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Nada Escapa a Lady Whistledown - Lady Whistledown #01 - Julia Quinn, Suzanne Enoch, Karen Hawkins & Mia Ryan

Quem acompanha as resenhas aqui no blog ou no nosso Instagram (@houseofchick) já deve ter notado o quanto amo Julia Quinn e suas obras. Ela, inclusive, já se tornou a minha autora favorita de Romances de Época e também uma das preferidas da vida. Então, sempre que uma de suas obras é publicada no Brasil eu já corro para adquirir meu exemplar e lê-lo o quanto antes. Afinal, são tramas deliciosas, bem construídas, divertidas e românticas, com personagens maravilhosos que logo se tornam nossos queridinhos. Tudo o que eu mais amo em uma leitura!
Por conta disso, assim que a Editora Arqueiro publicou o primeiro volume da duologia “Lady Whistledown”, eu corri para ler meu exemplar. Para quem não sabe, essa obra reúne quatro histórias mais curtas escritas por quatro autoras diferentes, que são: Julia Quinn, Suzanne Enoch, Karen Hawkins & Mia Ryan. Cada história possui seu enredo completo com início, meio e fim e seus próprios protagonistas.
Mas há três pontos em comum nelas. O primeiro é que todos possuem personagens que são citados nas colunas de fofocas da famosa cronista Lady Whistledown, que escrevia as novidades com os melhores comentários da época. Ela é uma personagem icônica da série mais famosa de Julia Quinn, “Os Bridgertons”. Até o quarto volume não sabíamos a verdadeira identidade dela, então esses contos aqui se passam nesse período, no começo do século XIX, na Inglaterra Regencial. Mas podem ficar tranquilos porque essa leitura é completamente independente da série “Os Bridgertons” e também do outro volume da duologia “Lady Whistledown”, que traz outras histórias com personagens diferentes.
O segundo ponto é que todas as tramas acontecem ao mesmo tempo e também nos mesmos locais. Então está havendo o inverno mais frio de Londres, com direito a um Tâmisa congelado, e uma temporada com bailes na Alta Sociedade, inclusive uma patinação no local.
O terceiro ponto em comum é que as tramas são interligadas de alguma forma. Ou seja, o protagonista de um faz uma pequena aparição na outra, e a cena em questão é citada de alguma maneira diferente, então temos a chance de conhecer uma nova perspectiva de um mesmo acontecimento. Considero isso bem divertido e interessante, afinal é assim que a vida acontece, cada pessoa vive sua própria vida, mas pode aparecer no background de outro indivíduo porque se esbarram, são assuntos de conversas paralelas, entre outros.
Na primeira história, “Um Amor Verdadeiro”, escrita por Suzanne Enoch, somos apresentados a Lady Anne Bishop e Maximilian Trent, marquês de Halfurst. Ela foi prometida em casamento a ele quando nasceu e ele ainda era uma criança. Mas os dois nunca tiveram qualquer tipo de envolvimento e ela morava em Londres enquanto ele em Yorkshire. Até que a jovem acaba de sair na coluna de Lady Whistledown por conta de uma cena que protagonizou no parque com outro homem. Fazendo com que ele saia de sua toca e venha conhecer sua noiva. Só que nem tudo sai como planejado, já que ela não vai ceder facilmente só porque eles são prometidos.
Esse conto é maravilhoso e muito divertido, com uma protagonista incrível que apronta umas situações para escapar de Maximilian que nos fazem rir. Assim como Anne, eu também não cederia facilmente a alguém que não tive contato a minha vida inteira só porque meus pais me prometeram em casamento, mas no fim acabaria me apaixonando porque ele é encantador.
Em seguida é a vez de Karen Hawkins com “Dois Corações”, onde conhecemos a Srta. Elizabeth Pritchard e Sir Royce Pemberley. Eles são amigos há muitos anos, mas nunca tiveram nenhum envolvimento além da amizade. Até que ela resolve que quer se casar e, como é uma mulher independente e decidida, que fez sua própria fortuna devido a sua inteligência e toma suas próprias decisões, segue em frente com seu plano. Mas Royce acaba se incomodando com isso, afinal ele quer continuar um solteirão convicto e acredita que ela deve seguir o mesmo caminho. Mas, quando nota que pode acabar perdendo-a, percebe que é hora de agir e deixar seus receios de lado.
A minha parte preferida dessa história foi a protagonista, que é forte e independente e faz o que quer quando quer, mesmo que todos falem dela ao seu redor, já que nunca se importa com a opinião alheia, afinal é dona de seu próprio nariz e fortuna. Ela também é um pouco excêntrica no modo de se vestir, o que adorei!
No terceiro conto temos a chance de acompanhar Lady Caroline Starling e o marquês de Darington, Terrance Greyson em “Uma Dúzia de Beijos”, de Mia Ryan. Há alguns anos, o marquês de Darington morreu, deixando o título para Terrance Greyson, que logo assumiu o novo lar, expulsando as moradoras do local, sendo que uma delas era ninguém menos do que Caroline. Então é claro que ela não gosta muito do homem. A questão, porém, é que ele logo se encanta por ela e vai fazer de tudo para mudar a opinião da moça a seu respeito, o que não será uma tarefa fácil.
Curti muito essa trama e conhecer melhor os personagens. Nem sempre a verdade é aquilo que sabemos e aqui podemos entender muito bem essa afirmação. Gostei de desvendar os segredos e ver os sentimentos dos protagonistas nascendo e se fortalecendo.
E para finalizar com chave de ouro, conhecemos a história da minha autora querida, Julia Quinn. Em “Trinta e Seis Cartões de Amor” somos apresentados a Susannah Ballister, que, quando debutou, foi a moça mais promissora da temporada. Tudo estava indo maravilhosamente bem com ela, indo a diversos bailes e vivendo um sonho com Clive Mann-Formsby. Todos tinham certeza de que um casamento seria anunciado em breve. E realmente foi, só que ela não era a noiva. Depois da rejeição e humilhação pública – afinal todos ficaram sabendo e ela foi destaque nas colunas de fofoca de Lady Whistledown –, Susannah passa um tempo no campo antes de retornar a Londres. O que ela não contava é que de repente surge um novo pretendente, alguém completamente inesperado, o irmão de Clive, David Mann-Formsby, o conde de Renminster. Será que ela vai vivenciar tudo aquilo novamente ou dessa vez o amor vai falar mais forte?
Nem preciso dizer que amei esse conto! Esse foi um casal surpreendente que funcionou maravilhosamente bem. Adorei as interações entre os dois, a forma como os sentimentos foram surgindo e o fato de Susannah ter dado a volta por cima, conquistando alguém muito melhor do que o canalha do Clive. Foi a perfeita vingança, ainda que ela não a tenha planejado.
O outro livro dessa duologia, chamado “Lady Whistledown Contra-Ataca”, foi publicado anteriormente aqui no Brasil, porém no exterior ele é o segundo livro. Como comentei antes, não é preciso ler em uma ordem porque cada história é completamente independente das demais, tanto do exemplar em questão quanto de sua “continuação”. Já li esta obra também e adorei! Então quem quiser pode conferir minha resenha com minhas opiniões clicando no título para ser redirecionado.
Das autoras presentes, eu conhecia todas somente por conta do primeiro livro da duologia que li. Porém, depois disso, também li uma obra completa de Suzanne Enoch, a qual me encantou completamente. Então já quero ler mais alguns de seus trabalhos, assim como das demais escritoras.
Eu realmente amei esse exemplar! É ainda melhor do que o outro que li anteriormente, e fiquei apaixonada por exatamente todas as histórias. Tanto que fiquei desejando por mais, uma pena que são só dois volumes. As escritas das autoras são maravilhosas, super sincronizadas e divertidas. As tramas são completas, apaixonantes e bem desenvolvidas. Seus personagens são donos de personalidades incríveis, bem construídos e adoráveis.  
Algo que achei bem interessante é que todas as crônicas de Lady Whistledown foram escritas pela própria Julia Quinn, a criadora da personagem e também a organizadora dessa antologia, o que deixou a personagem ainda mais genuína. Afinal ela sabe lhe dar o tom certo e faz os melhores comentários, fazendo com que pareça a mesma pessoa em todas essas histórias, assim como nos volumes de Os Bridgertons que ela apareceu. E ela teve que ler as tramas das outras escritoras para saber o que comentar, tornando tudo ainda mais “real”.
Mais uma vez, Julia Quinn consegue encantar o leitor com um romance de época delicioso e ainda vem acompanhada de três autoras maravilhosas, Suzanne Enoch, Karen Hawkins e Mia Ryan, que juntas nos apresentam histórias deliciosas, protagonistas muito cativantes, quatro romances apaixonantes e sorrisos gratuitos no decorrer das páginas.
Avaliação




Como Se Vingar de Um Cretino - Lessons in Love #01 - Suzanne Enoch

Lady Georgiana Halley está cansada dos homens e da maneira que tratam as mulheres. Mas não está sozinha nessa, afinal suas melhores amigas, Evelyn Ruddick e Lucinda Barrett, pensam o mesmo. Por isso, em uma conversa que as três têm, decidem criar uma lista com regras que acreditam que os homens deveriam seguir para poder aprender a tratar melhor as mulheres. Depois, percebem que precisam colocá-la em prática e decidem escolher um homem cada uma para darem uma lição neles que os faça aprender a ser um perfeito cavalheiro e tratar qualquer pessoa bem.
A primeira a colocar o plano em ação é Georgie, que escolhe ninguém menos que Tristan Carroway, visconde de Dare, com quem ela já teve um tipo de relacionamento no passado, mas que resultou em algo ruim e que trouxe consequências para a jovem. E tudo por causa de uma aposta que ele fez e que ela descobriu, ficando arrasada. Agora, com um misto de desejo por vingança para fazê-lo pagar pelo que fez anteriormente, e vontade de consertar a personalidade dele para que trate melhor suas próximas pretendentes, lady Georgiana volta a se aproximar de Dare com o intuito de fazê-lo se apaixonar por ela para depois abandoná-lo, ensinando a ele uma lição para que nunca mais brinque com o coração de nenhuma mulher.
Enquanto Tristan está passando por um momento bastante conturbado em sua vida pessoal, afinal sua família está à beira da falência e ele, como visconde de Dare, terá que fazer de tudo para ajudá-los. Por isso terá que se casar com uma mulher que esteja interessada no título de viscondessa, por mais que ele não consiga nutrir sentimentos por nenhuma delas. Porém, tudo fica bastante complicado já que, mesmo que ele tenha um alvo, lady Georgie volta a fazer parte de sua vida e está sempre atrapalhando seus avanços com outras mulheres, seja porque essa seja justamente a sua intenção, atrapalhá-lo, ou porque ele não consegue resistir a ela, não importe o quanto tente ou o quanto relembre que Georgie o odeie.
Mas ninguém manda no coração. E, por mais que a razão possa fazer qualquer um resistir, a emoção não consegue o mesmo desfecho. Então, por mais que Georgiana acredite que vá sair impune de tudo isso, seu coração definitivamente discorda. Resta saber se Tristan conseguirá reconquistar sua confiança e se tudo isso no final vai valer a pena.
Primeiramente gostaria de dizer que estou bem contente que a Harlequin ainda esteja investindo em romances de época e tenha decidido voltar a publicar os do período regencial como fazia alguns anos atrás, mesmo que o modelo de suas publicações tenha se modificado e agora eles sejam lançados em formato de livraria, o que é ainda melhor porque alcança um público mais amplo, para se apaixonar cada vez mais pelo gênero, fazendo com que ele cresça ainda mais e ganhe mais espaço no Brasil. Isso porque esse é meu gênero preferido, e não consigo enjoar dessas obras leves, divertidas e que trazem protagonistas à frente de seu tempo, donas de seus próprios narizes, ainda que a época não tenha sido a melhor para as mulheres. Ou seja, só tenho a ganhar, assim como todos os leitores que curtem essas obras, com novos títulos lindos e maravilhosos sendo publicados por aqui.
Dessa vez a escolha foi Suzanne Enoch, bem renomada lá fora, com mais de trinta livros publicados, mas que aqui no Brasil ainda não tinha muito destaque. Eu ainda não tinha lido nenhum livro da autora, mas já conhecia um pouco de seu trabalho através de um conto que li numa antologia, pelo qual fiquei apaixonada e se tornou um dos meus preferidos daquele exemplar. Então é claro que estava empolgadíssima para ler uma história longa dela e posso dizer que ela entregou o que prometeu e fiquei muito encantada por sua escrita e pela trama que construiu.


Georgie é uma protagonista fantástica, forte, decidida e com uma personalidade muito boa. Mesmo vivendo uma grande decepção amorosa no passado, conseguiu dar a volta por cima e lidar com as consequências de seus atos muito bem, não culpando Tristan por decisões que ela própria tomou. Também achei ótimo poder acompanhá-la lidando novamente com seus sentimentos por ele e com o fato de que o coração tem sua própria escolha, mas não deixando a razão de lado e lidando de forma bem madura com tudo isso, sem se deixar levar por Tristan só porque ele é bonito e irresistível e nem passa a confiar nele sem que ele faça por merecer. Pelo contrário, ela sabe se impor e sabe quando não aceitar o que ele diz ou faz. E, quando decide algo, faz porque quer.
Também gostei muito de Tristan. Ele é uma pessoa responsável e resignada, que sabe que deve cumprir seus deveres com a família por mais que tenha que sacrificar sua própria felicidade para o bem alheio. Ele sempre trata todos muito bem, é uma pessoa madura, apaixonante e dono de uma personalidade incrível. Gostei muito de poder conhecer seu eu verdadeiro e vê-lo tentando provar que não era exatamente o que muitos pensavam dele.
E algo que gostei bastante é que a autora soube trabalhar muito bem com os sentimentos dos personagens de uma forma natural, que não ficou forçada. Eles sabem o que fizeram no passado e entendem que tiveram suas próprias parcelas de responsabilidade e depois precisaram lidar com elas e as consequências de suas atitudes, tudo de forma bem madura e discreta. Fora que achei bem interessante como lidaram com o que sentiam um pelo outro depois de tantos anos, tentando se segurar e agindo racionalmente, mesmo que depois percebam que o amor é mais forte e acabem cedendo. Porque de vez em quando me incomoda quando determinados casais só conseguem se comportar baseando-se na parte carnal da relação, como se tudo não passasse de sexo. Enquanto aqui o amor é mais importante, mesmo que a parte física não fique de lado e, inclusive, também esteja presente em cenas explícitas na obra.  


Lady Whistledown Contra-Ataca - Lady Whistledown #02 - Julia Quinn, Mia Ryan, Karen Hawkins & Suzanne Enoch

“Lady Whistledown Contra-Ataca” é uma antologia com contos de quatro autoras diferentes, Julia Quinn, Mia Ryan, Karen Hawkins e Suzanne Enoch, que se interligam entre si de alguma forma e contam com a participação para lá de especial de Lady Whistledown, a cronista mais famosa da sociedade na época, que sempre contou as melhores fofocas sobre os membros da alta sociedade britânica, escandalizando e relevando segredos ocultos. Quem já leu a série mais famosa de Quinn, “Os Bridgertons” (clique no título para conferir as resenhas de todos os nove volumes), vai conhecer muito bem esta personagem, que foi de suma importância nos quatro primeiros livros.
Vou comentar brevemente sobre cada história para vocês poderem saber um pouco sobre o que cada uma trata, sem revelar muito para não ter risco de spoilers, visto que são tramas relativamente curtas. Como fio condutor do enredo, há um intrigante roubo de uma pulseira de rubis milionária que aconteceu num jantar na casa de lady Neeley, cujos culpados são um grande mistério.
No primeiro conto, “O Primeiro Beijo”, de Julia Quinn, conhecemos a jovem Tillie Howard, filha do conde de Canby, que perdeu o amado irmão no campo de batalha em Waterloo. Ela é uma moça doce e também o melhor partido da temporada. Do outro lado, há Peter Thompson, um ex-soldado, que lutou junto com o irmão dela em Waterloo, de quem era o melhor amigo. Ele não tem dinheiro ou dotes e precisa encontrar uma noiva o quanto antes. E acaba se apaixonando por Tillie, mesmo sabendo que ela não está a sua altura e que será difícil provar que está interessado apenas nela, não em seu dote.
Esse conto é completamente apaixonante. Tem uma pitada de melancolia e também alguns pontos bem tristes, mas de maneira geral é divertido, leve e fofo. Os personagens combinam muito bem e o romance é daquele tipo que nos faz suspirar e torcer pelo final feliz.
Em seguida, há “A Última Tentação”, de Mia Ryan, no qual conhecemos Isabella Martin, a dama de companhia de lady Neeley há dez anos, que sabe como produzir festas e as faz com maestria. Ela, então, é convidada a fazer uma festa para Anthony Doring, lorde Roxbury, já que o pai deseja que ele encontre logo uma noiva. A grande questão é que ele logo se vê envolvido por Bella, mas será bem difícil lidar com toda alta sociedade por conta de um possível relacionamento com a criadagem.
Gostei bastante da protagonista independente criada por Ryan. Bella é forte, alegre e sempre busca sorrir, independentemente da situação em que está passando. Roxbury é um homem interessante e apoia a moça e seus sonhos. Algo que me incomodou neste conto é em relação a escrita, já que na maioria das páginas Isabella ria, sorria, gargalhava ou outro verbo com o mesmo significado, inúmeras vezes. Ficava meio chato e desnecessário ler isso repetidamente.
“O Melhor dos Dois Mundos”, de Suzanne Enoch, é a terceira história da obra e traz Charlotte Birling como protagonista, uma moça recatada que segue à risca tudo o que uma jovem dama deve ser e como agir, já que seus pais temem que ela seja pega pelo mesmo escândalo de sua prima, que foi abandonada depois de se casar há muitos anos. Ela está sendo cortejada por um homem tão sem graça quanto sua reputação, até que chama a atenção de ninguém menos do que o maior libertino de Londres, lorde Xavier Matson. Um homem que seus pais nunca aprovariam. Mas ele fica tão envolvido que fará de tudo para provar para ela que, sim, se interessa pela aparência e pela personalidade da jovem, que nada de sem graça é pelos olhos dele.
Eu realmente adorei essa história! Achei maravilhoso o fato de um personagem masculino tão disputado se interessar pela moça “apagada” e mostrar para Charlotte que ela é muito mais do que acha, fazendo-a se enxergar com melhores olhos e desejar mais da vida para si mesma. Afinal, nada tem a ver com os escândalos alheios. E achei lindo que Xavier tenha continuado tentando de tudo para ficar com ela, mesmo que tivesse tudo contra ele.
E, finalizando este volume, conhecemos Sophia e Max, o visconde de Easterly, seu esposo que não vê há anos, em “O Único Para Mim”, de Karen Hawkins. Depois de uma grande confusão no passado, ele foi embora, deixando sua esposa, com quem havia se casado recentemente, para trás. Agora, depois de doze anos, ela decide que quer pedir a separação para talvez encontrar a felicidade de novo. E é quando ele volta para poder impedi-la e também conquistá-la novamente, mesmo sem ter tido qualquer contato pessoal com ela desde que foi embora e deixando-a sozinha durante todo aquele tempo. Pode até ser difícil, mas o fogo da paixão entre eles sempre entrou em combustão rapidamente, então Max está disposto a mostrar que ele ainda pode existir.