Mostrando postagens com marcador 5 casinhas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 5 casinhas. Mostrar todas as postagens

O Jardim Secreto – Frances Hodgson Burnett

Mary Lennox é uma menina pequena, magrinha e com aparência maltratada, que vive na Índia com os pais, que não mantêm qualquer tipo de contato com ela, deixando-a sob a supervisão da aia. Por isso, a garota se tornou mimada e irritada com tudo.

Até que seu destino muda quando uma epidemia de cólera mata todos ao redor, e ela se torna a única sobrevivente da família. Assim, é enviada para morar com o tio no coração da Inglaterra rural, Yorkshire. Como o tio nunca superou a morte da esposa, sai em viagens constantes, raramente parando em casa. Então a pequena Mary precisa aprender a viver sozinha pelo quintal, descobrindo a vida e a si mesma, afinal as coisas são bem diferentes da Índia.

Em uma de suas explorações, conhece um Jardim Secreto que pertencia a tia e está trancado. Com vontade de fazer tudo reviver e prosperar, ela embarca numa jornada fazendo o que pode e conta com a ajuda de Dickon, um encantador menino que conversa com plantas e animais e é adorado por todos. Depois, acaba descobrindo que tem um primo, Colin, que vive como um inválido deitado na cama esperando pela morte. E decide fazer a diferença na vida dele para que conheça mais coisas e pare de pensar em besteiras. Então os três passam a construir uma bela amizade que muda a vida de todos e também o jardim, que se torna um objetivo em comum.

Acho que nada melhor do que começar essa resenha dizendo 2 coisas. Pensei que a trama era bem diferente, e por isso achei que nunca leria esse livro. Quem me conhece, sabe que eu não sou fã de histórias que só tem coisas tristes ou com doenças que levam à morte. Simplesmente porque absorvo tanto do que leio que me faz mal de um jeito pior do que deveria. Então evito ao máximo ler coisas que me deixam com esses sentimentos ruins.

E, não sei por qual razão, imaginava que esse livro era uma trama melancólica com final de desidratar. De onde tirei essa informação? Ainda não sei, mas embarquei na leitura e vi que não tem absolutamente NADA a ver com isso! Hahaha E FOI UMA DAS MELHORES DECISÕES que tomei esse ano! Sério, estou COMPLETAMENTE APAIXONADA.

Essa é uma história que toca nosso coração por vários motivos e é impossível não sentir bons sentimentos conforme a leitura vai avançando. Nos mostra como uma pessoa e/ou uma situação pode mudar a vida de alguém para melhor, como pensamentos positivos realmente podem fazer a diferença, como acreditar em algo que está além dos nossos olhos pode ser mágico, fala sobre empatia, sobre o poder da natureza, dos animais e do ar livre, crescimento pessoal, amizade e carinho. Sobre acreditar em alguém, sobre ser real e aprender a ouvir o próximo. Sobre cada um ser o que quer ser.

O melhor de tudo é que acompanhamos toda essa trama através de crianças. Então temos a chance de acompanhar toda a inocência e as descobertas que esses pequenos fazem. Foi tão lindo ver o desabrochar de Mary, ver como ela se transforma de uma menina sem amor, mimada e rabugenta em outra, divertida, alegre, que deseja e faz o bem ao próximo.

Mary é uma protagonista incrível! Amei acompanhá-la e ver todas as suas mudanças, quando começava a perceber a vida e suas atitudes de outra forma, passando também a enxergar o mundo e as outras pessoas de forma diferente. O coração dela é grande, mas também sabe ser firme e consegue transmitir coisas boas e inspira em Colin, por exemplo, a buscar algo distinto.

Dickon é um personagem completamente A-D-O-R-Á-V-E-L! Desejo que mais seres humanos possam ser como ele, de verdade. Ele fez toda a diferença na trama e traz cenas incríveis, assim como sua mãe e sua irmã, Martha, que foi uma das grandes responsáveis por todas as mudanças. Colin é outro personagem maravilhoso. Vê-lo sofrendo naquela cama, com depressão por conta de tudo que as pessoas já falaram sobre ele, o reflexo que ele era das opiniões alheias e como começou a lidar com tudo de outra forma, mudando os pensamentos sobre si mesmo e o quanto isso mudou literalmente a sua vida, foi espetacular acompanhar.



Sol da Meia-Noite – Crepúsculo 05 – Stephenie Meyer


Depois de mais de uma década, podemos finalmente conhecer a versão do vampiro Edward Cullen quando se apaixonou pela primeira vez pela desastrada humana Bella Swan, depois que ela se mudou para a pacata Forks. Acompanhamos sua trajetória desde antes de vê-la até perceber que o amor que sente se tornou tão arrebatador. Mergulhamos em sua complexa mente para entender sua luta entre o certo e o errado e as consequências de um amor proibido.

Esse era um projeto da autora para muitos anos atrás e tinha ficado engavetado. No passado, eu, como várias pessoas, fiquei triste porque queria essa versão do Edward. Mas agora percebo que foi o ideal ter deixado para agora. Sinto que ela pôde trabalhar muito bem a visão dele e entregou um personagem preocupado, honesto, respeitoso e que trata bem as pessoas, funcionando para a atualidade. Ele sempre quer o bem de Bella, enaltece todas as suas características, inclusive as que muitas pessoas enxergam como defeitos, e fala corretamente que as decisões são todas dela. Eu gosto disso.

Meyer explorou o personagem, mostrou seus defeitos e quebrou aquela autoconfiança que ele parecia ter. Gosto de entender o lado humano e sentimental dele, sua força para terminar de vez com seus instintos perigosos. Algo que curti também foi vê-lo se debatendo com o fato de se considerar um monstro que não é digno de amor e que tudo o que estava vivendo ali já estava fadado ao fracasso antes mesmo de começar porque Edward não consegue sentir que merece qualquer coisa de boa no mundo, que ser um vampiro automaticamente o transformou em um ser indigno de qualquer coisa, independentemente do que ele possa ter feito de positivo pelo caminho.

Foi tão bacana mergulhar novamente nesta história que eu não acompanhava há tantos anos. Relembrar das cenas (só tinha algumas principais na memória), torcer em alguns momentos, ficar apreensiva em outros, conhecer melhor o lado dele, seus ideais, o que viveu, como pensava, entender como um pouco de sua vida antes de Bella, ver seu amor nascendo e se fortalecendo, etc.

Gostei bastante da leitura e da narrativa envolvente, mas confesso que achei algumas cenas demasiadamente longas, como a da Clareira. Acredito que ela poderia ter colocado algumas daquelas revelações talvez numa cena inédita ou diferente. E achei o começo um pouco cansativo antes de Edward resolver começar a se aproximar de Bella. Mas não desgostei e entendo que foi uma forma de mostrar todos os conflitos internos do personagem. No final, queria que a leitura não acabasse. Lá para a página 600 eu até diminuí meu ritmo para não ter que me despedir da trama, porque ia ficar com saudades novamente. Inclusive queria tanto que Meyer escrevesse as continuações!!

Algumas vezes me questionei a respeito da sanidade de Bella. Hahaha A questão da idade tão diferente e ela sendo uma adolescente também me incomodam. Mas li focando no fato de que é uma fantasia e que algumas coisas são assim para a história ter avanços.

Algo que acho bacana foi como a autora trabalhou os pensamentos das outras pessoas pela visão do Edward, já que ele consegue ouvi-los. Também curti muito a relação dele com Alice e como eles estavam tão conectados e como suas visões podiam ser enxergadas por ele também. Ficou muito bem trabalhado e achei sensacional.



Indicando C-Drama: Go Ahead

 

🌷Boa Noite, gente! Tudo bem? Já comentamos por aqui que somos apaixonadas por séries asiáticas, especialmente as Chinesas e as Coreanas. Como vemos uma quantidade bem menor de pessoas indicando as Chinesas, hoje viemos falar da que terminamos mais recentemente e entrou para o Top Favoritas da VIDA!

A história se passa em 3 etapas das vidas dos protagonistas. Conhecemos três crianças, Li Jian Jian, Ling Xiao e He Zi Qiu, que vivenciam situações bem ruins na infância. Jian Jian é criada apenas pelo pai, quando Ling Xiao se muda com a família para o andar de cima depois de uma tragédia. A mãe de Zi Qiu sai em encontros com o pai de Jian Jian até que acontecem algumas situações e ele se torna o irmão de criação dela. 

Os 3 criam laços fortes, como se fossem irmãos de verdade e os pais começam a criá-los (eles tomam todas as decisões juntos, como se fossem os pais dos 3, embora não tenham um relacionamento amoroso) e eles se tornam uma família não convencional.

Depois acompanhamos a adolescência e como a amizade deles se fortalece cada vez mais, e juntos enfrentam todos os desafios da vida. Até que outras situações ocorrem e dessa vez eles são separados. Por causa da distância e do modo como queriam lidar com tudo, perdem a essência desse relacionamento e vivem anos dolorosos antes de se reencontrarem na fase adulta, quando precisam aprender a conviver com as novas pessoas que se tornaram e entender tudo o que aconteceu nos anos que ficaram longe uns dos outros.

Mesmo com tantos percalços pelo caminho, eles percebem que os laços que os unem são mais fortes do que tudo, e voltam a se relacionar, se apoiar e se confortar, evoluindo e entendendo sentimentos que antes estavam escondidos.

Primeiro quero dizer que os Dramas Chineses são mais fofinhos do que os Coreanos e trazem mais situações do dia a dia, ou seja, é para quem gosta de histórias divertidas, gostosas e que tratam de temas pesados de forma mais leve. Quando assisto, sinto como se estivesse lendo um livro de Romance Contemporâneo que deixa meu coração quentinho e traz um sorriso involuntário para meu rosto.

Tenho um carinho ainda mais especial porque a protagonista é interpretada pela minha atriz chinesa favorita, Tan Song Yun. Já assisti quase todos os trabalhos dela e sou apaixonada.

Essa série é um HINO! Fomos surpreendidas em vários momentos e nos encantamos com a história. Não foca tanto no romance, apesar de ter cenas bem fofas, mas nas relações familiares, em famílias diferentes do padrão, em amor e amizade. Traz temas como abandono, perdão, depressão, ansiedade, pressão, chantagem emocional, entre outros.



Cozinha Vegetariana do Mediterrâneo – Malu Simões e Alberto Musacchio

Já comentei algumas vezes por aqui como somos apaixonadas por livros de culinária. Sempre que vemos um exemplar do gênero, principalmente em edições bonitas, já queremos colocá-lo na nossa estante e testar as receitas. A escolha da vez foi essa obra maravilhosa, que nos apresenta a Culinária Italiana através de receitas que revelam os segredos da cozinha do Hotel-Fazenda Montali. Então vamos aprender pratos bem variados como massas, obviamente, saladas, sopas, doces, pães, café da manhã, etc.
Mesmo que o título e as receitas sejam Vegetarianas, não necessariamente são restritas para o público alvo. E pessoas com os mais variados paladares vão se encantar com diferentes receitas. Há pratos bem fáceis de serem preparados e também alguns mais elaborados. Há legendas com o nível de dificuldade dividido em três níveis: Fácil, Médio e Difícil. Eu fiquei bem empolgada para experimentar tudo! Já até escolhi a primeira delícia que vou preparar: Gateau di Patate, petiscos individuais de batata com queijo provolone (confira na segunda foto).

O livro foi dividido em quatro partes, correspondentes aos pratos do típico jantar do restaurante: Entradas, Primeiros Pratos, Segundos Pratos e Sobremesas. Há molhos e cremes no capítulo de Noções Básicas. Também há opções veganas ou sem glúten em algumas receitas. Além disso, há várias técnicas, dicas e explicações bem bacanas, que ajudam na hora da preparação. E as receitas e as fotos nos inspiram a buscar os melhores ingredientes para preparar os pratos deliciosos.


Além de tudo isso, há diversos textos com fotos que trazem informações, trechos de História, curiosidades, etc. tanto sobre pontos da Itália e Brasil quanto de ingredientes, flores, arquitetura, tradições, negócios e outros. Fazendo com que o exemplar seja bem completo e interessante, já que ultrapassa a barreira das receitas e nos faz viajar sem sair do lugar.
A edição está lindíssima. Com 28,2 cm x 21,4 cm, Capa Dura, miolo em folha de papel couché (estilo folha de revista, porém bem grossa), belas fotografias, tudo muito colorido, alta qualidade de impressão e diagramação bem confortável para a leitura, assim como para um entendimento fácil do conteúdo.





Esqueceram de Mim – Kim Smith


Quem foi criança nos anos 1990 deve lembrar do famoso filme “Esqueceram de Mim”, protagonizado por Macaulay Culkin, que depois até ganhou uma sequência. Nele, conhecemos o arteiro Kevin McCallister, um menino de 8 anos que aprontava todas. Em uma dessas situações, ele fica bem chateado com a mãe e deseja que sua família desapareça.
Quando acorda no dia seguinte, ele percebe que desejo se realizou. Sozinho em casa na véspera de Natal, Kevin faz tudo o que sempre quis, e percebe que precisa aprender outras coisas também. Até que descobre que dois ladrões planejam assaltar sua casa e bola vários planos malucos para impedi-los de fazer isso, usando várias artimanhas infantis bem divertidas para se defender. E percebe que a solidão não é o que ele realmente queria.
A resenha de hoje é uma dica incrível para quem tem crianças em casa ou por perto para presentear. A Intrínseca resolveu trazer um projeto bem bacana com uma pitada de nostalgia para os leitores brasileiros: a Coleção Pipoquinha. Filmes Clássicos infantis que marcaram época e eram reprisados na Sessão da Tarde, ganharam uma versão em livro ilustrado e com capa dura.



Além de trazer esse clima nostálgico para quem conhece as histórias e também apresentá-las aos novos leitores, as tramas são leves, divertidas e deliciosas, do tipo que as crianças adoram. O mais bacana é que depois de ler, vocês podem fazer uma Sessão de Cinema em casa e assistir aos filmes.



Esse livro foi baseado no filme clássico do diretor Chris Columbus, com roteiro de John Hughes. As ilustrações belíssimas ficaram a cargo de Kim Smith. E estou completamente apaixonada por seu trabalho! Já quero todos os outros volumes dessa coleção na minha estante. No Brasil, a Intrínseca também publicou “De Volta Para o Futuro” e “E.T – O Extraterrestre”, e assim que eu adquiri-los, volto aqui para indicar para vocês.


O Ickabog - J. K. Rowling


A última coisa que eu esperava nesse ano, e nesse momento era me deparar com algo inédito da autora J. K. Rowling, mas eis que surge o livro nesse ano que está cheio de surpresas e finalmente alguma boa! O Ickabog foi escrito pela autora dez anos atrás para seus filhos, esta quando se deparou com a pandemi resolveu lançá-lo gratuitamente pela internet em capítulos para entreter as crianças. Os capítulos continuarão disponíveis no site até dia 12 de agosto, e após essa data será lançado oficialmente em 10 de novembro com ilustrações de crianças brasileiras que serão escolhidas em um concurso da editora Rocco.

Cornucópia é um reino feliz governado por Fred, o intrépido, dono de um ego grande e vaidoso que ao lado de seus amigos Lorde Cuspêncio e Lorde Palermo passa seus dias caçando. A rotina seguia seu curso até que um lenda que era desacreditada passa a assombrar o Rei. Quando o medo surge as rédeas do certo e errado se perdem, e a sede pelo poder de alguns ultrapassa os limites. Será que este pequeno país será capaz de descobrir a verdade e se salvar da escuridão?

Eu acreditava que um livro com uma abordagem dita infantil não seria longo, menos ainda forte ou complexo. Mas se tratando de quem é eu deveria esperar que algo bom viria, e com isso me dar a certeza de que é uma pena que a autora tenha parado sua carreira de livros infanto-juvenis. Isso porque temos aqui uma estória repleta de mensagens, com detalhes muito peculiares e um ser inédito!

Enquanto eu lia esperava algo como a repetição característica dos contos de fadas, mas isso não aconteceu, ao contrário logo no início temos mortes, alias elas são muitas o que faz com que talvez a leitura não seja para crianças tão pequenas (embora eu ache que quanto mais cedo uma criança entra em contato com esse tema na fantasia, mais fácil é quando acontecer na realidade).  Os personagens têm personalidades marcantes e bem traçadas, que fazem com eles sejam interessantes e alguns deles extremamente irritantes.

Os vilões são o típico caso de pessoas que subestimam a inteligência das pessoas, e são bem feitos porque me despertaram raiva do começo ao fim. Fazem qualquer coisa da mais cruel, a mais burra ou absurda para conseguir ouro e poder. E que bela confusão eles fazem nesse país onde tudo já funcionava bem! Paralelos com alguns países na atualidade ou políticos de um certo partido burro são inevitáveis rs!



Tatiana & Alexander – O Cavaleiro de Bronze #03 – Paullina Simons

Esse é o 3º volume da série maravilhosa “O Cavaleiro de Bronze”. Depois de ter me encantado pelos volumes anteriores, precisava saber a continuação dessa história narrada na Segunda Guerra Mundial com um romance arrebatador. Como essa é uma sequência, pode ter alguns pequenos spoilers dos volumes anteriores para eu conseguir explicar o rumo da história.

Nesse título, vemos que após Tatiana ficar entre a vida e a morte, ela foge viúva e grávida, consegue chegar na América e ter o seu bebê. Determinada, forte e guerreira, que enfrenta todos os desafios sem deixar se abater, a acompanhamos começando a reconstruir a sua vida. Ela conseguiu um trabalho como enfermeira e era para tudo estar se saindo bem, porém algo a faz duvidar da morte de seu marido. Então ela fica procurando notícias de que ele ainda pode estar vivo.

Com uma narrativa que mistura passado e presente, temos algumas visões de Alexander ainda criança chegando na Rússia. Com isso, conhecemos um pouco mais sobre a história dele e sua criação até se tornar o tenente Belov. Consequentemente nos aprofundaremos um pouco mais nesse personagem complexo, que no tempo atual está sendo obrigado a conduzir um grupo de soldados enviados para morrer em batalha, abrindo caminho para os outros soldados.
Outra coisa muito interessante nessa obra é que a autora conseguiu narrar com maestria uma história com pano de fundo da Segunda Guerra Mundial. As cenas da guerra e do que ela faz ao redor foram precisas, fortes e impactantes. Toda a narrativa foi bem trabalhada, interessante e fluida, e para mim foi impossível parar de ler. Esse título desperta diversos tipos de sentimentos e vivemos uma verdadeira montanha russa de emoções.





Os Signos do Zodíaco – Carolyne Faulkner


Comentei anteriormente que adoro Astrologia, embora não saiba tanto sobre o assunto. Então sempre procuro livros, vídeos e artigos que aprofundam um pouco mais no tema e, assim, vou entendendo sobre como os Signos, Planetas, Estrelas, etc. influenciam nas nossas vidas.
Nessa obra, que é “Um Guia Prático para Entender a Astrologia Contemporânea”, a autora nos ensina de forma direta e fácil, e com uma linguagem simples, a ler o Mapa Astral e entender os Signos, os Planetas e as Casas. Ela também faz uma análise de cada um desses temas. Com isso, mostra que a Astrologia Dinâmica nos auxilia a colocar em prática o conhecimento astrológico com intenção de estimular nossos traços úteis e reduzir o impacto ou superar os traços nocivos. E assim aprimorar nosso bem-estar e aumentar a saúde emocional, física e espiritual.
Há um trecho da Introdução que eu acho que vale a pena ser lido, pois fala sobre a generalização da Astrologia e como não é uma verdade absoluta, mas ainda pode ser de grande ajuda.
“Não é possível, nem lógico, dividir a humanidade inteira em dozes signos e esperar que cada uma das doze categorias seja composta por pessoas do mesmo tipo e que vivenciam as mesmas coisas ao mesmo tempo. Além disso, nenhuma generalização excessiva tem sentido. [...] Os seres humanos são muito mais complexos, e nosso signo é no máximo uma indicação sumária da nossa personalidade e do nosso potencial. [...] Se você conhecer os pontos positivos e negativos do seu signo e puser em prática os primeiros, poderá brilhar como o Sol. Mesmo assim, a astrologia jamais será capaz de desvendar toda a profundidade do seu ser. Afinal de contas, julgar o caráter de alguém (o seu inclusive) com base apenas no signo solar é como julgar a pessoa pela aparência.”






Os Astros Guiam Seu Destino – André Mantovanni


Mapa Astral é uma fotografia do céu no momento exato do nosso nascimento, é um projeto da nossa alma, que influencia as nossas características pessoais, modo de pensar e agir, assim como a percepção dos outros sobre nós. Com esse livro, temos a oportunidade de aprender mais sobre nossos aspectos pessoais, entender os conflitos e o que podemos melhorar, perceber quais os nossos maiores desafios e potencializar diversos pontos.
Gosto bastante de Signos e, embora não saiba fazer Mapa Astral nem soubesse interpretá-lo, fiz online para consultar materiais sobre cada um dos aspectos relacionados com a minha personalidade e modo de agir. Então cada vez que vejo um livro, artigo, vídeo, etc. sobre o assunto, fico com vontade de conferir. Foi o caso deste maravilhoso exemplar que agora tenho em mãos.
Lançado recentemente pela Editora Pensamento, essa obra traz uma breve História da Astrologia, nos conta um pouco sobre o que é o Mapa Astral, compartilha informações sobre cada um dos 12 Signos do Zodíaco, também fala sobre os Luminares e Planetas Pessoais (Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte), os Planetas Sociais (Júpiter e Saturno), os Planetas Transpessoais (Urano, Netuno e Plutão), assim como traz informações sobre as Casas Astrológicas.
A obra foi bem escrita, a narrativa do autor é ágil, simples, direta e muito informativa. A gente consegue entender tudo facilmente, os assuntos descritos são relevantes, e não há enrolação nas informações, aspecto que eu aprecio em livros do estilo para não ficar maçante.
Ainda não conhecia André Mantovanni, que é astrólogo, tarólogo e estudioso da espiritualidade e autoconhecimento, e muito famoso em vários meios nacionais e internacionais, inclusive porque já fez participações em programas populares de TV e rádio no Brasil e exterior.
A edição impressa está lindíssima! Com capa dura e textura aveludada (soft touch), ótima diagramação, miolo com vários detalhes gráficos coloridos, folhas grossas e alta qualidade de impressão.
Gostei bastante de ler esse exemplar, que foi um dos livros que li sobre o tema que mais se aproximou das minhas características pessoais. Deu para notar que o autor sabe bastante do assunto. Enquanto lia, só ficava pensando: eu sou assim mesmo! Nossa, acertou em cheio, etc. Foi realmente bem assertivo!


A Convenção das Aves – O Lar da Srta. Peregrine Para Criança Peculiares #05 – Ransom Riggs

Esse é o 5º livro dessa série maravilhosa que eu não canso de ler, já que sou apaixonada pela história criada por Ransom Riggs. Todos os outros volumes já foram resenhados aqui no Ig (procure no Feed) ou no Blog, então não deixem de conferir. Tentei fazer a resenha sem spoilers, mas pode ter tido uma ou outra pequena informação que não consegui deixar de fora.

Nesse volume a história começa exatamente da onde o anterior parou, nos deixando com uma trama contínua e bem frenética. Vemos que Jacob, ao lado dos seus fiéis amigos, entra em uma nova missão para salvar a jovem Noor Pradesh, que faz parte de uma profecia muito antiga, para levá-la até uma mulher poderosa e enigmática conhecida apenas como V. Para isso eles acabam embarcando em uma aventura cheia de perigos.
Assim como notamos nos livros anteriores, a guerra continua à espreita e tudo está quase à beira de estourar. E com a descoberta da profecia, a Srta. Peregrine juntamente com as ymbrynes estão fazendo de tudo para manter o clima pacífico com os clãs norte-americanos.



Como vimos, o relacionamento de Jacob com Emma havia terminado, mas o que não entendi muito foi que depois de 5 livros acompanhando eles, o interesse amoroso de Jacob fosse mudar agora. Acho que eu estava esperando que isso fosse um pouco diferente. Achei o novo romance um pouco forçado e que Emma acabou ficando apagada na história. Não gostei muito disso e achei que essa questão poderia ter sido melhor desenvolvida. Foi o único ponto da leitura que me incomodou um pouco.





Coragem – Raina Telgemeier


Raina é uma menina de 10 anos que tem ótimas amigas e está descobrindo mais do mundo a sua volta. Tudo está tranquilo até que ela sente algumas dores na barriga. Pensando que estava doente, vai ao médico, mas não encontra nada errado fisicamente. Porém, o enjoo não passa e com ele vem também o medo: de comer, de perder amigos, de apresentação de trabalho, e até mesmo de uma palavra específica.
Então além da vida escolar com tudo incluso, até mesmo bullying, Raina começa a enfrentar muitos questionamentos e preocupações externas e internas. Como vai superar tudo isso? Será que existe uma saída para o que está sentindo ou vai ser para sempre assim?
Confesso que essa capa não tinha chamado tanto assim a minha atenção e não imaginaria que era uma Graphic Novel só de olhar para ela. Mas a Letícia, da Intrínseca indicou a leitura, então é claro que fiquei muito empolgada para conferir. E agora posso dizer que estou encantada.
Consegui reconhecer a minha eu criança em diversas ocasiões. Claro que temos pontos e sentimentos bem diferentes, mas pude sentir as emoções da protagonista na pele, porque eu mesma já vivenciei coisas semelhantes por ser ansiosa e tímida.

É uma leitura bem fofa, que faz a gente pensar e também deixa mensagens bacanas. Fala sobre ansiedade e crises de pânico de forma leve, mas também de uma maneira que oferece apoio ao leitor e que nos faz perceber que há uma forma de conviver com isso. Mostra também que ter alguém por perto para auxiliar no processo de descoberta e melhoria é sempre positivo, assim como procurar uma ajuda profissional faz toda a diferença.
A trama na verdade é baseada em fatos reais, já que a autora compartilhou a sua própria história, utilizando situações que vivenciou e sessões de terapia que fez, e até mesmo se inspirou em pessoas que conheceu. No final do exemplar ela fala um pouco sobre a sua vida com a ansiedade e as crises de pânico desde pequena até os dias atuais e como lida com isso.





Amante Britânico – Vi Keeland e Penelope Ward


Bridget passa por uma situação bem constrangedora quando prende um anzol em um lugar que não vê o sol com frequência e precisa ir para a emergência para retirá-lo. E é claro que o médico que lhe atende é um deus grego, ou melhor, britânico. Mas a consulta acaba e eles seguem caminhos diferentes, como era de se esperar.
Passados alguns meses, ela decide alugar um apartamento na sua casa para um amigo de sua amiga, já que as contas estão cada vez maiores e ela não quer sair da única moradia que seu filho já conheceu e seu salário como enfermeira não está dando conta do recado desde que seu marido morreu há alguns anos. Surpreendentemente (e em outra situação para lá de embaraçosa), ela conhece o novo inquilino, que é ninguém menos do que Simon, o médico que tinha conhecido.
Morando juntos, eles acabam se aproximando bastante. E Simon também começa a nutrir um grande carinho pelo filho dela, Brendan. Mas ela não está pronta para se envolver romanticamente com ninguém depois de perder o marido. E ele sabe que em breve vai voltar para a Inglaterra. Então nada pode acontecer. Certo? Eles precisam se convencer, por mais que seja difícil. Até que Simon escreve uma carta para Bridget e ela decide responder só por diversão. Até descobrir que a carta sumiu. E agora? Bem, tudo pode acontecer.
Mais um livro da Vi Keeland concluído. E mais um que eu amei e favoritei. Ela definitivamente é minha autora favorita de Romances Contemporâneos. Suas obras são leves, divertidas e fofas, do jeito que eu gosto. É sempre tão gostoso quando a gente tem a oportunidade de ler uma nova história escrita por alguém que adoramos, e é melhor ainda quando finalizamos o exemplar e percebemos que sentimos aquela sensação agradável novamente.
O casal tem muita química. Simon é um amor de pessoa e adorei poder conhecê-lo. Bridget é igualmente adorável e seu filho é um fofo. E dessa vez ela é mais velha que ele, já foi casada, tem filho e a autoestima um pouco abalada já que seu corpo não é o mesmo de antes. Gostei desse enredo e de como foi trabalhado.





O Silêncio da Cidade Branca - Eva García Sáenz de Urturi

Nesses dias de confinamento em casa uma das coisas que eu mais tenho feito é assistir a seriados policiais, desde os mais clichês até os mais desconhecidos, alias sou uma grande fã de seriados do gênero que sejam de origem escandinava =D! Então foi muito natural que minha última leitura também acompanhasse esse gênero. O Silêncio da Cidade Branca, Eva García Sáenz de Urturi, publicado pela editora Intrínseca foi essa leitura.

Em Vitoria no país Basco após duas décadas de uma série de crimes bizarros, o assassino parece ter voltado a ativa justamente quando Tasio Ortiz de Zárate, o homem quem foi atribuídos os crimes anteriores está prestes a sair da prisão. Unai López de Ayala é chamado para resolver os crimes, com um passado marcado pela tristeza, é também obcecado pelos crimes desde jovem. Seguindo seus instintos e determinado a proteger sua cidade este policial vai descobrir os segredos que estão escondidos na cidade.

Fiquei bastante satisfeita com a leitura desse livro uma vez que a narrativa de Urturi é bastante rica e fluída, conseguindo encadear fatos a cada nova descoberta até culminar na resolução do caso que se dá apenas nos capítulos finais. Alternando capítulos em primeira pessoa na voz do agente Unai no presente, e capítulos em segunda pessoa na década de 70, a autora entrega todas as ferramentas para junto de Unai descobrirmos não só quem é o assassino, como quais foram as motivações do crime.

Mais do que narrar crimes, a autora foi muito fiel a cultura basca nos apresentando detalhes dos vilarejos, os costumes tanto de sua mitologia antiga quanto da religiosa cristã, passando por costumes até de alimentação. Assim é possível uma imersão na cultura basca com bastante profundidade, o que até nos faz as vezes esquecer que trata-se de um livro policial, porque ele vai mais fundo. Além disso ela também se ocupa bastante dos personagens, de suas características psicológicas e de suas histórias de vida.

Unai López é um policial jovem que já tem uma carga emotiva muito alta, pois perdeu a esposa grávida dos filhos de forma brutal e a tristeza pela perda ainda é muito presente. Inclusive sua escolha de se transformar em um perfilador criminal vem desse evento. É muito ligado a família, e determinado, o que faz dele um homem inquieto e em constante movimento. Sua inquietação é que o move para além do que é visível, e o ajuda encontrar respostas.

Sua parceira Esti é também sua melhor amiga. Ela já conhece Unai e seus métodos de trabalho, assim sempre o ajuda acobertando seus comportamento não tão bem vistos na corporação. Também tem um passado triste junto de seu irmão. Alba Salvatierra é a subdelegada que ora atrapalha, ora ajuda a dupla, com uma personalidade um pouco duvidosa acaba se alinhando a Unai.






A Garota do Lago - Charlie Donlea


Existem autores que conseguem criar uma força de atração em suas páginas tamanha que ao terminar um capítulo ao invés de você ir dormir você sente a necessidade de prosseguir para saber o que acontece, e isso não seria problema se o próximo capítulo não lhe despertasse o mesmo problema! O autor Charlie Donlea é muito bom nisso, em A Garota do Lago, publicado pela Faro Editorial, mais uma vez ele mostrou que não brinca em serviço!

Summit Lake é uma pequena cidade entre as montanhas e a beira de um lago, um lugar onde famílias procuram para relaxar ou morar sem perigo, nunca houve um homicídio até que Becca Eckersley é encontrada quase morta em sua palafita. Para investigar a morte da jovem, a repórter Kelsey Castle é enviada diretamente de Miami para este refúgio. Mas o que parecia um simples caso se desdobra em uma trama muito mais profunda, que exigirá muito mais de Castle do que uma investigação, ela terá que resolver a tempestade que ainda paira em sua cabeça, superar um trauma para quem sabe descobrir o que aconteceu com esta jovem estudante.

Conhecia a narrativa em terceira pessoa de Donlea com A Garota deixada de Lado, livro que por sinal amei, e por isso vim a ler seu primeiro livro publicado, A Garota do Lago. Nesta primeira publicação seu esquema de escrita já existe, mas é um pouco mais sucinto e direto, embora tenha cenas fortes ele é mais brando e menos aprofundado, sem que isso comprometa o entendimento ou o desenvolvimento da estória. Um ou outro detalhe traria mais emoção a estória, mas não tê-los não chega a ser uma falha.

O capítulos alternam a visão no passado de Becca, com a visão de Castle no presente em sua investigação. A alternância é excelente porque ora um capítulo evoca uma dúvida, ora um capítulo a responde, com uma costura extremamente interessante que prende o leitor a querer saber o que aconteceu. O desfecho em si surpreendeu em partes, devo dizer que acertei o culpado, mas sua apresentação não se deu como esperado. E ao fim tudo que posso dizer é que é triste, muito triste!

Becca é uma jovem estudante de direto que provêm de uma família rica, ela soa como uma pessoa que parece flertar com os homens sem se dar conta que está fazendo isso. Isso porque suas relações culminam em problemas com os homens, mas não porque ela tenha atitudes de fato nesse sentido. Ela é uma personagem um pouco vaga e misteriosa, embora tenhamos capítulos com ela seguimos por muito tempo no escuro do que esperar de seus comportamentos. Ela não despertou muito minha empatia.

Já Kelsey já tem sua estória e personalidade mais marcante, e fica evidente desde as primeiras páginas que ela sofreu algum trauma que ela não conseguiu superar, sequer lidar de frente. Ironicamente o crime em questão a faz se colocar frente a frente com o que viveu, e ela se vê obrigada a lidar de alguma forma com isso. Mesmo diante de um motivo que poderia paralisá-la, ela segue porque sente que precisa ajudar Becca, porque se identifica com a jovem morta.


Os Segredos Que Guardamos – Lara Prescott


Quando li a sinopse desse volume fiquei encantada com o que seria essa história. Inspirada em uma missão real da CIA na Guerra Fria, e que traz como pano de fundo Doutor Jivago, uma das obras-primas do século XX que ficou muito famosa por expressar opiniões antissoviéticas, sendo considerado um dos maiores e mais importantes romances da Rússia, o que levou ao autor Boris Pasternak a ganhar um Nobel de Literatura.
Nessa obra conhecemos Irina Drozdov, uma jovem americana de descendência russa, que fala fluentemente a língua e foi contratada como datilógrafa na CIA. Porém, logo foi promovida para agente, sendo treinada para participar de uma operação secreta para levar ao público russo a obra “Doutor Jivago”, proibida pelo governo da União Soviética, já que a mesma trazia inúmeras críticas ao estado comunista imposto por lá.
Conhecemos também Olga Vsevolodovna, amante do escritor russo Boris Pasternak e musa para a personagem Lara do seu livro Doutor Jivago. Nesse livro criado por ele, o protagonista médico e poeta Iúri Andréievitch Jivago relata e critica muitas situações comunistas e consideradas antipatrióticas ao mesmo tempo em que vive um romance com Lara. Por conta do título, as pessoas acreditavam que o protagonista Jivago era o Alter ego de Boris e por isso Olga vai presa como cúmplice. Acompanhamos quando ela vai para prisão e enfrenta torturas psicológicas e trabalhos forçados, tudo em nome do seu amor e ideias.
Com uma leitura fluida, esse volume nos conquista com ação, romance, suspense e espionagem. Há diversos temas abordados e o enredo é bem rico. A leitura é muito interessante e nos prende facilmente. Os capítulos são intercalados entre Oriente e Ocidente, mesclando fatos reais com histórias fictícias para trazer uma trama surpreendentemente deliciosa. Foi maravilhoso poder acompanhar mulheres fortes e corajosas que fizeram toda a diferença, já que mesmo em uma sociedade preconceituosa e machista, lutaram e sofreram para conseguirem mostrar que são tão boas ou até melhores do que os homens.




Um Lugar Bem Longe Daqui – Delia Owens


Depois de ler a sinopse desse volume, fiquei encantada com a premissa dessa história. Esse Fenômeno editorial, com mais de 4 milhões de cópias vendidas só nos EUA, conta a história de uma menina que, de pouco a pouco, foi abandonada por todos da sua família. Esse título entrou na lista de melhores do ano de muitas pessoas que acompanho. Então fiquei ainda mais curiosa para saber se também entraria na minha lista.
Nesse volume conhecemos Kya Clark, que aos seis anos viu sua mãe abandonar sua família, pois sofria muitos abusos físicos e psicológicos pelo marido. Seus irmãos mais velhos acabaram seguindo o mesmo exemplo da mãe e foram saindo de casa, largando nossa protagonista sozinha com um pai bêbado. Mesmo tentando procurar afeto nesse pai, vemos que ela novamente é largada sozinha para viver no barracão cercada pelo pântano que chama de casa.
Nossa protagonista é forte, inspiradora, tendo passado muitas coisas na vida e se tornando uma jovem independente, que aprendeu a se virar. Ela consegue nos ensinar sobre amor, sobre dor, e muito mais. E conhecer sua história me deixou com o coração apertado diversas vezes.
O livro intercala a trama sobre a vida de nossa protagonista e também sobre um crime que aconteceu e que tem uma certa ligação com ela. Passamos as páginas envolvidas nesse mistério e torcendo para que as coisas comecem a dar certo para Kya.
Com uma narrativa rápida, fluida e bem detalhista que mistura o passado e o presente para nos contar melhor a história de Kya, esse livro consegue nos conquistar com uma obra não só espetacular, mas também forte, que mexe com nossas emoções de uma forma poderosa. A leitura é tão interessante e delicada que a gente fica preso às páginas sem conseguir parar de ler.



Do Nosso Jeito: Mulheres, Liderança e Sucesso – Maureen Chiquet

Sempre gostei bastante de conhecer histórias de empreendedorismo, principalmente de mulheres de sucesso que nos inspiram por terem chegado tão longe. Em um mundo onde as principais lideranças são masculinas e temos que batalhar muito para alcançar os mesmos méritos, é gratificante ler sobre as mulheres que conseguem. Sendo assim, resolvi começar a ler essa obra e conhecer um pouco mais a história de Maureen Chiquet.
Nesse volume, a Ex-CEO mundial da Chanel descreve a sua trajetória de uma Bacharel em Artes com Especialização em Literatura até chegar ao cargo de liderança de uma das maiores marcas de luxo do mundo, passando por cargos importantes como estagiária de marketing na L’Oréal em Paris, a ascensão dos níveis hierárquicos da Gap e da Old Navy, e o período em que foi presidente da Banana Republic. Com uma linguagem simples e deliciosa, Maureen deseja inspirar uma nova geração de mulheres a cultivar sua própria maneira de viver e liderar, desejando reconsiderar o que significa ser mulher, mentora, esposa e mãe.

Logo no início da leitura, ela fala que não existe fórmula correta para perguntas como alcançar o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional ou como ser promovida, que ninguém tem essas respostas. Porém, que ela conhece a atitude e a sensibilidade, as perguntas e curiosidades que a conduzirão a caminhos de autodescobertas além dos limites.