais esperei para acontecer, acabou não se realizando. O final é basicamente aberto – a gente sabe o que vai ocorrer, mas não vemos isso “ao vivo”. E, do jeito que Alex e Rosie foram em todas aquelas mais de quatrocentas páginas antes disso, nada poderia ter acontecido novamente depois daquele encontro (que durou menos do que duas páginas). É nossa imaginação que vai realmente fechar a história, certo? E eu não consigo evitar pensar que algo atrapalharia tudo de novo, porque foi exatamente isto que aconteceu inúmeras vezes antes.
Mesmo assim, há uma mensagem realmente muito bonita no texto de que, mesmo com todos os acontecimentos que eles passam, problemas que enfrentam, vidas que vivem, o amor ainda perdura por muitos anos, resistindo a tantas coisas, provações, e também ao tempo, que todos sempre afirmam ser capaz de curar tudo. Eu realmente gostaria de ter amado esta leitura só por conta disso, afinal este é o meu sentimento preferido.
Dos dois protagonistas, eu preferi a Rosie com MUITA diferença. Alex não foi assim tão encantador quanto eu pensei que seria e também não curti algumas de suas atitudes. Rosie sempre foi uma mulher forte, batalhadora, sofredora (a maioria das coisas que aconteceram em sua vida não foi boa) e, mesmo assim, sempre pensava em todos ao seu redor, geralmente antes de si própria, deixando sua felicidade e seus desejos de lado vez após a outra.
Gostei de conhecer sua filha, Katie, e de ver a história entre ela e o seu próprio melhor amigo de infância, que começou parecido com a história de sua mãe com Alex, mas tomou rumos bem diferentes na adolescência e, principalmente, na vida adulta. Admito que gostaria que a autora escrevesse um livro para contar sua história, porque sei o que aconteceria com o romance entra ela e o Toby, então acho que poderia gostar da leitura. Só que achei algumas atitudes dela bem ridículas, mal agradecidas e até egoístas, principalmente em se tratando de Rosie. E, sim, eu gostei da protagonista o bastante para defendê-la, porque ela também merecia ser feliz, anos antes.
No final, até que dá para perceber a evolução e amadurecimento de todos os personagens, apesar de ter pensado que Rosie conseguiu chegar a este patamar muito antes do que Alex, que teve comportamentos ridículos mesmo sendo um homem adulto e tendo enfrentado e visto várias coisas antes.
Confesso que até agora eu não entendo o uso do título nacional “Simplesmente Acontece”, porque na verdade tudo acontece, mas não o que poderia ter acontecido há anos. Ou, melhor, só entendo se isto for relacionado a algo como: simplesmente acontecem coisas para atrapalhar a vida dos dois, porque isso, sim, está presente em praticamente todas as páginas.
Se este exemplar tivesse a metade de sua extensão, talvez menos anos apresentados, um final digno de me fazer suspirar, e também personagens com mais atitude (por favor!), porque odeio enrolação e este livro é só isso, com certeza teria entrado para os meus livros favoritos, mas infelizmente a leitura se tornou cansativa demais, repetitiva além da medida, chata em vários momentos, frustrante em demasiado e me deixou literalmente com muita raiva no fim.
Pelo menos terminou com algumas mensagens realmente muito boas. Nunca é tarde demais para começar alguma coisa, mesmo que pareça que o tempo ou a oportunidade tenham passado. Devemos correr atrás dos nossos sonhos e vontades e não deixar que a vida passe sem tomarmos uma atitude (só ver tudo que Alex e Rosie poderiam ter mudado se fossem sinceros e corressem atrás do que realmente queriam, para nos inspirar a querer ser diferente deles). E o amor verdadeiro supera todas as coisas e qualquer período de tempo.
Apesar de ter achado a leitura cansativa e enjoativa, o que realmente me decepcionou com todas as forças foi o final, que me fez ter vontade de jogar o livro longe, literalmente. Mas, caso você tenha paciência para esperar as coisas acontecerem bem devagar, cheio de reviravoltas e coisas atrapalhando a vida da protagonista, um romance que demora séculos para se concretizar, se é que isso vai mesmo ocorrer, e ler sobre a vida como ela é, bem real e cheia de altos e baixos, pode ser que curta este volume. Só, por favor, não espere grandiosidades do fim, pois poderá se arrepender da leitura como eu. Não posso indicar “Simplesmente Acontece” porque não gostei dele, mas como vi muita gente curtindo, pode ser que você também goste.
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