Para
começar, queria dizer que o livro é muito bom, porque mostra as tramas de vários
personagens se entrelaçando com o passar das páginas, ao longo de suas vidas
terrenas e também no plano astral. A primeira história começa com Berenice e
Durval, ela era muito possessiva, reclamava da vida e dos outros, se fazia de
coitada, e se sentia infeliz porque não podia ter filhos, portanto era alguém
bem amarga, enquanto ele era bem relaxado. Seu casamento estava por um fio,
pois, devido a seus ciúmes obsessivos, ela achava que ele a traia. Berenice escutava
o que uma jovem, que era afim de Durval, martelava na cabeça dela. Numa certa
ocasião, Berenice vai à procura de Durval num bar que ele frequentava. Na saída,
tropeça, bate com a cabeça e morre.
A moça, de
nome Inês, vai, mais tarde, pertencer a esta história, conseguindo o que
queria: ficar com Durval. Enquanto isso, seu pai era policial e maltratava
muito a sua mãe, e ela acaba descobrindo que ele não vale nada e tem mulher e
filho fora de casa. Sua mãe, com a ajuda espiritual de Berenice (que já havia
morrido nesta ocasião), começa a se desvencilhar do marido, o põe para fora, e
muda de vida, aprendendo a se amar e a dar valor a coisas que não dava antes. Ela,
então, frequenta e auxilia o centro espírita com mais frequência, e ajuda a
compartilhar sua crença.
Esse mesmo
policial machista, no futuro descobre que o filho que teve com essa jovem, Soraya,
com quem se relacionou durante o casamento com a mãe de Inês, não era dele,
então a mata. Seu filho, então, vai ser criado por Inês, a filha que ele
renegava, brigava e odiava, ainda mais depois de ela ter descoberto tudo o que
ele fazia com a mãe.
Não posso
esquecer que Berenice tinha uma irmã que morava com ela e seu marido, pois sua
família era do interior. Seu nome era Maria Antônia, mais conhecida como “Toninha”,
que era bem diferente da irmã, tanto física quanto psicologicamente, era
alegre, alto astral e ávida por conhecimento. Este é o resumo destes
personagens e o que aconteceu com a junção de suas vidas.
Tem outra
história, a da Elisa Damasceno Bueno Soares Brandão, que vinha de uma família
muito rica. Esta riqueza começou com a extração do ouro no século XVIII em
Minas Gerais. Com a mudança para a capital, eles trocavam ouro por títulos de
nobreza e cargos públicos. A jovem cresceu tendo tudo o que queria, só que às
vezes o dinheiro comprava coisas muito perigosas. Tanto fez, armou e casou, que
o marido só ficou com ela por amor a outra pessoa. Viveram mais ou menos trinta
anos juntos, sem se tocar. Por fim, ele conseguiu se desvencilhar dela e foi
viver sua vida como sempre quis.
Ela tem dois filhos e os manipula muito. Quando estavam conseguindo viver suas vidas, acontece um desfecho bem triste, que inclusive teve o dedo dela com o filho mais velho, Guilherme, de quem não gostava. O outro filho, Gustavo, conheceu Toninha, que trabalhava com Elisa, e se apaixonou por ela. Só que Toninha perdeu o emprego quando a mãe dele descobriu a paixão do filho pela moça.
Ela tem dois filhos e os manipula muito. Quando estavam conseguindo viver suas vidas, acontece um desfecho bem triste, que inclusive teve o dedo dela com o filho mais velho, Guilherme, de quem não gostava. O outro filho, Gustavo, conheceu Toninha, que trabalhava com Elisa, e se apaixonou por ela. Só que Toninha perdeu o emprego quando a mãe dele descobriu a paixão do filho pela moça.
Para mim,
Elisa é louca, descompensada e má, muito má. Fez coisas que até Deus duvidava.
E pagou pouco em vida por todo o mal que causou, então vai ter que retornar
muitas vezes para reparar seus inúmeros erros. Mas não posso comentar com mais
detalhes, pois as histórias, como disse, são muito longas. E se eu falar muito
vou acabar dando spoilers.































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