Eu ainda não
tinha lido nenhum dos livros desta série, mas sempre gostei de obras mais
infantis, e amo Meg Cabot (ela é uma das minhas autoras favoritas, além de ser
incrivelmente linda e fofa). Então resolvi que queria ler um dos volumes de Allie
Finkle, uma das poucas séries dela que eu ainda não tinha lido nenhum exemplar.
E foi por este motivo que agora venho compartilhar com vocês tudo o que achei
deste volume. Mas preciso comentar que só li o sexto, que por acaso é o último,
portanto não posso falar sobre os anteriores.
Nesta série
conhecemos Allie Finkle, uma menina de apenas nove anos que, diferente das
outras meninas, não escreve um diário comum, e, sim, um caderno de leis, onde
ela anota tudo que considera muito importante (uma lei para ela) para conseguir
viver em sociedade. Foi muito gostoso poder acompanhar as leis que ela cria,
pois, além de algumas serem bem divertidas, muitas são realmente importantes. Cada
uma delas é o título de um capítulo, nos dando uma prévia do que podemos
esperar.
Neste volume
nossa protagonista descobre que irá fazer uma excursão escolar para a Campina
Pote de Mel, um museu vivo que antigamente costumava ser uma escola onde todos
estudavam juntos, independente da idade ou série. Como ela nunca andou de
ônibus escolar, o que era um sonho já que mora tão perto da escola, vemos o
quanto Allie está animada, e mesmo quando sua professora pede para que todas
usem roupas mais antigas, vestindo-se à caráter para a visita, nossa
protagonista não desanima nem um pouco.
Tudo estava
bem e perfeito até que nossa protagonista descobre que a sua turma irá dividir
o ônibus com a sua antiga turma da outra escola. E para piorar toda a situação,
ela é colocada no mesmo time de atividades de Mary Kay, sua ex-melhor amiga que
traiu sua confiança no passado.
O livro é realmente
bem fofo, e mostra, principalmente para os mais jovens, que tem como sair de
cabeça erguida em diversas situações, e como tirar o melhor proveito de todas
elas. Além disso, as regras que Allie cria são incríveis e realmente úteis para
a vida, como a lei número cinco: “Quando você está se sentindo mal, a pior
coisa que pode fazer é contaminar os outros com seu mau humor”, ou engraçadas
como a lei número três: “Perguntar para a professora sobre o namorado dela é
violar as leis”, passando por umas bem interessantes como a lei número quinze:
“Fofocar é maldoso, a não ser que seja por um bom motivo”.
Como falei
acima, este é um volume infantil, então a linguagem é bem leve e simples, nos
trazendo uma história fofa e encantadora, personagens incríveis e um pano de
fundo simplesmente encantador, e que pode realmente acontecer com qualquer um.
Esta foi a
primeira série da Meg voltada para o público infantil, todas as demais eram
para adolescentes ou adultos, apesar de agora ela ter começado a escrever
outro, uma spin-off de “O Diário da Princesa”, que ainda não foi lançado no
Brasil, mas este é um assunto para outra resenha. Aqui todos os seis exemplares
já foram publicados e fiquei curiosa para ler os antecessores, o que devo fazer
em breve.
A capa é uma
graça, com cores em tons pastéis e pequenas ilustrações adoráveis, seguindo o
padrão de todos os demais títulos da série, e ainda são muito mais bonitas do
que as edições americanas. As páginas são amarelas, o texto tem fonte em
tamanho onze e palavras e frases bem espaçadas.
Recomendo
este volume para todas as pessoas que curtem uma história incrível voltada para
o público infantil, que consegue ser bem leve e divertida, e que, além de
conquistar os leitores mais jovens com ensinamentos através de leis, conquista
também os mais velhos com uma história despretensiosa e personagens incríveis.
Amei, e a partir de agora pretendo comprar os volumes anteriores para ter a
série completa em minha estante, assim como na minha vida, para lê-la o quanto
antes.
Avaliação











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