Mostrando postagens com marcador muito bom. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador muito bom. Mostrar todas as postagens

Filha da Tempestade – Richelle Mead


Em “Filha da Tempestade” conhecemos Eugenie Markham, uma xamã poderosa e confiante que trabalha enviando criaturas do Outro Mundo de volta para o lugar deles. A vida está tranquila até que ela recebe uma proposta de trabalho para algo muito mais difícil: resgatar uma jovem da mão de um dos nobres do Outro Mundo.
Só que esse trabalho não é tranquilo como os outros, dessa vez ela vai precisar atravessar para o Outro Mundo em carne e osso, não apenas em espírito, como sempre fez. E para isso vai precisar bolar um ótimo plano de resgate e ter muito cuidado, ou ela pode nunca mais vai voltar.
No meio disso tudo ela conhece Kiyo, que mexe com a cabeça – e outras partes do corpo dela – de uma maneira excitante e inexplicável. Mesmo tendo que ir para o Outro Mundo, ele não sai de seus pensamentos. Lá ela conhece Dorian, um rei sedutor e ambicioso, por quem acaba ficando mexida também.
Mas nada é tão simples como ela pensou que seria inicialmente e pior: acaba por descobrir que pertence ao Outro Mundo muito mais do que gostaria.
Agora, Eugenie precisa lidar com tudo, encontrar uma forma eficiente de resgatar a menina e ainda decidir por qual dos lados do triângulo amoroso ela vai optar.
A trama inteira é muito original e foi uma experiência agradável ler sobre o assunto de uma maneira diferente do que geralmente leio. E preciso citar, também, o quão admirável foi ver a criatividade da autora, ao criar/desenvolver tantas criaturas com diversas características que não chegaríamos nem perto de pensar. Gostei bastante da protagonista por ser uma mulher forte, destemida e temida por muitos. Assim como gostei de vários personagens, mas alguns não me agradaram. Só acho que existiam criaturas do Outro Mundo em uma quantidade muito grande, eram muitos nomes e explicações sobre cada uma delas – mesmo algumas sem explicação nenhuma – que até agora, depois de ler, ainda não gravei quase nada.
Sobre o triângulo amoroso da trama, eu gostei mais do rei Dorian, do que da raposa Kiyo, alguma coisa nele não me agradou e Eugenie gosta dele muito mais do que ele realmente merece. Então é óbvio que torço para que ela prefira ficar ao lado de Dorian, apesar de não estar confiante de que isso possa vir a acontecer.
Mas achei a narrativa de Richelle Mead bastante exaustiva, de uma forma que eu conseguia interromper a leitura em qualquer momento, não precisava nem terminar o capítulo – como eu geralmente faço – para fazer isso. Não li nenhum dos outros livros dela, mas nesse, em diversos momentos, eu ficava querendo ler mais rápido do que o normal só para poder avançar na história e, enfim, saber o que iria acontecer. Não que eu esteja desmerecendo a obra nem nada, mas me senti “empurrando com a barriga” a história diversas vezes.
Agora uma outra questão muito importante que faz com que muitas pessoas queiram ler os livros, e que outras o evitem de todas as maneiras possíveis: a forma como o sexo é abordado em suas páginas. Eu não tenho nenhum problema em ler sobre o assunto, na verdade sou indiferente, se tiver eu leio, se não tiver, não procuro. Mas Richelle Mead é explícita. Se você tiver algum tipo de pudor para ler cenas de sexo explícito em um livro, então “Filha da Tempestade” não é para você, pois a autora utiliza dessa forma de narrar mais de uma vez no decorrer da história e, sim, há detalhes. Mas caso você faça parte do grupo, que não se importa, ou do grupo que gosta de ler sobre o assunto, pois deixa o livro com um ar mais “hot”, então vai gostar muito desse.
Sei que muita gente é muito fã de Richelle Mead, principalmente por causa de Academia de Vampiros, que por sinal eu nunca li, mas infelizmente esse livro não se tornou um de meus preferidos, na verdade só o considerei muito bom, nada além disso.
Também não curti essa capa. Sei que a Agir manteve a original, mas não a acho nem um pouco bonita, mesmo que a mulher ali representada sirva como ótima modelo para a personagem. Agora o que ficou feio mesmo foram as tattoos, muito mal feitas, se queriam colocar uma coisa mais “real”, mais ainda a ver ainda com a personagem, que pelo menos fizessem um trabalho direito. O fundo vermelho, que mais parece um fogo, não tem nada a ver com a trama. Inclusive existe uma outra capa internacional para esse livro, que tem raios no fundo preto, que combina mais.
Enfim, se você está procurando por uma trama diferente e bem escrita, cheia de cenas de ação e que tenha bastante magia, e não se importa [ou gosta] de ler cenas de sexo explícito, vai gostar desse livro.
Vai ter um evento aqui no RJ, de “Filha da Tempestade” no dia 26/11, ou seja, sábado agora. Se você mora perto ou estiver por perto e quiser conferir, segue os dados do evento aí em baixo.

E quem quiser ver o book trailer, vou deixar aqui para vocês conferirem.


Inside Girl 2 – A coisa mais doce - J. Minter


Inside Girl – A coisa mais doce é o segundo volume da série homônima, e conta a história de Flan Flood, uma adolescente que faz parte da alta sociedade, e tem dois irmãos mais velhos, Patch e Feb, que são super descolados e frequentam as melhores e mais badaladas festas. Mas Flan é diferente deles e gosta de coisas mais tranquilas, como um bom filme antigo.
Flan passa a estudar em uma escola pública perto de sua casa e conquista novas amigas – sem deixar as antigas de fora – além de um namorado super fofo, Bennett.
Mas nesse livro tudo muda. Flan se apaixona por outro, Adam. E o pior, suas duas melhores amigas, Judith e Meredith também gostam do mesmo garoto.
Entre confusões, amizades ameaçadas e um novo romance no ar, há muita diversão enquanto Flan decide o que vale mais a pena, ao mesmo tempo em que sua irmã dá uma de responsável e começa a tratá-la como filha, e Sara-Beth, sua outra melhor amiga, precisa decidir como vai ser a decoração – louca – de sua nova casa.
Já havia lido e resenhado o primeiro volume dessa série aqui no House of Chick, e você pode conferir aqui. A palavra que eu usaria para definir esse volume com certeza seria: desnecessário. Esse livro começa de uma história já iniciada [já que é o segundo volume], e não termina. Aí você deve estar pensando agora: mas isso é o normal, já que esse é o segundo volume, e a série não têm apenas dois volumes. Mas dessa vez não acontece isso de uma maneira normal, usual, já que os acontecimentos ficaram com um ar mais vazio, como se não chegasse a lugar nenhum dentro da história. Como se fosse apenas um complemento para algo que aconteceria ainda nesse volume. Os personagens, assim como muitas das situações foram superficiais, e por isso senti que as lacunas não ficaram devidamente preenchidas.
Não entendi o que fez com que Flan e suas amigas tomassem certas atitudes, que considerei infantis para suas idades. Mas tirando esse detalhe, todos os personagens são super divertidos e a Sara-Beth é hilária! Sério, ela tem as situações mais bizarramente cômicas de todo o livro.
Apesar dessa sensação, esse é um livro bem leve e divertido. E por ser bem fininho dá pra ler incrivelmente rápido. A narrativa flui de uma maneira bem descontraída e eu recomendo principalmente para as adolescentes que gostam de histórias bem água com açúcar.
Não teve nada que me fez odiar o livro, mas também não teve nada de surpreendente que me faria amá-lo. Ele serve mais de apoio para a continuação, que eu espero que tenha um desenrolar melhor.
Quem não leu o primeiro volume não precisa se preocupar muito antes de ler esse, já que o autor [sim, é homem!] explica as situações e os personagens. Mas como o primeiro é bem melhor do que esse, eu recomendo sua leitura antes sim, pois vai te conquistar de uma maneira diferente, até porque é mais fofo e tem um romance mais gracinha.
Sobre o trabalho gráfico do livro, assim como o primeiro volume, está lindo! A iD sempre arrasa! A lombada e a parte interna da capa são vermelhos, a capa é bem bonita, a diagramação, apesar de simples, é muito legal e adoro o mapa de NY do começo do livro.
Dei três casinhas pois considerei o livro, devido a tudo anteriormente explicado, muito bom, mas não chega a ser excelente. 
Se você procura uma história leve e descontraída, para ler em uma tarde, esse livro é uma ótima dica.
 Avaliação



A Casa dos Anjos – Antonio Rondinell


“A Casa dos Anjos” nos trás a história de quatro mulheres que não tem nada em comum.  Revivem o  passado  e estão a procura da felicidade. Mas em um momento na de suas vidas suas história acabam se encontrando.
Júlia Serrado é uma bailarina e coreografa. Mas acima disso é uma mãe em busca de sua filha que fora seqüestrada pelo seu pai
Marina Pessoa uma pessoa que está em busca da sua identidade, pois abandonou tudo em sua vida, a família e a carreira para viver um grande amor, fez tudo movida pelo coração, mas depois se vê vivendo em um casamento fracassado.
Celina Gondin é uma escritora que tem sua vida mudada por causa de um acidente muito grave que matou o homem o qual amava e a deixou sem a capacidade de se locomover. Ela precisa aprender a beleza de se viver e a ter coragem de voltar para o mundo o qual se afastou.
Clarinda de Holanda vive um casamento violento por causa de uma promessa e um segredo que o seu passado lhe condenou.
Mesmo a história tendo quatro personagens principais não deixou que se tornasse  uma leitura complicada, mas no momento em que elas se entrelaçam fica bem mais fácil o seu entendimento. Além dessas quatros, há diversos personagens secundários, os quais tem sua história descrita também, o que é muito bom para poder entender o contexto por completo 
É um livro muito emocionante que faz você ter todos os tipos de sentimentos possíveis. Nos mostramos como muitas vezes acabamos lidando com o sofrimento que encontramos em nossas vidas. Mostra conflitos que são a verdadeira face de um homem. Gostei do livro por nos contar uma história que fala de superações.
Escrito por Bruna Campos
Avaliação




Visão do Além - Charlaine Harris


Quando eu li a sinopse deste livro fiquei bem interessada, já que ele mostrava ter um suspense com uma pegada sobrenatural o que me deixou bem animada.
Assim que comecei a ler me deparei com a história de Harper Connelly, uma mulher que ao ser atingida por um raio (quando ainda era menina) ganhou um “poder”, dom um pouco diferente. Ela encontra pessoas mortas, ou seja, é como se o corpo falasse com ela, com um pequeno zunido mostrando os seus últimos momentos de vida.
Com esse dom, um pouco diferente, Harper e seu meio irmão trabalham achando corpos de pessoas desaparecidas em todos os cantos, viajando para diversas cidades, fazendo o seu serviço e indo embora o mais rápido possível.
Quando eles chega em uma pequena cidade nas Montanhas Ozarks  para procurar uma adolescente desaparecida, acabam enfrentando muito mais do que imaginavam, isso porque de repente ocorrem várias coisas que os impedem de sair da cidade, inclusive um assassinato.
Agora ambos tem que enfrentar vários desafios e juntos tentar desvendar esses mistérios que rondam essa pequena cidade.
Um livro cheio de suspense que faz a gente tentar juntar as peças para desvendar o assassino  e também faz a gente querer entender um como todos os fatos possam estar ligados. Harper não é uma bem vista na cidade, porém já está acostumada com as pessoas duvidando de si, achando que ela não passa de uma charlatã, e quando descobrem que ela acha realmente as pessoas mortas, ela acaba sendo julgada por ter um dom como esse, já que para muitos ele não é coisa de Deus.
Mostrando ser bem fria as vezes, Harper acaba se envolvendo demais nessa história, mas do que de costume e tenta entender por ela mesma tudo que está acontecendo, enquanto pensa se deveria parar e ter uma vida digamos que normal, fixa em um lugar.
Eu achei o livro bem interessante, teve muitas partes que me prenderam, porém outras eu achei meio mornas por assim dizer. Acho que muitas coisas que poderiam ter sido esclarecidas ficaram no ar, mesmo com a conclusão do livro no final, achei que ficou faltando alguma coisa para essa história concluída.
Pensamos em todos os tipos de pessoas para serem os assassinos porém quando é revelado no final acaba sendo uma surpresa, então isso é um ponto positivo em relação a esse livro.
Eu gostei da história, tem um bom pano de fundo, só achei que as relações interpessoais ficaram muito mal desenvolvidas, a relação dos dois com os seus outros irmãos quase não é citada, e quando é fica meio no ar. Achei bem fraco nesse quesito, pensei que no fim iria melhorar, porém isso não aconteceu, pelo contrário e para piorar a única relação que eu pensei que iria dar certo mesmo teve um final nada explicado o que decepcionou mas como esse livro se trata de uma série eu espero que nos próximos ele retome esses acontecimentos e de um devido valor a eles.
Tirando esses detalhes que eu falei o livro é bom, para quem gosta de mistérios vai amar, tem sempre coisas acontecendo e isso acaba nos deixando intrigados para saber quem é o autor de tudo isso.
O livro é escrito por Charlaine Harris, mesma autora da série True Blood da HBO e suas continuações já tem nome previsto. Agora é aguardar para sabermos um pouco mais sobre os irmãos.
Sobre a capa eu acho que ela tem tudo a ver com a história, passa exatamente o contexto do livro e é bem bonita.

 Avaliação




L.A. Candy – Lauren Conrad



Em L.A. Candy conhecemos um pouco mais da vida pré e pós reality show da protagonista Jane Roberts, uma menina comum que se muda para Los Angeles com sua melhor amiga para sair um pouco de sua rotina e crescer na vida, deixando de lado a segurança que seus pais sempre passaram para ela.
Agora em uma grande cidade, Jane precisa ter mais responsabilidades enquanto trabalha em um estágio com uma famosa e renomada promotora de eventos, já que largou a vontade de ir para a faculdade para atuar nessa área, que é o que ela realmente queria.
Sua melhor amiga, Scarlett, divide não só o apartamento como também muitas confusões com Jane, até que ambas são surpreendidas em uma boate por um produtor que as convida para participarem de L.A. Candy, um novo e incrível reality show que ele tem certeza de que vai estourar e se tornar um grande vencedor de audiência, já que está convencido de que Scarlett e, principalmente, Jane são perfeitas para serem as protagonistas.
Relutantes, elas guardam seu cartão mas preferem não aceitar o convite prontamente para antes refletirem se valerá ou não a pena, já que suas vidas mudarão bruscamente.
Depois acabam aceitando o convite e vão fazer testes, que resultam em suas contratações. Passando a viver sob as lentes das câmeras por várias horas por dia, enquanto vão tentando conciliar suas vidas com trabalho, estudo [Scar faz faculdade] e diversão, elas também precisam dividir os holofotes com outras duas meninas, Madison e Gaby, e virar amigas delas, além de ter seus horários e locais que frequentam definidos pelo programa.
A fama rapidamente é alcançada e elas logo passam a conhecer novas pessoas, ótimas oportunidades vão surgindo, começam a ganhar presentes [inclusive roupas] e convites para festas em boates exclusivas.
Mas nem tudo pode ser ótimo nessa vida se com a fama a inveja vem junto, e alguns amigos podem não ser exatamente aquilo que elas pensam que são, já que não sabemos até onde uma pessoa pode ir para conseguir seus próprios 15 minutos de estrelato.
Confesso que esperava mais do livro. Não que seja ruim, mas também não acho que tenha sido “o” livro. Lauren Conrad é ex-participante de dois reality shows chamados Laguna Beach [onde fez sua estreia] e The Hills, ambos foram transmitidos no Brasil pelo canal Multishow. Esses não são reality shows do estilo BBB, a proposta deles é acompanhar jovens em sua vida real, o que eles fazem, como vivem, mas nada de confinamentos ou qualquer coisa do tipo.
Portanto, para compor L.A. Candy, Lauren Conrad utilizou suas experiências para transmití-las ao papel. E preciso admitir que fiquei tentando comparar o livro com o programa, pois mesmo não sendo iguais foram o que serviram de inspiração.
A narrativa é leve e não tem nada extraordinário acontecendo em momento algum, inclusive para mim tudo não passou de um relato sobre as experiências, só que melhoradas, de Lauren. Deu para percebermos, mais uma vez, como a mídia manipula os acontecimentos para ficarem bons na televisão, inventando situações, ou apenas fazendo com que tudo pareça diferente do que realmente é, o que nos ajuda a entender ainda mais como funciona o behind the scenes dos programas televisivos.
Não torci muito por nenhum dos casais que apareceram – e quem acompanha minhas resenhas sabe o quanto eu adoro casais! – pois nenhum dos garotos que apareceram na vida de Jane me despertaram algo mais, eles poderiam ter sido apenas amigos que surgiram para complementar – ou não – a história, e não é isso que me desperta o desejo de torcer por um casal.
Os capítulos são alternados na maioria das vezes entre Jane e Scar, mas em alguns podemos ter a visão de outros personagens, o que acaba ajudando na hora de entender melhor a história.
Frustrante é a palavra que mais definiu o final do livro para mim. Geralmente eu gosto quando o fim nos deixa com um gostinho de “quero mais” para a sequência da série, pois é isso que nos instiga a continuar. Mas dessa vez o único sentimento que eu tive foi decepção. A história realmente acabou do nada, deixando um gancho que poderia facilmente ter sido resolvido nesse volume. Até porque nada de muito instigante aconteceu no livro inteiro que nos levasse a esse final, então pareceu que ele foi colocado ali só isso mesmo: continuarem a ler a série.
Achei super legal que a Galera resolveu manter a capa original que é muito fofa e eu simplesmente adoro! O rosa de dentro também é super lindo, adorei! A diagramação não tem nada demais, mas fico feliz por ter sido páginas amarelas e que a fonte seja de um tamanho normal e agradável para a leitura. A única coisa que achei desnecessária nessa versão brasileira foi a foto da Lauren enorme ocupando a contra-capa inteira.
Dei três casinhas para L.A. Candy porque eu gosto do estilo do livro, apesar desse ter sido “morno”, e a narrativa de Lauren fluiu bem, é uma leitura gostosa e descompromissada. Então se você busca algo “água com açúcar” onde nada muito diferente acontece, esse é um livro super recomendado. Mas se você busca algo que faça seu coração acelerar, ou torcer para um casal fofo terminar junto, ou até uma história que te faça refletir, então esse não é um livro para você.

 Avaliação



Sua Grande Chance - Johanna Edwards


Heey gente! Como estão?

A resenha de hoje é de Sua Grande Chance de Johanna Edwards. O livro conta a história de Danielle Myers, ou mais conhecida como Dani, que trabalha em uma empresa que termina relacionamentos.

Como assim? A Sua Grande Chance Ltda., cujo slogan é “Não é você, somos nós!”, é uma empresa que ajuda as pessoas a por fins em relacionamentos, podem ser amorosos, amizades, pedido de demissão, etc. Claro que antes de começarem o serviço eles analisam cada caso particularmente para saberem se não há nenhum tipo de risco em assumí-lo.

Dani, como é conhecida por seus clientes já que precisa ficar o mais anônima possível para assim não haver algum tipo de relacionamento fora da linha profissional com eles, é uma Especialista em Comunicações, ou seja, é ela quem termina o relacionamento dos contratados de uma forma suave, indo pessoalmente ao encontro da “vítima”, ou enviando uma carta por exemplo, mas tudo a partir dos interesses de quem a contratou e ,claro, a quanto eles estão dispostos a pagar por isso, o que pode incluir também kits de recuperação.

Apesar de a empresa ter todas essas regras para os empregados não se envolverem com seus clientes, Dani não consegue fazer isso muito bem, e acaba tentando ajudar as “vítimas” de alguma maneira.

Dani entrou nessa empresa pois também passou por uma decepção amorosa horrível e gostaria que seu ex tivesse contratado alguém assim para terminar com ela.

Mas ela tem receio de dizer por ai onde trabalha, então acaba inventando mentirinhas inocentes e padrão às pessoas, inclusive a seus pais.

Gostei da Dani, sinto que agiria como ela em algumas coisas, também gostei bastante de seu irmão, mas não muito de seus pais.

Achei interessante a parte das fases de término de relacionamento, algumas a gente até se pega comparando! hahaha E me peguei rindo de algumas coisas vivenciadas pelos personagens durante a história.

Só que o casal principal não era um casal que eu estava assim torcendo. Não que eu não quisesse que eles ficassem juntos, mas não estava naquela expectativa, foi tudo muito normal, meio sem sal.

Bom, eu esperava mais desse livro. Estava realmente doida para lê-lo mas acho que criei expectativas altas demais e acabei me decepcionando em alguns pontos. O livro não é ruim, mas também não o achei assim tão maravilhoso. Acho que a narrativa foi meio parada, as coisas iam acontecendo mas nada que fosse “Ohh, que legal!” Achei tudo meio morno, digamos assim. Mas sim, dá para nos divertir e rende boas risadas. Talvez se minha expectativa não estivesse tão alta eu poderia ter gostado mais, mas enfim, recomendo principalmente para quem quer uma leitura leve, descontraída e descompromissada.
Avaliação