A série Heather
Wells chega ao fim com o último volume intitulado “Tamanho não Importa” – sequência
de “Tamanho
42 não é gorda” e “Tamanho
44 também não é Gorda”, ambos resenhados aqui no House – que conta a vida e
as aventuras vividas pela nossa querida protagonista Heather Wells, uma ex pop
star que agora trabalha no alojamento da faculdade de Nova York, também
conhecido como alojamento da morte, e que sempre dá um jeito de se meter nas
investigações mesmo com todo mundo falando para ela não tentar ajudar e mesmo que
isso acabe quase a matando.
Bom, como
esse é o terceiro volume da série vai ter alguns spoiler dos livros anteriores,
nada desse terceiro não. Então, caso alguém que ainda não leu nenhum livro
desta série e queira ler essa resenha vai ficar sabendo um pouquinho do que
aconteceu nos volumes anteriores.
Nesse
terceiro livro começamos vendo que Heather guardou a sua paixão secreta por Cooper
(irmão do seu ex-noivo que a deixa morar em sua casa) e começou a namorar Ted,
seu professor de matemática gatinho que é vegetariano e que adora exercícios físicos,
como correr alguns quilômetros – coisas que ela detesta, já que é extremamente preguiçosa
e adora comer. É bem visível que eles não têm nada em comum, mas Heather não
quer enxergar, mesmo isto estando bem na cara.
Desta vez
outra morte acontece no alojamento em que nossa protagonista trabalha, e é com
ninguém mais ninguém menos que o seu novo chefe temporário que é bem chato. Que
levou um tiro certeiro na cabeça.
Mesmo com
todos mandando Heather não se meter, ela acaba entrando na história já que o
principal suspeito do crime é Sebastian, um líder estudantil que ela conhece e
que estava organizando uma manifestação. Ela tem certeza que não deve ter sido
ele e com isso vai investigar por conta própria para provar que ele não é o
responsável. E, como sempre, repara em pistas que passaram despercebidas descobrindo
mais do que a polícia.
A conclusão
do assassinato desta vez ficou um pouco mais fraca do que dos livros
anteriores, mas ainda assim ficou boa.
Apesar de eu achar que deveria mudar um pouco o local dos assassinatos,
porque vários acontecerem na mesma faculdade fica até mesmo parecendo um lugar
que ninguém gostaria de sequer visitar (eu pelo menos não iria querer ir para
lá, muito menos para morar depois de tantas pessoas morrendo). Eu até consigo
entender qual o motivo da Meg de continuar a fazer todos eles no mesmo local,
mas iria gostar mais que fossem em locais diferentes.
Como sempre
Meg consegue fazer a gente vibrar e se derreter com os personagens masculinos,
que são sempre um amor, e que acabam fazendo todas nós procurarmos um assim por
aí. Um jeitinho bem Meg de criar (acho que isso já fala por si só).
Assim como
nos outros livros a pitada de humor dá um charme na leitura que é bem agradável
e que nos prende bastante. Como é o último a gente fica esperando uma conclusão
para todos os acontecimentos, só que infelizmente fica para o final algumas
coisas e por isso é bem rapidinho. Além disso, algumas situações não são tão
bem exploradas quanto eu gostaria que fossem.
A capa dessa
série é maravilhosa. Eu realmente amo e acho que tem tudo a ver com a história.
O livro é daqueles bem cômicos que tem uma investigação como plano de fundo o
que deixa tudo mais emocionante. Super recomendo para todos.











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