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A Caminho do Azul Sereno - Never Sky #03 - Veronica Rossi

Gostei bastante dos dois primeiros livros desta série, “Sob o Céu do Nunca” (Resenha 01 e Resenha 02) e “Pela Noite Eterna” (clique no título para ler a resenha). E, por este motivo, estava realmente muito ansiosa para o terceiro ser lançado aqui no Brasil para eu poder ler o desfecho desta história. Quando vi que a Rocco iria lançar este volume, quase pulei de alegria, e, assim que foi possível, comecei minha leitura. Agora, venho compartilhar com vocês todas as minhas opiniões. Como este é o último livro desta trilogia, essa resenha vai conter pequenos spoilers dos volumes anteriores para que eu consiga dar uma explicação sobre algum argumento, mas não vou me estender muito.
Em “A Caminho do Azul Sereno”, vemos que Perry está levando sua tribo para uma caverna por conta do aumento das tempestades de éter. Ele está determinado a encontrar o Azul Sereno e Ária está do seu lado nesta busca, e, para isso, eles precisam unir Forasteiros e Ocupantes para conseguir sobreviver e salvar aqueles que amam. As coisas não estão nada fáceis, mas um tem o outro para ajudar nessa jornada. Então, vemos esses dois enfrentarem grandes desafios que vão colocar à prova muito mais do que imaginavam, e até mesmo o amor entre eles é testado.
Neste volume conhecemos melhor os Marés e vemos que mesmo Ária estando com um ferimento no braço, ela continua sendo uma protagonista forte e valente, que nos encanta com o seu jeito de ser e faz com que a gente torça por ela em todos os momentos. Perry também está cada vez mais determinado, mostrando ainda mais maturidade em suas ações, e que ele pode ser um bom líder, disposto até mesmo a se sacrificar pelo seu povo. Todos os personagens criados por Rossi são muito bem descritos e desenvolvidos, fazendo com que o leitor se encante por todos eles.
Com muitas mortes, reviravoltas e vários acontecimentos, nós nos pegamos em vários momentos bem aflitos para saber o que vai acontecer. Também encontramos muitas revelações, que nos deixam de boca bem aberta e queixo caído, e a trama foi ficando cada vez mais envolvente e marcante. Gostei bastante deste último volume e acho que a Veronica conseguiu trazer um final bastante satisfatório para nós, leitores.
A narrativa da autora continua deliciosa, nos prendendo em todos os momentos com sua fluidez, sendo uma leitura rápida e dinâmica, com bastante ação e fantasia, que não deixam a trama ficar parada nem por um segundo. Além do mais, há uma pitada de romance na medida certa que deixa tudo ainda mais gostoso.


Pela Noite Eterna - Never Sky #02 - Veronica Rossi

Eu já havia lido o primeiro volume desta trilogia há alguns anos e me lembro que fiquei louca para ler a continuação. Passou bastante tempo desde o lançamento do primeiro volume, mas não ficaremos sem poder ler mais da série, já que finalmente a tivemos o lançamento de “Pela Noite Eterna”. Claro que assim que me foi possível, comecei esta leitura que eu estava aguardando ansiosamente e agora venho compartilhar tudo o que eu achei com vocês.
Esse segundo volume começa exatamente onde o primeiro parou, dando-nos uma continuação da história sem perder nem um segundo. Em “Sob o Céu do Nunca” (Resenha 01 / Resenha 02) vimos que Ária era uma ex-moradora de Quimera, uma civilização sem contato com o mundo exterior, que acaba formando uma aliança com Peregrine, também conhecido como Perry, um forasteiro, para que ambos possam sobreviver e buscar seus objetivos. Agora que estão no exterior, a trama mostra como este ambiente foi afetado pelo Éter e vemos também como nossos protagonistas foram afetados pelos últimos acontecimentos.
Ária ainda tenta lidar com a descoberta do seu dom e com a tragédia que aconteceu na cúpula em que sua mãe estava. Já Perry tenta lidar com as responsabilidades de comandar uma comunidade da qual ele é soberano de sangue, até porque, quando resolveu levar Ária para lá, todos pareceram aceitá-la muito bem, mas o desprezo que tinham pela menina era tão grande que até mesmo fizeram um atentado contra ela.
Para que as pessoas não se irritem mais e eles consigam uma maior aceitação, ambos tentam manter em segredo o seu relacionamento, fingindo ser apenas aliados, mas, para Ária, aguentar todos os insultos que recebe dos moradores da comunidade está sendo bem difícil. E, para piorar as coisas, as tempestades de Éter estão cada vez maiores, destruindo tudo o que encontram pela frente, fazendo com que eles enfrentem muitos desafios para encontrarem o Azul Sereno, local onde não existe o Éter.
O livro é narrado em terceira pessoa, o que gosto bastante já que nos dá uma visão mais ampla de tudo o que está ocorrendo na história. E também é dividido pelo ponto de vista de Ária e pelo ponto de vista de Perry em capítulos alternados, o que faz com que a gente entenda melhor tudo o que os protagonistas estão passando e sentindo.
Os personagens estão ótimos, cada um com o seu jeito de ser, e vemos como eles foram amadurecendo ao longo do tempo, inclusive por conta de tudo o que passaram. Neste volume conhecemos novos personagens como Liv, a irmã de Perry, que, apesar de já termos escutado sobre ela no volume anterior, ainda não havia aparecido na história.
A capa é uma adaptação da original e segue um padrão com a do primeiro livro, desta vez com uma representação do Perry na fotografia, e o título da edição impressa tem um acabamento prateado bem bonito. A diagramação também segue o estilo do antecessor, com imagens de silhuetas de galhos no início de cada capítulo, e fonte e espaçamentos confortáveis para uma leitura agradável.  As páginas são amarelas.
No Brasil apenas os dois primeiros volumes desta trilogia foram publicados, sem previsão ainda para o desfecho, “Into the Still Blue”, mas não acredito que vá demorar muito para este também ser traduzido por aqui. Os únicos que infelizmente não sei se terão edições nacionais são os contos extras que complementam a série, "Roar and Liv" (#0.5) e "Brooke" (#2.5), que no exterior foram publicados apenas em e-books.
Com uma aventura cheia de adrenalina, alianças e mistérios, “Pela Noite Eterna” consegue conquistar a gente a cada virada de página com personagens incríveis e um pano de fundo maravilhoso. Foi bem gostoso acompanhar nossos protagonistas em uma narrativa rápida e fluida, que com certeza vai conseguir agradar a todos que gostam de distopias, já que esta é uma excelente continuação, e, por estes motivos, eu recomendo esta série para todo mundo.
Avaliação



Sob o Céu do Nunca - Never Sky #01 – Veronica Rossi

Ária sempre viveu na cidade encapsulada, onde sua vida e de todos os outros ocupantes dali é mais segura e também frágil, afinal eles são protegidos do mundo exterior, cujo local é muito perigoso, tanto por conta das pessoas (muitas delas são, inclusive, canibais), quanto por causa das tempestades de éter e o ar que se respira, entre outros.
Quando uma situação ocorre, fazendo com que ela tenha que ir para fora de seu lar, Ária tem certeza de que não vai sobreviver. Mas, com a ajuda de Perry, um Forasteiro, ela pode ter uma chance. Ele é tudo o que a garota não é, mas precisa dela para algo que não pode fazer sozinho.
Essa aliança, benéfica para ambos, é que vai mantê-los vivos enquanto buscam formas de alcançar seus próprios objetivos. O que eles não poderiam prever é que suas diferenças iam se completar tão bem, e o que era algo forçado acaba resultando em sentimentos por parte de ambos. Mas esta jornada está apenas começando e no meio de tanta crueldade e também beleza, Ária e Perry vão ver seus mundos colidindo por algo muito maior.
Alguns anos atrás (mais especificamente em 2013), li este livro, que havia sido lançado pelo, hoje extinto, selo Prumo, e lembro que amei a leitura e fiquei louca para ter a continuação em mãos o quanto antes. Só que a Prumo fechou e nada de notícias até que, finalmente, a Rocco divulgou o lançamento deste exemplar com uma nova edição e capa, desta vez pelo selo já existente e muito conhecido, Rocco Jovens Leitores. Mas a melhor notícia de todas é que eles vão trazer as continuações! E a sequência, “Pela Noite Eterna”, inclusive já é lançamento de fevereiro!!
Para me preparar para continuar esta saga tão incrível que eu tanto amei, resolvi reler o primeiro volume, e não é que eu ainda estou amando esta história? A contagem regressiva para ter a continuação em mãos logo está a pleno vapor! Hahaha
Adoro distopias e esta de Veronica Rossi realmente merece reconhecimento, porque é incrível, bem escrita, e os personagens são sensacionais. Inclusive, a construção deste mundo feito por ela é muito interessante e foi feita de uma maneira que consegue nos inserir na história com facilidade, como se tudo aquilo fosse real.
Narrado em terceira pessoa, conhecemos dos lados da história através dos protagonistas Ária e Perry, cuja indicação de quem iremos seguir naquele instante é mostrada no início de cada capítulo. Adoro este tipo de narrativa, pois dá para acompanharmos a trama de maneira mais ampla, além de nos sentirmos próximos de mais de um personagem. E os dois principais são realmente maravilhosos, cada qual com sua personalidade bem definida. Confesso que fiquei encantada por Perry e senti bastante admiração por Ária.
A autora soube trabalhar a construção dos personagens muito bem, não só dos principais, mas os secundários também ganham destaque, e todos eles conseguem transmitir o que estão sentindo ao leitor, nos deixando ainda mais próximos de cada coisa que enfrentam. Além disso, foi ótimo poder acompanhar de perto seus crescimentos e perceber que no final eles estão muito mais maduros do que no início da leitura.
O relacionamento amoroso também foi bem apresentado e desenvolvido no momento certo. Nada aconteceu com pressa, e nem de maneira forçada, mas, sim, foi acontecendo gradativamente, e de forma bem gostosa, do tipo que nos faz torcer pelo casal. E, diferente de alguns outros títulos para jovens, Perry e Ária sabem que o que sentem pelo outro não é o mais importante de tudo, há muitas questões que eles precisam resolver em suas vidas e não deixam o amor que sentem atrapalhá-los.
Ainda não há previsão para o desfecho, "Into the Still Blue", ser publicado aqui no Brasil, mas não duvido que isto ocorra ainda este ano. Só não sei se os contos que complementam a série (não são obrigatórios, mas, sim, extras), "Roar and Liv" (#0.5) e "Brooke" (#2.5), que no exterior foram publicados apenas em e-books), ganharão traduções nacionais, mas estou torcendo muito para que sim, pois adoro quando as editoras o fazem, visto que fico querendo ler tudo relacionado aos livros que gosto.
Esta edição, como comentei no início desta resenha, é nova, incluindo a capa. Confesso que já gostava da anterior nacional, mas também curti esta, que na verdade é uma adaptação da original. A versão impressa conta com verniz localizado na parte superior, mas o meu já está soltando, infelizmente, já a parte inferior é fosca o e título é prateado. A diagramação interna segue o mesmo estilo da edição anterior nacional e eu gosto bastante, inclusive na questão do tamanho do texto e espaçamentos, super confortáveis para uma leitura mais fácil.
Indico o primeiro livro da trilogia “Never Sky” para todos os leitores que curtem distopias bem construídas e desenvolvidas, com protagonistas incríveis, momentos de tensão, de amor, de alegria, tristeza e esperança. Fiquei apaixonada por este história e não vejo a hora de poder continuar acompanhando Perry e Ária em suas jornadas.
Avaliação



Never Sky: Sob o Céu do Nunca – Veronica Rossi


Em “Sob o Céu do Nunca”, primeiro livro da trilogia Never Sky, da autora brasileira (mas que reside no exterior), Veronica Rossi, somos apresentados a um mundo bem diferente do que vivemos atualmente, onde existe Éter no céu, com suas tempestades elétricas e destruidoras, e onde há uma divisão de pessoas entre os que vivem protegidos em cidades encapsuladas, e os que vivem fora de proteção, no mundo externo, onde existem inúmeras formas de morrer facilmente.
As pessoas que vivem fora desses núcleos são obrigadas a lutar por sobrevivência, vivendo em lugares planejados e com muita falta de recursos, precisando sair de suas terras vez ou outra e tendo que aprender a lutar e caçar para conseguir viver e se alimentar. Alguns vivem em companhia de outros, em grupos pequenos ou grandes, e há aqueles que vivem solitários.
Do outro lado existem as pessoas protegidas dos males externos, onde não há doenças e nem dor, onde tudo é facilmente controlado, um lugar repleto de tecnologias e regras. Os habitantes podem frequentar os locais que desejarem graças a um dispositivo tecnológico chamado de olho mágico, que os fazem ter a sensação de estarem onde quiserem, além de poderem sentir todas as sensações de uma forma “melhor que real”.
Nesse contexto conhecemos os dois protagonistas dessa magnífica história. De um lado temos Ária, uma jovem com uma voz linda, que vive em Quimera, longe de sua mãe, que é uma cientista muito importante que está trabalhando em outro núcleo, e só conhece a vida segura dentro desse local, controlada e cheia de tecnologias, onde tudo é artificialmente real. Do outro lado há Peregrine, um jovem que vive em uma das tribos do lado de fora, sob um perigoso céu de éter, é um excelente caçador e pode matar humanos para sobreviver, e que ama incondicionalmente seu sobrinho, uma criança de sete anos, Talon.
A história já começa de uma forma eletrizante, com Ária e alguns outros jovens que vivem próximos a ela em uma cúpula de serviço (local que abastece a cidade com comida, água e oxigênio) proibida, que havia sido danificada recentemente. Quando algumas coisas saem de controle e um dos jovens começa a ter ideias insanas e as coloca em prática, algo muito ruim acontece e Ária, sozinha, acaba sendo banida de Quimera.
Sem conhecer nada do mundo exterior e certa de que vai morrer de alguma forma, Ária acaba encontrando com Perry, que também vivenciou algo muito ruim há pouco tempo. Opostos, mas com um objetivo em comum, eles resolvem criar uma aliança benéfica para ambos e seguem, juntos, em uma nova jornada para buscar o que precisam. E é nesse momento que, apesar dos preconceitos que sentem inicialmente pelo local em que o outro foi criado, seus mundos começam a bater de frente e se fundir gradativamente.
Que livro fantástico! Particularmente, eu adorei tudo. Desde a criação e divisão desse mundo desenvolvido pela autora, que mesmo não sendo real, transmite uma sensação de realidade palpável, passando pelos acontecimentos e explicações que iam sendo fornecidos ao leitor conforme o passar das páginas, até os personagens. Todos eles são incríveis, muito bem construídos, cada um com suas particularidades e também as semelhanças e diferenças com os próximos, seus sentimentos bem definidos e transmitidos ao leitor de uma forma maravilhosa. Já li algumas distopias, umas ótimas, outras nem tanto, inclusive porque é um gênero que eu gosto muito, mas com certeza essa entrou para minha lista de preferidas.
Em nenhum momento da leitura é dito quando a história é passada, mas parece que é em um futuro nosso, algo que realmente poderia vir a acontecer um dia. E isso, ao mesmo tempo em que é assustador, transmite consciência ao leitor, tornando-se mais um ponto super positivo.
Achei interessantíssimo o nome escolhido pela autora, inclusive porque há uma passagem explicativa durante a história, que o faz ter todo o sentido. O céu na capa, unido a esse título, combinou perfeitamente e tem tudo a ver com a obra.
A narrativa é em terceira pessoa e intercalada entre os dois protagonistas, Ária e Perry, e no início de cada capítulo há o nome de quem será o foco principal naquele momento. Adorei os dois, Ária é uma garota incrível que conseguiu minha admiração e Perry é totalmente apaixonante, e com todas as suas características com certeza entrou para a minha lista de crush literária.
Uma das características da escrita da autora é que ela faz com que seus personagens tenham e demonstrem sentimentos, e mesmo quando eles não querem fazer isso o leitor consegue percebê-los, o que eu achei ótimo porque nos deixa ainda mais próximos deles.
Conforme a leitura vai avançando, podemos acompanhar a transformação de Ária, resultado do seu crescimento conforme os acontecimentos vão surgindo e ela precisa se adaptar a tudo, que é tão diferente de como foi criada. Ela começa uma personagem mais passiva e termina outra, uma guerreira, e achei isso incrível, adoro ver esse desenvolvimento nas protagonistas, principalmente quando ele é bem feito, o que foi o caso.
Peregrine é um personagem maravilhoso, ele tem aquele ar de selvagem, com cabelos bagunçados, e é grande, forte e guerreiro, também é caladão, não gostar de se expor e nem de revelar muito sobre si próprio, mas tem um coração enorme e se importa com quem merece. No meio de diversos defeitos, as qualidades dele se superam, o que me fez gostar ainda mais dele.
Gostei demais do relacionamento entre Ária e Perry, ele não aconteceu do nada, muito menos se olharam e já eram o amor da vida um do outro, pelo contrário, os sentimentos foram surgindo conforme as páginas foram sendo avançadas de uma maneira tão natural que parece que aconteceu de verdade e não apenas nas páginas de um livro. Mas, ao mesmo tempo em que vemos o amor entre eles crescer e se tornar enorme, vemos que eles sabem que só os sentimentos não bastam, existem coisas mais importantes em suas vidas com as quais eles precisam lidar, principalmente porque outras pessoas também precisam deles.
Curti muito conhecer alguns dos personagens secundários da trama, entre eles Talon, o menino que é sobrinho de Perry, que é uma criança maravilhosa, doce e desejei que coisas boas acontecessem com ele logo, Paisley, uma amiga de Ária de Quimera, que apesar de não ter aparecido muito, me encantou, Roar, um amigo de muito tempo de Peregrine, e com quem ele e Ária encontram durante a jornada que fazem juntos, Cinder, um adolescente sofrido que tem um segredo que pode ajudá-los, Marron, um homem de muita importância e que os ajuda muito quando eles precisam.
Durante a leitura, há momentos tristes e outros bem revoltantes, o que mexeu bastante com meus sentimentos, principalmente com as mortes que eu não gostaria que tivessem acontecido, fiquei triste com essas perdas.
Quando cheguei ao final da leitura fiquei bastante curiosa com o que está por vir, algumas respostas já foram dadas, mas ficaram algumas pendências e novas questões foram abertas para serem desvendadas nos próximos livros da trilogia. O segundo volume, Through the Ever Night, já foi lançado lá fora e parece que tem previsão de lançamento para o segundo semestre desse ano aqui no Brasil, vamos torcer para que isso seja verdade.
Eu achei essa capa linda e tem tudo a ver com o conteúdo do livro! Tem muito leitor no Brasil que não curtiu muito a versão nacional, mas eu adorei, principalmente vendo ela impressa em minhas mãos, já que tem um efeito metálico fosco maravilhoso. A parte interna gráfica também está linda, cada início de capítulo há uma silhueta de galhos secos de uma árvore, a diagramação está muito bem feita, com uma fonte e espaçamento ótimos para leitura e as páginas são amareladas e de um material leve, fazendo com que o livro não fique muito pesado mesmo com suas 336 páginas.
Recomendo bastante essa obra muito bem escrita, com personagens bem humanos, com suas qualidades, falhas, defeitos e, principalmente, sentimentos. Também indico muito para aqueles que gostam de uma deliciosa história de amor que cresce com o tempo, e que nos faz torcer bastante. Se você gosta da junção jovem adulto mais distopia, tem vontade de conhecer mais sobre os locais divididos e como tudo funciona nessas sociedades, quer saber mais sobre o céu com Éter, e o que aconteceu para Ária ser expulsa e se unir a Perry numa jornada com muitos perigos, corra logo e comece a ler essa trilogia.
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