Gosto
bastante de livros de época e tenho lido cada vez mais títulos desse gênero.
Quando li a sinopse de “A Torre do Amor”, fiquei encantada com o que parecia
ser a história e decidi que precisava ler o quanto antes esse volume. Agora,
venho compartilhar com vocês todas as minhas opiniões a respeito dessa obra
escrita por Eloisa James e publicada aqui no Brasil pela Editora Arqueiro.
Nesse volume
conhecemos a história de Gowan, o duque de Kinross, que decide participar da
temporada social de Londres para escolher uma noiva, sendo o seu plano escolher
uma jovem adequada e negociar o noivado com o pai dela. E foi nesse baile que
ele acabou conhecendo a esposa perfeita, Lady Edith, uma mulher serena, doce,
sorridente e muito bonita, que logo que ele viu, sabia que era exatamente tudo
o que procurava em uma mulher, sendo bem diferente de todas as moças que conheceu
naquele dia. Sendo assim, ele logo foi procurar o pai dela e combinar tudo para
o excelente casamento que planejava.
O que nossa
protagonista, Edith, nunca poderia imaginar é que após ir em um baile doente de
tanta febre, estaria prometida para casamento. E logo de um homem que ela mal
dançou duas danças e que, pela febre alta, não conseguia nem olhar na cara
dele. Ela nem o reconheceria na rua se o encontrasse.
Então nossa
protagonista resolve mandar uma carta para Gowan, e, quando eles se encontram
na festa de casamento de Honoria Smythe-Smith (para quem não a conhece ou não
se lembra, essa é a protagonista de “Simplesmente o Paraíso”, primeiro volume da
série Quarteto Smythe-Smith, da autora Julia Quinn, que também foi publicado
pela Arqueiro), Gowan repara que sua futura esposa não era bem como imaginava,
mas a atração era tão grande que isso não diminuiu o seu encanto por ela.
Quando Eddie
viu o seu noivo, um homem gigante e ruivo, ficou encantada, já que, além de
lindo, era amoroso também. Ambos ficaram ansiosos pelo casamento, tamanha era a
atração, e os beijos também eram muito bons. E, quando o dia finalmente chegou,
as coisas não foram bem como imaginavam.
Eddie é um
homem muito ocupado, e quase não sobra tempo para ficar com a sua esposa. Toda
hora funcionários entram no quarto dos dois e isso a incomoda muito. E, como
ambos eram virgens quando se casaram, a noite de núpcias não foi das melhores,
já que o início para a nossa protagonista foi muito difícil, mas ela resolveu
não contar nada, escondendo então do seu marido os seus verdadeiros sentimentos.
Quando o duque
descobriu que Edith escondeu algumas coisas dele, acabou se mostrando um cara diferente,
já que perde um pouco do controle sobre si quando está com raiva. E isso acabou
magoando-a profundamente, fazendo com que, após a discussão deles, nossa
protagonista vá para a torre do castelo, trancando Gowan do lado de fora.
Narrado em
terceira pessoa, o que gostei bastante já que assim conseguimos entender melhor
tudo que estava ocorrendo com os nossos dois protagonistas e entender a
história mais amplamente, esse volume consegue nos conquistar, tanto com a
narrativa rápida e fluida, mas também com o pano de fundo e com os personagens.
Gostei
bastante de como ambos os personagens se desenvolveram nesse volume. Foi ótimo poder
acompanhar o crescimento dos dois, e fiquei torcendo em diversos momentos para
que eles conseguissem se acertar logo. Achei bem interessante que no final da
leitura temos uma cena extra que nos mostra como tudo ficou anos depois do
final do livro. Adoro ler coisas assim e isso com certeza foi um ponto alto na
história.















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