Desde que eu
li a sinopse de “De Volta a Blackbrick”, fiquei encantada com a premissa da
história e, por este motivo, quis logo que possível começar a minha leitura.
Sou uma grande fã de infantojuvenis, pois na maioria das vezes leio uma trama
incrível com uma pegada mais leve, porém sempre abordando algum tipo de
ensinamento no pano de fundo.
Neste volume
conhecemos Cosmo, um menino que apesar de bem novo já passou por bastante coisa
em sua vida. Isso porque ele perdeu o irmão mais velho em um acidente de carro,
e sua mãe começou a virar uma viciada em trabalho, se mudando para Sidney e
deixando-o para morar com o avô. O que ele não poderia contar também é que mais
uma vez iria ter que passar por uma grande mudança em sua vida, uma vez que o
seu avô, o homem mais inteligente que já conheceu, está com Alzheimer, e por
este motivo está perdendo a memória.
Quando o avô
de Cosmo, em um dos seus raros momentos de lucidez, entrega uma chave para o
garoto e pede para que ele vá até a mansão de Blackbrick com a instrução de que
ele encontre o portão sul, já que o mesmo iria estar lá lhe esperando, ele não
vê outra alternativa a não ser realmente ir até lá, já que havia prometido. E
por conta disso Cosmo acaba pegando um táxi para conferir a história dele.
O que jamais
poderia imaginar é que, ao chegar ao local combinado, ele realmente encontra o
seu avô, só que com apenas dezesseis anos, descobrindo, assim, que aquele local
na verdade é um portal para o passado. Nossa protagonista então se vê em uma
grande aventura junto com o seu avô e também vê a oportunidade de mudar alguns eventos
para conseguir alterar o futuro.










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