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Sol da Meia-Noite – Crepúsculo 05 – Stephenie Meyer


Depois de mais de uma década, podemos finalmente conhecer a versão do vampiro Edward Cullen quando se apaixonou pela primeira vez pela desastrada humana Bella Swan, depois que ela se mudou para a pacata Forks. Acompanhamos sua trajetória desde antes de vê-la até perceber que o amor que sente se tornou tão arrebatador. Mergulhamos em sua complexa mente para entender sua luta entre o certo e o errado e as consequências de um amor proibido.

Esse era um projeto da autora para muitos anos atrás e tinha ficado engavetado. No passado, eu, como várias pessoas, fiquei triste porque queria essa versão do Edward. Mas agora percebo que foi o ideal ter deixado para agora. Sinto que ela pôde trabalhar muito bem a visão dele e entregou um personagem preocupado, honesto, respeitoso e que trata bem as pessoas, funcionando para a atualidade. Ele sempre quer o bem de Bella, enaltece todas as suas características, inclusive as que muitas pessoas enxergam como defeitos, e fala corretamente que as decisões são todas dela. Eu gosto disso.

Meyer explorou o personagem, mostrou seus defeitos e quebrou aquela autoconfiança que ele parecia ter. Gosto de entender o lado humano e sentimental dele, sua força para terminar de vez com seus instintos perigosos. Algo que curti também foi vê-lo se debatendo com o fato de se considerar um monstro que não é digno de amor e que tudo o que estava vivendo ali já estava fadado ao fracasso antes mesmo de começar porque Edward não consegue sentir que merece qualquer coisa de boa no mundo, que ser um vampiro automaticamente o transformou em um ser indigno de qualquer coisa, independentemente do que ele possa ter feito de positivo pelo caminho.

Foi tão bacana mergulhar novamente nesta história que eu não acompanhava há tantos anos. Relembrar das cenas (só tinha algumas principais na memória), torcer em alguns momentos, ficar apreensiva em outros, conhecer melhor o lado dele, seus ideais, o que viveu, como pensava, entender como um pouco de sua vida antes de Bella, ver seu amor nascendo e se fortalecendo, etc.

Gostei bastante da leitura e da narrativa envolvente, mas confesso que achei algumas cenas demasiadamente longas, como a da Clareira. Acredito que ela poderia ter colocado algumas daquelas revelações talvez numa cena inédita ou diferente. E achei o começo um pouco cansativo antes de Edward resolver começar a se aproximar de Bella. Mas não desgostei e entendo que foi uma forma de mostrar todos os conflitos internos do personagem. No final, queria que a leitura não acabasse. Lá para a página 600 eu até diminuí meu ritmo para não ter que me despedir da trama, porque ia ficar com saudades novamente. Inclusive queria tanto que Meyer escrevesse as continuações!!

Algumas vezes me questionei a respeito da sanidade de Bella. Hahaha A questão da idade tão diferente e ela sendo uma adolescente também me incomodam. Mas li focando no fato de que é uma fantasia e que algumas coisas são assim para a história ter avanços.

Algo que acho bacana foi como a autora trabalhou os pensamentos das outras pessoas pela visão do Edward, já que ele consegue ouvi-los. Também curti muito a relação dele com Alice e como eles estavam tão conectados e como suas visões podiam ser enxergadas por ele também. Ficou muito bem trabalhado e achei sensacional.



Sol da Meia-Noite – Crepúsculo #05 – Stephenie Meyer


Na época em que Crepúsculo saiu nas livrarias eu quis imediatamente ler, pelo simples fato que sou fã de vampiros e de Anne Rice. Confesso que na época o primeiro livro mexeu comigo, mas o segundo volume foi ódio mortal, mesmo assim segui até o fim meio de saco cheio de tanto drama e alguns absurdos hehehe. Não fazia ideia que Sol da Meia Noite iria sair até que me deparei com ele, e pense porque não? Afinal quem vai narrar é um vampiro, vai ser mais true não? É não exatamente não Sra. Stephenie Meyer?!
Em Sol da Meia Noite conhecemos a mesma estória de Crepúsculo, mas sob a ótica do vampiro Edward, desde o seu primeiro encontro, passando por momentos que sabemos que aconteceram, mas não como aconteceram. A narrativa é feita em primeira pessoa, e devo dizer que se achava que a Bella era lamúrias sem fim é porque não conhecia a mente do Edward! Simplesmente não comprei a ideia que Meyer vendeu de que uma vez vampiro e sua personalidade não evolue, visto que a mente e o corpo seguem percursos próprios. Depois de cem anos duvido que alguém continue nos mesmos erros e personalidade. Sim alguns vampiros se tornam mais letais e abandonam qualquer traço de humanidade, outros passam disso para quase humanos, entre tudo isso eles aprendem e mudam, mas o Sr. Cullen? É como um adolescente e desculpa isso não cola!
Outro aspecto que em Crepúsculo já me incomodava e nesse só piorou foi a perseguição de Edward a Bella, chega um determinado ponto da trama que ele ou está com ela, ou vigiando ela através da mente dos outros. Não é isso que chamam de relação tóxica? Ele não consegue respeitar as decisões dela porque ela é uma humana e é frágil, não aceita os sentimentos dela porque ele é um monstro indigno de amor e quer impor todo relacionamento em cima da ideia que ele não é capaz de ser homem ( isso porque me desculpe com Carlisle como exemplo ele devia ser muito diferente).
O livro têm 736 páginas que até caminham bem, mas que trazem páginas e mais páginas de "vou embora", "sou um monstro e vou matar ela" e "o cheiro dela é incrível", é repetição, atrás de repetição. Eu esperava por uma mente mais perturbada no sentido vampírico, como os vampiros mais tradicionais (oi Lestat?!), mas são breves as cenas que eu me via pensando "ah sim ele é um vampiro", a maior parte do tempo ele parece um ser humano imortal um bocado burro. Mesmo a mudança dele de parar de atacar ela e passar a namorar ela foi muito fraca.
Minha impressão sobre Meyer e os vampiros é que ela gosta deles, mas desde que eles não sejam maus, e eu aceito isso, o seriado True Blood, por exemplo, explorou isso muito bem. Me parece que a autora não conseguiu dimensionar a natureza real dessas criaturas, seus dilemas e experiências. Ela sempre fala do ponto de vista de uma humana e nunca senti ela vestido a camisa dos vampiros.


A Química - Stephenie Meyer

“Crepúsculo” foi um dos meus livros preferidos de todos os tempos, e mesmo muita gente falando que não foi uma boa história e coisas do tipo, foi uma obra que me prendeu bastante e me fez ficar acordada até altas horas da manhã lendo. Desde então, eu não havia lido mais nada da autora, somente essa série. Foi por isso que resolvi voltar a ler algo de sua autoria, e escolhi seu último lançamento, que é “A Química”, o primeiro volume da autora que é inteiramente inédito em seis anos.
Nesta trama, conhecemos a história de Juliana, uma ex-agente do governo, que é especialista em seu campo de atuação, onde ela é responsável pelos interrogatórios. A agência é tão secreta, que poucos sabiam de sua existência, e a mesma não tinha nem nome. Quando perceberam que nossa protagonista sabia demais e que isso poderia vir a ser um problema, passaram a persegui-la para dar um fim em sua existência. E, para piorar as coisas, a única pessoa em quem confiava foi assassinada. Agora, ela está sendo caçada por aqueles que considerava seus colegas de trabalho. Sempre muito experta, Juliana começa a fugir e a ter vários nomes diferentes. O mais utilizado durante toda a trama é Alex, por esse motivo vou chamá-la desse nome daqui para a frente.
Certo dia, ela recebe um e-mail do seu ex-chefe, Carston, marcando um encontro, para que faça um último trabalho, e depois disso não precisaria mais fugir, pois estaria livre de tudo. Mesmo desconfiada de que poderia ser uma armadilha, ela resolve aparecer nesse encontro e acaba aceitando o desafio proposto. Então, acompanhamos nossa protagonista em sua jornada, que é mandada atrás de um cara que aparentemente vive uma vida certinha, sendo professor e fazendo trabalho voluntário, mas que na verdade tudo isso é uma fachada, e ele é um terrorista prestes a matar milhares de pessoas.
Esse livro foi bem gostoso, já que nele temos uma narrativa fluida, com uma linguagem mais cômica e uma leitura despretensiosa, que consegue nos conquistar do início ao fim com muita ação e suspense, que não deixam a trama ficar parada nem por um segundo. Além do mais, os personagens são muito bem construídos, nos conquistando, cada um com o seu jeito de ser, em todos os momentos. E ainda contamos com um toque de romance.


Vida e Morte - Stephenie Meyer

Essa resenha vai começar um pouco diferente, já que vou relembrar de uma série que me viciou muito há aproximadamente sete anos. Eu confesso que não li “Crepúsculo” assim que o livro foi lançado, mas, sim, na época do lançamento do filme “Twilight”. E, após ler a primeira obra literária, engatei no segundo e terceiro volumes de uma vez só (o quarto ainda não havia sido lançado). Foi um vicio tão grande, que nem mesmo consegui esperar o lançamento do último volume, “Amanhecer”, me antecipei e li no computador antes do lançamento brasileiro (e olha que acho isso extremamente incômodo, principalmente por conta da vista, e porque a internet sempre atrapalha, me distraindo, mas o vício era tão grande que todos estes “empecilhos” pareceram pequenos demais e eu não aguentei esperar e li correndo). Então, posso me considerar uma fã de carteirinha.
Agora, para comemorar o aniversário de dez anos da publicação do primeiro volume de “Crepúsculo”, desta saga tão amada mundialmente, Stephenie Meyer resolveu reescrever a história, só que invertendo o gênero dos personagens principais, e trazendo para a gente uma nova versão para nos relembrar desta tão adorada história.
Aqui no Brasil, a Intrínseca publicou uma edição especial contendo os livros “Crepúsculo” e “Vida e Morte” num mesmo exemplar físico no formato vira-vira, ou seja, cada lado tem um livro, e foi este que li. Logo no início deste volume, temos uma carta da autora que explica o motivo de ter escrito este livro e é sempre bem interessante saber sobre tudo o que se passou na cabeça dela ao reinventar esta história.
Em “Vida e Morte” conhecemos a história de Beau, um jovem de apenas dezessete anos que acabou amadurecendo cedo, já que ficou com muitas responsabilidades, uma vez que sua mãe Reneé sempre foi meio atrapalhada. Como Reneé se casou de novo, Beau quis dar um pouco de espaço para a mãe, e foi morar com o seu pai Charlie em Forks, e é aí que sua vida muda completamente.
Ele nunca gostou muito de Forks e também nunca foi muito ligado a Charles, mas para sua surpresa, a cidade estava sendo legal para o garoto, já que seu pai lhe deu um carro como presente de boas-vindas e ele também acabou fazendo amizades no colégio e até mesmo havia meninas interessadas nele. Mas o que realmente mudou a sua vida foi quando Beau viu a bela Edythe pela primeira vez.
Beau é um menino alto e desengonçado, que tem um grande coração e que é muito fofo, adorei acompanhá-lo nesta aventura e conhecer mais sobre ele. E me diverti bastante em ver como a autora adaptou as cenas para a mudança de sexo.
Edythe é uma vampira linda e de traços finos que conseguiu arrebatar o coração de nosso protagonista e fazê-lo ficar obcecado por ela. Claro que ela também se apaixona por ele e o salva de vários perigos. No início, achei que algumas de suas atitudes e falas estavam um pouco forçadas, mas depois fui me apaixonando por esse casal como pelo original e vi que esta foi a melhor forma que a autora poderia ter escrito este especial, nos trazendo um livro incrível.
O final é diferente do original, fazendo com que a gente sinta quase como se fosse um final alternativo. Ele não abre brechas nem espaços para um segundo volume, então não devemos esperar por uma continuação. Mas a história em si é uma releitura, então, se você está esperando algo muito inédito, não vai curtir tanto.
Achei bem legal Stephenie mudar o gênero dos personagens, não apenas dos protagonistas, mas, sim, da maioria deles (salvo algumas exceções que ela explica no começo do exemplar, no prefácio) isso acabou abrindo nossa cabeça para uma história igual, mas diferente ao mesmo tempo. Foi realmente encantador ver como Beau passou a viver em Forks, assim como Edythe e os outros personagens.
Acabei sentindo falta de alguns traços dos personagens originais, mas acho que é porque sou bem apegada a eles. Gostei bastante da versão masculina da Alice, que me agradou muito, assim como a original. Para quem achava que Bella era uma típica donzela em perigo, vai perceber que isso estava mais na cabeça do que realmente no personagem em si, como Stephenie explicou no início do livro.
A narrativa é rápida, fluida e envolvente e nos faz relembrar de uma história tão amada por muitos. Gostei imensamente de como a autora conduziu o enredo e fez essas mudanças. O livro foi narrado em primeira pessoa pelo ponto de vista de Beau, o que foi bem legal, já que assim nós conseguimos entender melhor os seus sentimentos e tudo pelo que ele estava passando.
Para quem, assim como eu, estava torcendo para Stephenie escrever “Midnight Sun”, versão da história narrada por Edward, para comemorar o aniversário, ainda não foi desta vez. A autora sabe que os fãs querem e torcem por isso (sua mãe é a maior entusiasta), só que ainda não há previsão de que ela vai fazê-la, porém também não houve nenhuma informação de que ela não vai escrevê-la, então nos resta ficar torcendo mais um pouco.
Como comentei mais acima, a versão que tenho em mãos é a Edição Especial de Aniversário de 10 Anos, ou seja, de um lado há a capa original de “Crepúsculo” e do outro lado a de “Vida e Morte”, que segue o padrão da anterior e também de toda a série, e eu absolutamente a adorei! A diagramação é a mesma nos dois volumes, com a fonte do texto não muito grande, mas muito bem espaçada, além de contar com folhas amarelas.
Se você, assim como eu, é fã de Crepúsculo, não pode deixar de ler esta obra que foi como um presente para nós, leitores, pelos seus dez anos. Foi muito bom me apaixonar por este novo casal e poder ficar torcendo por ele, assim como relembrar de Forks, que já me trouxe tantas boas memórias. Recomendo demais este livro! E, caso você ainda não tenha lido nem a versão original, não perca tempo e faça logo esta leitura.
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A Hospedeira – Stephenie Meyer


Ao lermos a sinopse do livro “A Hospedeira”, de Stephenie Meyer, imaginamos uma ficção científica de tirar o fôlego (pelo menos eu imaginei). Uma raça de alienígenas invadiu a Terra, as chamadas almas, que invadem a mente dos humanos, tomando o controle delas e também de seus corpos. Nenhuma aparência exterior é notada—as almas continuam vivendo a vida dos humanos como se nada tivesse mudado. A maior parte da sociedade foi dominada pelos alienígenas, e a pouca resistência humana luta para sobreviver.
Melanie Stryder, uma de nossas personagens principais, é uma selvagem que acaba de ser capturada, e o livro começa com a inserção de nossa outra protagonista, a alma Peregrina, sendo inserida em seu corpo. Tudo deveria estar normal para Peregrina, exceto por um pequeno detalhe: Melanie se recusa a desistir do controle da própria mente, e cria muitas dificuldades para a alma, ofuscando as lembranças mais importantes e mostrando para a alma apenas o que ela deseja que Peregrina veja. Na maior parte do tempo, Melanie ocupa sua mente com imagens de Jared, o homem que ela ama, o que faz Peregrina também se apaixonar por ele, levando as duas numa perigosa busca por Jared e o resto da resistência que está com ele.
É sob este contexto que o livro se desenrola. Tal como eu disse na primeira linha desta resenha, eu imaginei, com a sinopse, uma ficção científica violenta, alguma coisa impressionante e dinâmica. Infelizmente, não foi bem isso que encontrei. Da mesma forma que fez na Saga Crepúsculo, Stephenie Meyer se focou muito mais no lado sentimental de toda a trama do que nos detalhes que realmente interessavam. A princípio, nos é apresentado um triângulo amoroso com apenas dois corpos, que depois se torna um quadrado amoroso com apenas três corpos e a história gira basicamente em torno disso.
As primeiras cem páginas se desenrolam de forma dinâmica e emocionante, o que dá a falsa impressão de que o livro todo será assim. Mas a partir disso o livro se torna parado, com algumas passagens desnecessárias e alguns poucos eventos isolados que incitam um pouco mais de emoção. Em muitas horas Peregrina/Melanie divagam sobre os sentimentos sobre Jared, tornando certas partes repetitivas e maçantes. Enfim, as últimas duzentas páginas se tornam as melhores do livro, decaindo novamente no final, que é vago e decepcionante. Não sei se há uma previsão de continuação—mas certas coisas não foram explicadas, e esse é outro ponto negativo para a história.
É claro que eu não posso deixar de dar para Stephenie Meyer o seu mérito—novamente ela vem com uma narrativa leve e de fácil compreensão, com suas descrições precisas e sua escrita impecável. Com sinceridade, para quem esperava um romance, a história deve ter agradado mais, porque, em termos gerais, este é um ótimo livro. Parte da minha decepção vem realmente do fato de eu estar esperando uma coisa completamente diferente da que li.
A Intrínseca foi inteligente em manter a capa original que é bem simples, mas combina bem com a história do livro. Infelizmente, não posso dizer o mesmo da diagramação—alguns travessões foram completamente esquecidos, deixando as falas confusas, e nomes foram trocados, o que, na minha humilde opinião de leitora, é quase imperdoável.
Resumidamente, para quem quer romance, um pouco de emoção, muitas reflexões sobre a vida humana, seus sentimentos, suas fraquezas e também diálogos profundos sobre os diferentes tipos de amor, esse livro é a jogada perfeita. Mas não o abra esperando uma ficção científica habitual—isso é a última coisa que você encontrará. Basta saber se Stephenie Meyer pretende uma continuação para esse livro, porque, apesar de tudo, os detalhes não explicados me deixaram curiosa e, de certa forma, querendo mais.
O que não, porém, não acontece com o filme, com estréia marcada para 29 de março do ano que vem. Sempre fui muito apegada à descrições, e os atores escolhidos para os papeis principais não tem nada a ver com as características físicas descritas no livro. Saoirse Ronan pode ser uma ótima atriz, mas, combinemos, não tem nada a ver com a Melanie descrita no livro. E o ator escolhido para o papel de Jared, então? Decepcionante. Mas eu sou muito exigente, então talvez tudo não seja assim tão drástico... É esperar para ver.
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Crepúsculo Graphic Novel Volume 2


Hoje trago para vocês a resenha de um livro já bastante conhecido por todos, a de Crepúsculo. Essa resenha não é do livro em si, mas sim do seu Graphic Novel volume 2. Eu já havia lido e resenhado o volume 1, e para quem ainda não leu e quiser conferir é só clicar AQUI. E o volume 2, como era de se esperar, continua bem no ponto onde primeiro parou, nos contando a história de Bella e  Edward.
As ilustrações e adaptações do livro feitas por Young Kim são perfeitas, ela realmente arrasa sem deixar nem um pouco a desejar.
Eu sou suspeita para falar da história, já que desde que li Crepúsculo pela primeira vez eu simplesmente amei e essa adaptação ficou perfeita. Conta tudo resumidamente sem deixar desejar.
Quem gosta da história ou de uma graphic novel deve ler essa, pois é realmente fofa.
O livro número dois conta a parte em que Bella vai conhecer a família de Edward e é convidada para um jogo de beisebol, onde, por uma falta sorte do destino, acaba conhecendo James um vampiro rastreador que se interessa pelo fato de Bella ser uma humana e estar junto de um grupo de vampiros e resolve caçá-la para ter algo legal para  fazer, já que certamente Edward iria atrás dele. Seria tipo um jogo.
Ler essa parte do livro com desenhos é super legal e por isso eu recomendo.
Um detalhe que eu não posso deixar de citar porque é super lindo é que a capa do Crepúsculo Graphic Novel Volume 1 completa a do Crepúsculo Graphic Novel Volume 2, ou seja, se colocamos uma do lado da outra temos a Bella e  Edward de mãos dadas na cena em que ele mostra para ela como fica a sua pele no sol (eu sei que vampiro brilhar no sol não ficou assim tão legal, e também achei essa parte um pouco fail, mas não tira a essência da história). Então assim que o meu livro chegou fui correndo pegar o volume 1 para juntar os dois hehehe

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Crepúsculo Livro de Anotações da Diretora - Catherine Hardwicke


Como uma boa fã de Crepúsculo não poderia deixar de ler todos os livros publicados aqui no Brasil. Como ainda não havia lido Crepúsculo Livro de Anotações da Diretora, aquela gracinha de livro pequeno de capa dura (hardcover) que me encantou desde a primeira vez que eu vi, resolvi ler para completar a minha coleção.
Bom o que eu posso dizer desse livro? Ele me encantou do início ao fim. Seu formato, diagramação, tudo nele é muito fofo e lindo! Realmente ele parece um caderno de anotações.
Para quem é fã não pode deixar de ter esse livro que é cheio de fotos, ilustrações e claro anotações hehehehe
Confesso que logo no inicio do livro meu coração ficou apertado com a foto do Crepúsculo da Catherine Hardwicke onde o livro estava todo maltratado. Com certeza ela o usou bastante sem dó nem piedade, mas é bem chato ver um livro em um estado assim, mesmo que tenha sido por uma boa causa.
Eu particularmente adoro bastidores então foi bem legal ter a possibilidade de saber um pouco mais sobre os vários detalhes da produção do filme, o que me fez sentir ainda mais próxima da magia do filme. hehehe
O livro conta com várias fotos e ilustrações, inclusive tem um desenho de como era para ser o cabelo do Edward, mas o Robert odiou então modificaram (que bom porque o cabelo realmente era péssimo). Tem desenhos de várias cenas, de como elas foram preparadas, dos locais e como era para cada um estar nele, teve até um desenho de um cervo em 3-D que criaram para acrescentar movimentos no animal.
Sabe aquela maçã da capa que teve no filme na hora do refeitório? Ela quase não entrou pois só deu certo na décima terceira tentativa (o número da sorte da diretora), mas que bom que ela foi incluída, pois apesar de ser uma coisa super rápida e não fazer diferença no rumo da história, foi legal quando eu vi no cinema pois logo me remeteu a capa do livro. São conhecimentos como esses e outros muito interessantes que compõem esse livro.
É um livro bem pequenininho (tem apenas 176 páginas) e muito rápido e gostoso de ler. Eu super recomendo para quem é fã da série Crepúsculo e quer saber mais sobre como foi a produção do filme. E também para aqueles que como eu, adoram um “behind the scenes”.
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Crepúsculo: Guia Oficial Ilustrado da Série - Stephenie Meyer


Eu sou uma viciada em Crepúsculo e sempre devorei os livros dessa série. Acho que Stephenie Meyer escreveu toda a saga brilhantemente, apesar do último livro ter deixado a desejar um pouco mais, mas enfim, o que eu quero dizer é que para pessoas como eu, viciadas em Crepúsculo temos agora um livro perfeito para sabermos um pouco mais sobre essa história que virou sucesso mundial e que vendeu mais de 85 milhões de exemplares no mundo inteiro.

Nele a gente encontra pedaços que não foram revelados no livro, mas que são importantes para nosso entendimento. Como, por exemplo, saber como o Emmet foi atacado por um urso, mas vai muito além disso. Esse livro é realmente grande, contém 549 páginas, além de uma entrevista feita por Shannon Hale (autora de diversos livros como Academia de Princesas), fala de todos os personagens da série, nos explica melhor sobre eles, além de conter uma galeria de artes dos fãs e perguntas frequentes. O livro é cheio de ilustrações lindas, o que nos deixa de boca aberta.

Ler esse livro foi realmente fantástico, não só fala dos personagens, mas também explica sobre eles com perfis detalhados, informações genealógicas, entre outros. Ela divide o livro entre vampiros, lobisomens e humanos deixando assim de fácil entendimento, para não confundirmos um vampiro que passou bem rapidamente pelo livro com um humano que foi pouco citado.

E para os fãs dos carros e motos que são citados no livro tem uma parte especial falando sobre eles e até ilustrada para deixar a gente babando ainda mais nesses carrões.

Outra coisa que eu achei bem legal e não podia deixar de comentar é que tem também uma parte do livro que é a galeria de capas das edições internacionais com as capas de outros países, e eu achei isso muitooo legal. Eu particularmente não gostei de algumas capas, como a da República Tcheca. Outra parte que eu amei foi ler as cenas cortadas. Em muitos filmes a gente já tinha essa possibilidade, mas em livros isso é uma novidade, e eu particularmente amei.

Não tenho nenhum aspecto negativo para citar desse livro, por isso eu super indico ele a vocês.

Outro ponto que não posso deixar de falar é a capa, que como todos os livros lançados aqui no Brasil pela intrínseca são maravilhosas, e o papel desse livro ainda vem como um bônus, porque por ser papel couché a gente passa a mão e logo solta: “que papel bom!”. O livro é lindo e muito bem feito e realmente adorei tudo.

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Crepúsculo Graphic Novel Volume 1

Desde que o Crepúsculo Graphic Novel foi lançado pela editora Intrínseca eu tenho uma enorme vontade de ler e ele não me decepcionou nem um pouco. Acho que eu sou meio suspeita para falar de Crepúsculo porque desde que ele foi lançado eu devorei cada página. Lembro que ficava lendo em todas as horas que eu podia e sofria bastante esperando o próximo.
O Graphic Novel me relembrou essa experiência de uma parte da minha vida, foi muito bom reler a história (que tem algumas mudanças, mas que não mudam o sentido nem nada do livro original), que além de perfeita ainda é ilustrada pela Young Kim com desenhos perfeitamente bem feitos. O Edward é extremamente bonito assim como o seu pai o Dr. Carlisle Cullen.
O livro vale super a pena e eu recomendo a todos que assim como eu se apaixonaram pela história dessa saga escrita por Stephanie Meyer. Ahh e eu não poderia deixar de comentar que o livro está todo em papel couché (ou seja é aquele papel que a gente passa a mão e fala “Esse papel é bom hehehe”).
Espero poder ter ajudado a todos que passam pela livraria e avistam esse livro a não ter dúvidas sobre comprá-lo. Realmente é muito legal e por isso eu não poderia dizer menos do que simplesmente: Amei!
Para quem vive em uma caverna e ainda não sabe a história de Crepúsculo (não que eu esteja falando mal de quem não saiba, mas é que é muito difícil não saber já que depois do sucesso literário ainda emplacou um sucesso nos cinemas e ficaram constantes as aparições na mídia. Então acho difícil alguém não saber. hehehe). Isabella Swan se muda da grande ensolarada Phoenix para Forks, uma cidade fria e com poucos habitantes. Lá onde ela jamais imaginou encontrar um grande amor, conhece Edward Cullen um garoto misterioso, atraente e de olhos dourados. Só que ela acaba descobrindo que ele não é um simples garoto, mas sim um vampiro de mais de cem anos e acaba perdidamente apaixonada por ele. Uma linda história de amor, cheia de emoção e perigo, Crepúsculo é um livro que faz a gente suspirar e não desgrudar os olhos.
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