Desde que li
o primeiro livro de Jojo Moyes, virei uma viciada em sua escrita, e logo quis
ler tudo dessa autora que estava na minha frente. Isso porque suas obras
maravilhosas me conquistam cada vez mais devido a seu estilo de narrativa e
escrita, que sempre mexem comigo de alguma maneira. Sendo assim, sempre que
vejo o nome desta escritora na capa de algum exemplar, já fico morrendo de
vontade de ler o volume, sem nem mesmo ler a sinopse, pois sei que
provavelmente vou gostar.
Em “O Navio
das Noivas” vemos que a Segunda Guerra acabou, e mais de seiscentas mulheres estão
a bordo de um navio, indo da Austrália à Inglaterra, para encontrar os soldados
ingleses com quem se casaram durante o conflito. E é nesse navio que conhecemos
quatro mulheres com personalidades totalmente diferentes que dividem a mesma
cabine.
São elas: Jean,
uma jovem garota, a mais nova das quatro, que nunca mede suas palavras e nem
suas atitudes. Ela está muito feliz por ter se livrado das garras de sua mãe, e,
mesmo com sua pouca idade, é a mais sedutora do grupo, sendo a que sempre mais dá
em cima dos homens.
Avice, uma
mulher mimada e arrogante, que, por ter uma situação financeira muito boa, se
acha melhor do que as outras. Ela resolveu levar todos os seus sapatos para
causar inveja, achando que iria viajar em uma cabine de luxo, mas, quando viu
que a realidade era diferente, quase que entrou em pânico, mas manteve as
aparências, principalmente para a sua família, para quem escrevia com
frequência.
Frances, uma
mulher misteriosa que guarda muitos segredos, que são revelados no decorrer da
trama, e é dona de uma personalidade fechada. Ela está indo para Inglaterra em
busca de um novo emprego como enfermeira e tem uma grande experiência pelos
campos de batalha.
E Margaret,
uma mulher simples que cresceu em uma fazenda. Ela está grávida e quase dando à
luz, e é quem torna a convivência de todas melhor, já que se dá bem com todo
mundo e intermedia os problemas. Com medo de não ser tão bem recebida pela
sogra e triste por ter deixado seu pai sozinho com os irmãos mais novos,
Margaret comete uma infração grave e leva escondido em sua bolsa uma
cachorrinha, a quem ela ama bastante.
Vemos como
as quatro deixam as suas diferenças de lado, e passam a apoiar e ajudar umas as
outras, tornando-se cada vez mais próximas, e auxiliando cada uma nos momentos
de dificuldade.















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