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O Livro das Princesas – Meg Cabot, Paula Pimenta, Lauren Kate, Patrícia Barboza

“O Livro das Princesas”, publicado pela Galera Record, apresenta contos inéditos de quatro autoras muito famosas entre os leitores nacionais, duas delas são brasileiras, as outras duas americanas que também fazem bastante sucesso entre os leitores lá de fora. São elas: Meg Cabot, Paula Pimenta, Lauren Kate e Patrícia Barboza (essa é a ordem dos contos no livro).
Das quatro autoras, só havia lido livros de duas, que por sinal estão entre minhas preferidas, Meg e Paula. Coincidentemente foram também os dois contos que mais gostei desse livro, apesar de também ter gostado dos outros dois e ter ficado com vontade de conhecer as outras obras de Lauren e Patrícia.
Vou falar um pouquinho sobre cada conto separadamente e na ordem que estão nos livros, mas antes devo citar que todos eles foram baseados nas princesas de histórias já conhecidas e amadas por todos (todos que gostam desse tipo de coisa, claro!), A Bela e a Fera, Cinderela, Bela Adormecida e Rapunzel. Só que, nos contos desse livro, as autoras, cada uma com seu jeitinho especial de narrativa, fez uma releitura para os dias atuais, contando com algumas características clássicas, mas outras inéditas.
Começando com o pé direito, o primeiro conto é o “A Modelo e o Monstro”, de Meg Cabot. Como já dá para imaginar pelo nome, esse foi inspirado em A Bela e a Fera. Não é o conto mais longo, mas também não é o menor deles, e conta a história de Belle, uma garota que adora ler e é uma modelo bem famosa, que está em um cruzeiro com a família (seu pai, sua madrasta e a filha dela, sua nova irmã). Logo no começo ela está na varanda e vê uma silhueta de um rapaz olhando-a de longe, a quem ela carinhosamente dá o apelido (escondido, claro!) de “sombrio misterioso”. Ele logo desperta seu interesse, que aumenta depois que ela passa por uma situação perigosa e é salva por ele, que continua com todo aquele ar de mistério, deixando-a bem intrigada para saber mais sobre esse rapaz.
Se você gosta do estilo Meg Cabot de escrever histórias, tenho certeza de que essa vai ser mais uma que você vai amar, já que podemos perceber a identidade da autora o tempo inteiro. Na historia, ela fala de um assunto muito importante principalmente para os dias atuais, preconceito por causa da aparência física, que foi tratado com seu jeitinho leve, descontraído, engraçado, com personagens cativantes, um romance fofo e uma protagonista muito divertida. Amei poder ler a versão de Cabot do meu conto de fadas preferido!
O conto mais completo (e também o mais extenso do livro) para mim foi o “Princesa Pop”, de Paula Pimenta, segundo da obra. Nele, conhecemos a Cintia, uma garota que vivia com os pais até que uma pessoa sem escrúpulos (que virá a ser sua madrasta) entra na vida de seus pais e os faz se divorciarem. A vida de Cintia desmorona e ela não consegue mais ser aquela pessoa alegre que era antes daquilo tudo acontecer. Para piorar, a mãe conseguiu um emprego no Japão, mas ela preferiu ficar no Brasil para terminar os estudos, então foi morar com sua tia, que é uma ótima pessoa. Cintia sempre foi apaixonada por música e, por isso, é DJ e trabalha animando festas que o namorado da tia consegue para ela, mas não pode ultrapassar o horário limite de meia-noite. Em uma dessas ocasiões (na pior de todas), ela acabou indo fantasiada para não revelar sua identidade, e acabou conhecendo o mascarado Frederico, com quem tem muito em comum, e logo uma ligação surgiu entre eles, até descobrir quem ele é.
Esse conto prova que uma história pode ser completa mesmo que tenha apenas cento e poucas páginas (continuaria sendo completa se não fizesse parte de uma antologia e fosse um livro solto com essa mesma quantidade de páginas). Tive os mais diversos sentimentos enquanto estava lendo, fiquei feliz, apreensiva, com muita raiva, chateada, esperançosa, triste, aliviada, cheia de amor, e feliz novamente. E somente uma autora tão boa e tão competente como Paula Pimenta consegue fazer isso com uma história breve, mas que com certeza me marcou.
Os personagens foram bem desenvolvidos e trabalhados, o romance é lindinho e eu adorei a protagonista e sua família (a parte da mãe, claro!). Com certeza foi meu conto preferido do livro. Paula sempre me enchendo de orgulho! <3
O conto que menos gostei foi, de longe, “Eclipse do Unicórnio”, de Lauren Kate, o terceiro do livro. Na história conhecemos Talia, que nasceu em um reino de muito amor, e os anjos vieram presenteá-la com dons. Um deles a amaldiçoou, e o anjo do amor conseguiu reverter um pouquinho a situação para que, quando chegasse aos dezesseis anos, ela não morresse, apenas caísse num sono profundo depois de cobiçar e se encantar perdidamente por um unicórnio e espetar seu dedo no chifre da criatura. Após um milênio ela poderia ser acordada novamente no eclipse, pelo seu amor. Enquanto isso, acompanhamos Percy nos tempos atuais, que depois de uma desilusão amorosa vai à França numa excursão escolar e, numa cidade do interior, acaba se dispersando dos seus colegas (de quem mantém distância), e encontra um unicórnio que o levará até uma princesa adormecida.
Não é que eu não tenha gostado da forma de narrativa de Lauren Kate e não tenha mais vontade de ler nada dela futuramente, mas não gostei dos elementos utilizados e de como essa história foi desenvolvida. Também não me senti ligada à Princesa Talia, nem às suas atitudes. Como o conto teve capítulos intercalados entre os dois protagonistas, preferia ler os de Percy, que também não foram lá essas coisas.
A história começou bem, inclusive adorei a irmãzinha do Percy (que infelizmente aparece só um pouquinho no começo), mas se perdeu no meio do caminho. E, mesmo sendo um conto tão pequeno, me irritou a ponto de querer abandonar a história, mas continuei firme e forte até terminar (só porque era curto). A narrativa foi lenta até quase o final, quando de repente tudo acontece e a história acaba. Foi justamente por conta desse conto que o livro não ganhou as cinco casinhas de avaliação.
Para finalizar muito bem, o último conto do livro também é nacional, “Do Alto da Torre”, de Patrícia Barboza, onde conhecemos a Camila, que é uma menina bem agitada e alto-astral, que vive com sua tia em um apartamento alto, chamado por ela carinhosamente de Torre, e onde ela passa a maior parte de seu tempo. Seus cabelos são enormes porque sua tia fez uma promessa quando ela era bem jovem e estava doente de que não cortaria seus cabelos se a menina sobrevivesse, até fazer quinze anos. Por conta disso, ela tem o apelido de Rapunzel. Camila tem um amigo super fofo, que a ajuda a gravar vídeos disfarçada (com direito a peruca) para colocar no Youtube, onde faz bastante sucesso.
Também adorei essa história! Curto livros para todas as idades, inclusive para os mais novinhos, e a protagonista desse é mais nova do que dos demais contos, ela tem quatorze anos, então suas atitudes e pensamentos são mais voltados para as meninas dessa idade, o que pode não agradar tanto para quem prefere personagens mais maduras, mas que para mim funcionou perfeitamente. A história é bem leve, descontraída, divertida e fofa, além de apresentar uma narrativa bem ágil, o que faz com a gente não demore muito para ler, e mesmo assim nos sentimos bem envolvidos com tudo o que está acontecendo.
Sobre a parte gráfica, não sou tão fã assim dessa capa. Gostei das cores utilizadas e dos detalhes que remetem os contos de fadas, mas achei o resultado final sem graça e não me chamaria atenção se não fosse pelos nomes de autoras conhecidas e adoradas por mim. Há um pôster promocional que a editora usou para divulgação dessa obra (Clique aqui para ver), que, em minha opinião, teria sido uma capa mais bonita.
Um detalhe que achei muito legal é que há uma carta escrita pela Mia Thermopolis (princesa e personagem principal da série O Diário da Princesa, de Meg Cabot, que eu adoro) na orelha do livro. Fofura pura!
A diagramação está ótima, a fonte está em um tamanho confortável para leitura, com um bom espaçamento, no início de cada conto tem uma página com uma ilustração em preto e branco da protagonista e na seguinte há o título, e as páginas são amarelas.

Com certeza indico a leitura a todas as pessoas que adoram contos de fadas, principalmente quando temos a oportunidade de lê-los com uma nova visão e ainda com um pano de fundo dos dias atuais. Mesmo que cada um deles tenha suas particularidades, todos foram escritos de forma leve, descontraída e divertida, com personagens apaixonantes e romances de fazer suspirar. A leitura desse livro é rápida, fluida, e deliciosa e nos faz ficar com gostinho de quero mais!
Avaliação



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Fazendo Meu Filme 2: Fani na Terra da Rainha - Paula Pimenta

“Fazendo Meu Filme 2 - Fani na Terra da Rainha” é o segundo volume da série Fazendo meu Filme, que tem como protagonista a adolescente Estefânia Castelino Belluz, mais conhecida como Fani. A história começa com a chegada de Fani à Inglaterra para a realização de seu aguardado intercâmbio. Ela vai passar um ano na cidade de Brighton, na qual é acolhida pela família de Kyle e Julie Marshall, que conta ainda com os três filhos do casal, a adolescente Tracy e seus irmãos mais novos, Teddy e Tom.
Fani enfrenta algumas dificuldades para se adaptar no novo país e na nova escola, mas a maior dificuldade é a saudade que sente da família, dos amigos e do seu grande amor. Durante a história, o humor da protagonista varia muito, da tristeza completa até a mais contagiante alegria. O que chama a atenção é a intensidade com a qual essas emoções tomam conta dela, tudo é muito intenso, não há um meio termo.
O amadurecimento da personagem também pode ser percebido, pois mesmo estando cercada por pessoas dispostas a ajudá-la, ela está em outro país sem as pessoas que mais ama e há situações que precisa resolver por si mesma. Ela nem sempre faz a escolha certa e é isso que torna a história mais próxima da realidade. Fani erra como todo mundo e aprende com seus erros.
O romance nesse livro é bastante tumultuado, tanto que sofri pela protagonista em alguns momentos.  Fani não sabe como lidar com a distância e com a saudade que sente de Léo.  Isso prejudica o relacionamento dos dois e faz com que o garoto tome uma atitude que é fundamental para o restante da história.
“Gosto muito de você, sei que sempre vou gostar e, por isso mesmo, quero sinceramente que você seja feliz.”
Essa foi uma das poucas coisas que não me agradaram nesse livro. Apesar de compreender as atitudes e escolhas dos personagens, não pude deixar de me incomodar. O drama feito por Fani em algumas situações, apesar de ser compreensível, me pareceu exagerado. Mesmo assim gostei muito da leitura e me emocionei com as novas experiências vividas por ela, vibrei ao perceber como ela estava superando sua timidez e me diverti acompanhando-a em seus passeios pela Inglaterra.
As descrições de locais e as explicações de como algumas coisas funcionam na Inglaterra são outro ponto positivo da história. A escola inglesa na qual a Fani estuda, por exemplo, é dividida por casas que competem entre si por um prêmio especial no final do período letivo, divisão comparada pela própria Fani com a de Hogwarts, a famosa escola da série Harry Potter. Adorei essa comparação e fiquei com muita vontade de conhecer essa escola!
“Sabe Hogwarts, a escola do Harry Potter? Eu achava que aquela história da divisão dos alunos por casas era invenção da autora, só que descobri que isso não é ficção. [...] A diferença da minha escola – que se chama Brighton Hill – para Hogwarts é que não é um chapéu seletor que indica quem vai para cada casa, e sim a ordem alfabética.”
Merecem destaque também os novos personagens que aparecem nesse volume da série. Além da família inglesa da Fani, temos a Ana Elisa, uma menina brasileira que estuda na classe dela e que se torna sua melhor amiga na Inglaterra, e o Christian, um jovem brasileiro que faz faculdade de Cinema no país e parece muito interessado na nossa protagonista. Acredito que esses novos personagens também terão importância no próximo volume da série, no qual dividirão espaço com os personagens já conhecidos que tiveram pouca participação nesse volume.
“Ele não esperou que eu dissesse mais nada. Pegou o meu rosto com as duas mãos, como se estivesse segurando a coisa mais frágil do mundo, e puxou devagar em direção ao dele. A roda gigante voltou a girar e eu nem percebi.”
A narrativa da Paula Pimenta é muito boa e, aliada à qualidade da história, colabora para que os capítulos passem rapidamente. Os e-mails trocados entre os personagens tem um bom espaço na trama, pois Fani está longe de seus amigos e familiares e se comunica com eles dessa forma. O segundo volume segue o padrão do primeiro, tanto na capa, que é muito bonita, como no interior, com um trecho de um dos filmes favoritos de Fani abrindo cada capítulo e algumas listas de músicas (em CDs especiais gravados por alguns personagens) e indicações de filmes que ela faz durante a história.

Por ter gostado muito do primeiro livro da série, minha expectativa para a continuação era muito alta e, apesar de não ter adorado, gostei muito do livro e estou ansiosa para ler o próximo volume.  “Fazendo Meu Filme 2 - Fani na Terra da Rainha” é uma história envolvente, fofa e contagiante, que eu recomendo para todos que gostam de um bom romance!
Avaliação

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Apaixonada por Palavras – Paula Pimenta


Conheci o trabalho da escritora brasileira Paula Pimenta através da série Fazendo Meu Filme e gostei muito da narrativa, da história e dos personagens criados por ela. Por ter gostado tanto da obra de ficção da autora, fiquei curiosa para conhecer suas crônicas. Como está escrito na orelha do livro: “Aqui a protagonista é a Paula. Aqui é o destino dela que conta e que se conta”.
O aspecto mais legal do livro para mim fui justamente isso: conhecer melhor uma escritora cujos livros que li até agora me conquistaram. “Apaixonada por Palavras” conta com 55 crônicas, escritas entre 2000 e 2009.  Elas foram publicadas primeiramente no site “Crônica do Dia”, do qual a escritora era colunista.
“Sua lembrança vai constantemente iluminar a minha alma, e acredito que ela vai estar comigo a cada momento que eu precisar de algum consolo para amenizar a saudade que vou sentir.”
Uma coisa interessante é que a Paula diz na introdução do livro que preferiu não modificar as crônicas, pois as palavras ali escritas representavam quem ela era e como pensava quando as escreveu. Sendo assim, mesmo agora pensando diferente sobre algumas coisas, a autora publicou as crônicas sem editá-las por reconhecer a importância delas para que ela fosse como é hoje. Graças a isso é possível perceber como a escrita da autora evoluiu com a experiência e perceber algumas características presentes nas outras obras lançadas por ela. Para os fãs da série Fazendo meu Filme, a crônica “A História do meu Livro” é um prato cheio.
A paixão da autora pelas palavras é outra coisa que merece destaque, a facilidade com a escrita é percebida em vários momentos, assim como o talento. As crônicas contêm de 2 a 3 páginas e a leitura flui com uma facilidade impressionante, tanto que quando percebi já tinha terminado o livro.
“Apaixonada por palavras. Assim sou eu, assim sempre fui, até onde consigo recordar. Muito antes de aprender a ler eu já folheava livros e revistas, sonhando em desvendar aquelas letras agrupadas, em descobrir o significado daquele mundo de papel que passava diante dos meus olhos.”
As crônicas abordam vários temas diferentes, tem crônica sobre perdas, amor, escolha de carreira, família, amizade e outras coisas. Não me identifiquei com todos os pensamentos, mas gostei muito de algumas crônicas. Minhas crônicas preferidas foram as que me causaram maior identificação, seja de pensamento ou de alguma situação pela qual eu também passei. As minhas favoritas foram: “Apaixonada por palavras”, “Oh, dúvida cruel!”, “Brasil X Argentina”, “Velhice”, “Minha coisa preferida”, “Casa”, “Inveja Transparente” e “Ausência Presente”.
“Claro que alguns tiros se perdem, mas a sensação de acertar o alvo certo, com minha própria mira, compensa. Melhor mesmo é parar de fazer suposições sobre o que poderia ter sido e aproveitar ao máximo o que realmente é.”
Acredito que as preferências vão variar de leitor para leitor, mas tenho certeza de que é impossível não se identificar e gostar muito de pelo menos uma delas. Esse é um dos pontos mais legais das crônicas que, por serem quase sempre pessoais ou trazerem pensamentos sobre temas de conhecimento de todos, costumam provocar reações e sentimentos diferentes em cada leitor.
“É indescritível a sensação de ler um texto e me identificar totalmente com as palavras do escritor. É como se ele tivesse roubado a ideia que eu ainda não havia tido, mas que já existia em mim.”
A capa do livro é uma das mais bonitas que já vi. Ela está cheia de bolinhas, que são como M&M's e tem vários detalhes envernizados. O interior do livro é rosa, sendo que cada crônica tem um trecho destacado e é finalizada com um coração, a diagramação é realmente linda! Tenho um carinho ainda maior pela minha edição por ela estar autografada. Por morar longe, nunca pude participar de alguma seção de autógrafos da Paula Pimenta, por isso fiquei muito feliz quando ela fez uma promoção dos livros pela internet e pude comprar meu exemplar com autógrafo.
Recomendo esse livro para todas as pessoas que gostam de crônicas. Para os que não estão acostumados com esse estilo, garanto que vale a pena dar uma chance. Espero que vocês também se apaixonem pelas palavras!
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Bienal do Livro de Minas - 19/05/2012



Lindão o estande da Panini.

        A Bienal do Livro de Minas Gerais está acontecendo em Belo Horizonte e vai de 18 a 27 de maio, e no dia 19, sábado, eu fui para o Expominas dar uma olhada em alguns livros e tietar alguns autores! Cheguei lá por volta das 14hrs e já tinha bastante gente, mas, por sorte, o espaço é bem grande. Tinha várias livrarias (A Leitura estava lotada!) e estandes de diferentes editoras (em uma editora espírita, vi um senhor psicografando em um livro e tinha uma islâmica com dois homens de túnica e chapéu a la papa). Primeiro, fui procurar pela Thalita Rebouças, pois soube que teve às 12hrs um bate-papo com ela no Território Jovem, mas pelo visto ela tinha ido embora, então fui para o estande da Autêntica para comprar Fazendo meu Filme 4 e pegar a senha para a sessão de autógrafos que teria com a Paula Pimenta às 16hrs. Nesse meio tempo, fui para o espaço Bienal em Quadrinhos onde estava tendo uma palestra sobre Webquadrinhos com Carlos Ruas, Ricardo Tokumoto, Vitor Caffagi, Luis Felipe Garrocho, Eduardo Damasceno e vendendo HQ’s da Pandemônio, quando um repórter do MGTV apareceu e entrevistou eu e meu avô (mil vezes vergonha! Ainda bem que saiu na TV, mas não na internet). Logo após isso, andei por todo espaço e fui para a Comix comprar umas revistas em quadrinhos antigas para completar algumas coleções (gente, eu sei que é bienal do LIVRO, mas os livros mesmos estavam muito caros), quando aparece a Luciana, uma amiga de alguns anos do Twitter, que já tinha conhecido no FIQ (Festival Internacional de Quadrinhos, aconteceu em novembro de 2011 em BH) e fiquei conversando com ela. Depois de um tempo olhei no relógio e vi que faltava dez minutos para às 16, então fui correndo para o local onde aconteceria os autógrafos da Paula.
LANÇAMENTO DE FMF 4


         Quando cheguei na praça onde iria ocorrer o lançamento, a fila já estava enorme e bem desorganizada! Quando a linda autora da série Fazendo meu Filme e Minha Vida Fora de Série chegou, foi uma gritaria (veja o vídeo aqui). Depois de uma hora (e um pastel de carne), finalmente os seguranças vieram organizar, pois estava um confusão! De repente, não tinha mais fila atrás de mim, nem na frente, apenas um tumulto. Só sei que não demorou mais de uma hora e meia para ser a minha vez, o que foi pouco se vocês vissem o tanto de gente que ainda tinha. Mas, infelizmente, não tirei foto com a Paula, pois a Luciana não chegou a tempo e ninguém se disponibilizou para tirar para mim com minha câmera. Fiquei bem triste, mas ganhei autógrafo, e ver a Paula, uma das minhas autoras preferidas, bem na minha frente e toda sorridente, valeu todo o esforço! Brigadão, Paulinha!!
        
         Se eu ir mais algum dia para a Bienal essa semana, conto para vocês como foi. Cheguei exausta em casa por volta das 18hrs, mas muito feliz, pois o dia tinha sido ótimo! =)

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Esse post também foi publicado no meu blog Across my Universe.

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Fazendo Meu Filme #01: A Estreia De Fani – Paula Pimenta

Sempre ouvi comentários positivos e muitos elogios para os livros da escritora brasileira Paula Pimenta, por isso sempre tive vontade de ler um dos livros dela. Assim, acabei começando pelo primeiro livro da série Fazendo meu filme.
Li esse livro em menos de dois dias, tudo porque a escrita da autora me prendeu tanto que eu não conseguia mais parar de ler.  Foi assim desde o começo do livro até o fim, ao mesmo tempo em que eu queria saber o que aconteceria no final, não queria que o livro terminasse, pois me diverti muito durante a leitura.
“Fazendo meu Filme 1: A estreia de Fani” conta a história da adolescente Estefânia, ou melhor, Fani, como ela gosta de ser chamada. Fani é uma garota de 16 anos apaixonada por cinema. Ela tem uma coleção de DVDs formada apenas pelos DVDs dos filmes para os quais ela deu cinco estrelinhas, o que, segundo a classificação criada pela própria Fani, significa que o filme é perfeito.
Fani mora em Belo Horizonte (MG) e mudou de colégio há pouco tempo, pois sua mãe achava que nesse novo colégio Fani poderia se preparar melhor para o Vestibular. No novo colégio, onde já estudava sua amiga Natália, Fani conheceu Gabi (que se tornou sua melhor amiga), que a apresentou a Léo, que em pouco tempo passou a ser o melhor amigo de Fani.
O livro retrata bem a vida de Fani e sua relação tanto com sua família quanto com seus amigos. As dúvidas, as incertezas, as paixões, as amizades; todos esses aspectos da vida da protagonista têm grande destaque nesse primeiro livro da série.
Fani está no segundo ano do Ensino Médio e vê sua vida mudar quando surge a oportunidade de fazer um intercâmbio e passar o próximo ano no exterior, longe de sua família, dos seus amigos e de todas as pessoas que ela conhece.
A possibilidade do intercâmbio não agrada nem um pouco o melhor amigo de Fani, Léo,  um garoto extremamente fofo, que se dá bem com todo mundo e sempre tratou Fani com o maior carinho do mundo.
A narrativa da escritora Paula Pimenta é ainda melhor do que eu esperava, é impossível não se identificar em algum momento com a protagonista ou com um de seus amigos. Os personagens criados pela autora parecem pessoas reais, as situações pelas quais eles passam e as dúvidas com as quais sofrem; tudo isso é fácil de ser imaginado, pois poderia acontecer com qualquer um de nós.
A capa do livro é linda, uma das mais bonitas que eu já vi, e combina muito com a história de Fani. A diagramação também é muito bonita,  no começo de cada capítulo tem um trecho de um dos filmes que fazem parte da coleção de DVDs da Fani,  o número do capítulo fica dentro de uma espécie de tela de cinema. Esses trechos de filmes sempre combinam com o conteúdo dos capítulos e me fizeram ficar com vontade de assistir todos os filmes que eu ainda não vi da lista dos filmes favoritos da Fani.
As conversas que os personagens têm pelo MSN, por e-mail e pelo telefone também são retratadas, além das listas que a Fani faz e das listas de músicas de um CD que a Fani ganhou do Léo e de outro CD que é muito especial também.
Marquei as páginas que têm os nomes das músicas para escutar todas elas depois! Algumas eu já conhecia, mas as outras parecem ser ótimas também! Uma coisa muito legal é que é possível escutar as músicas e assistir os trechos dos filmes citados em “Fazendo meu filme 1” no site da série. (http://www.fazendomeufilme.com.br)
O desenrolar da história, o modo como a Fani parece amadurecer e entender melhor seus sentimentos em determinado momento do livro, as desilusões que ela sofre e suas dúvidas em relação ao futuro, o romance lindo, tudo isso foi capaz de mexer comigo de tal forma, que era como se eu me sentisse no lugar da Fani.
Recomendo a leitura desse livro para todas as pessoas que gostam de um livro bem escrito, com personagens maravilhosos, que parecem reais e com quem todos os leitores podem se identificar.
Estou muito ansiosa para saber o que acontece nos próximos livros da série (que tem três livros lançado até agora)! Não vejo a hora de ver o que acontece com Fani, Léo, Gabi, Natália e companhia, sei que ainda vou me divertir muito com esses personagens maravilhosos, pois como disse um personagem muito especial: o filme está apenas começando!
“Eu sorri pra ele no meio das lágrimas, ele sorriu de volta, e eu percebi que ele estava certo. Aquilo era só o trailer. Agora era que o filme realmente iria iniciar.” Pág. 327
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In Our Living Room - Paula Pimenta



Hoje temos uma entrevistada muito especial aqui no House. 

Ela é jovem, bonita, talentosa e já vendeu mais de 50 mil livros no Brasil.

Estou falando da escritora mineira Paula Pimenta, a autora da série Best-Seller 'Fazendo Meu filme', que acaba de lançar seu mais novo trabalho, o livro 'Minha Vida Fora de Série'.

Para quem ainda não leu a resenha de Fazendo meu Filme 1 - A estreia de Fani aqui no House of Chick leia clicando AQUI!

"Desde criança apresentou aptidão para a escrita e por esse motivo prestou vestibular para Jornalismo, embora tenha transferido para Publicidade, após dois anos, curso no qual se formou na PUC Minas. Como publicitária, trabalhou na Rede Minas, como produtora do programa Brasil das Gerais e como assessora de marketing no Minascentro. Estudou também Música na UEMG, deu aulas de violão e técnica vocal por vários anos e é compositora." (trecho retirado do site: www.paulapimenta.com)

Como todas somos muito fãs da Paula, nos empolgamos com as perguntas - fazer o quê, né? Não pudemos evitar! Mesmo assim, como faz parte de seu perfil carismático e atencioso, ela teve a gentileza de, não só responder cada uma delas, como também de fazê-lo com rapidez e esmero.

Para quem quiser entrar em contato com a autora:

@paulapimenta (Twitter)
www.facebook.com/paulapimenta (Perfil no Facebook)


Obrigada Paula mais uma vez por nos ceder essa entrevista e por ser sempre tão fofa e atenciosa com todos os fãs!

Abaixo, segue a entrevista que eu tenho certeza que vocês vão curtir tanto quanto nós a curtimos! :)





Fazendo Meu Filme: A Estreia de Fani - Paula Pimenta


Fazendo Meu Filme nos leva ao viciante mundo de Estefânia Castellino Belluz - mais conhecida como Fani - , uma típica adolescente brasileira que leva uma vida super normal - ou tão normal quanto se pode ser quando se é adolescente.

Sua vida vira de cabeça pra baixo quando ela descobre que é apaixonada pelo seu melhor amigo, o fofo do Leo - ah, Leo... - que sempre foi louco por ela, desde o seu primeiro dia na escola.
Então, vejam bem, tem esse cara que é completamente alucinado por você, que iria ao céu buscar a estrela mais distante se você pedisse, e a única coisa que você é capaz de fazer é suspirar pelo seu professor de biologia. Coitadinho do Leo, viu! Penou!

Daí para a frente as coisas pioram muito: o problema todo é que quando ela percebe que gosta dele, ele dá a entender que já seguiu em frente, que partiu para outra. Será que foi tarde demais, Fani?

As coisas se transformam e se complicam ainda mais quando ela decide aceitar fazer um Intercâmbio na Inglaterra por um ano. Um ano inteirinho é coisa pra caramba,viu! Será que ela vai mesmo querer viajar quando seu coração está no Brasil? Será que esse amor é capaz de superar essa distância descomunal? Ou, ainda, será que ir para longe da pessoa amada é a melhor opção para um coração partido?

Suspiro. É o que eu sempre faço quando ouço falar de Fazendo Meu Filme - eu suspiro.

Confesso que enrolei e protelei bastante para fazer esta resenha.
Talvez porque a história seja especial para mim, talvez porque eu ache difícil argumentar sobre um livro que eu realmente goste sob um ponto de vista tão elucidativo, crítico e pormenorizado. Já li todos os três livros lançados da série (o quarto e último tem a previsão de lançamento para o segundo semestre deste ano - em breve, o 2 e o 3 serão resenhados aqui no House).

Durante todo o livro me senti na escola outra vez. (Ô, época boooa!) Muitas emoções, momentos de tirar o fôlego! A Paula tem o dom de fazer a gente chorar de rir e derramar rios de lágrimas com a maior naturalidade. É automático, impressionante e admirável!

FMF (como é carinhosamente chamado por nós, fãs) se tornou uma das minhas séries favoritas. Li, reli e não consigo enjoar! Até onde eu me lembro, já fiz cinco pessoas se apaixonarem pela série. É o seguinte: quem já leu, passe adiante. Quem não leu, está esperando o quê?

Eu acredito que o preconceito em relação aos escritores nacionais esteja, Graças a Deus, chegando ao fim, mas é claro que ainda existem pessoas - ah, e como existem! - que ainda sofrem desse mal. Infelizmente não se pode agradar a todos, precisamos aprender isso desde cedo. Contudo, que a verdade seja dita: nunca vi ninguém falando mal de FMF.
Muito pelo contrário. FMF tornou-se o meu xodó! Recomendo muitíssimo!

Bom, minhas expectativas para a série no momento são: que o 4º e último livro seja tão maravilhoso quanto os outros três foram, e que, por favor, a série vire FILME! Não é puxa-saquismo, é porque realmente esta é uma obra merecedora.

Classificação: para mim, FMF é perfeito, por isso vai levar cinco casinhas inteirinhas com muita satisfação e um enorme sorriso estampado no meu rosto. Pena que aqui no House o limite são cinco casinhas, a vontade que eu tenho é de poder oferecer muito mais!
Portanto, Paula, sinta-se recebendo não apenas cinco, mas todas as casinhas do mundo...

Autora: Paula Pimenta
Editora: Gutenberg
Páginas: 336
ISBN: 9788589239844

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