Bridget passa por uma situação bem constrangedora quando prende um
anzol em um lugar que não vê o sol com frequência e precisa ir para a
emergência para retirá-lo. E é claro que o médico que lhe atende é um deus
grego, ou melhor, britânico. Mas a consulta acaba e eles seguem caminhos
diferentes, como era de se esperar.
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Passados alguns meses, ela decide alugar um apartamento na sua casa
para um amigo de sua amiga, já que as contas estão cada vez maiores e ela não
quer sair da única moradia que seu filho já conheceu e seu salário como
enfermeira não está dando conta do recado desde que seu marido morreu há alguns
anos. Surpreendentemente (e em outra situação para lá de embaraçosa), ela
conhece o novo inquilino, que é ninguém menos do que Simon, o médico que tinha
conhecido.
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Morando juntos, eles acabam se aproximando bastante. E Simon também
começa a nutrir um grande carinho pelo filho dela, Brendan. Mas ela não está
pronta para se envolver romanticamente com ninguém depois de perder o marido. E
ele sabe que em breve vai voltar para a Inglaterra. Então nada pode acontecer.
Certo? Eles precisam se convencer, por mais que seja difícil. Até que Simon
escreve uma carta para Bridget e ela decide responder só por diversão. Até
descobrir que a carta sumiu. E agora? Bem, tudo pode acontecer.
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Mais um livro da Vi Keeland concluído. E mais um que eu amei e
favoritei. Ela definitivamente é minha autora favorita de Romances
Contemporâneos. Suas obras são leves, divertidas e fofas, do jeito que eu
gosto. É sempre tão gostoso quando a gente tem a oportunidade de ler uma nova
história escrita por alguém que adoramos, e é melhor ainda quando finalizamos o
exemplar e percebemos que sentimos aquela sensação agradável novamente.
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O casal tem muita química. Simon é um amor de pessoa e adorei poder
conhecê-lo. Bridget é igualmente adorável e seu filho é um fofo. E dessa vez
ela é mais velha que ele, já foi casada, tem filho e a autoestima um pouco
abalada já que seu corpo não é o mesmo de antes. Gostei desse enredo e de como
foi trabalhado.











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